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Em Cuiabá, Dória critica Bolsonaro e diz ter proposta concreta para o país

por Editoria/AC

O governador de São Paulo, João Dória (PSDB), que se aproximou do ex-presidente Lula (PT) em pesquisa nacional recente de rejeição, afirmou que não tem medo da aversão apontada no levantamento. Com agenda em Mato Grosso, o mandatário paulista fez visita de cortesia ao Grupo Gazeta de Comunicação, nesta sexta-feira (24), onde se reuniu com o diretor-presidente, Dorileo Leal, e, posteriormente, concedeu entrevista exclusiva aos veículos do Grupo, na qual apresentou os pilares de seu plano de governo.

A exemplo da pesquisa do Datafolha divulgada no domingo (19), Dória acumulava reprovação de 38% e avaliação de “regular” na casa dos 24% em São Paulo. Nacionalmente, o governador foi rejeitado por 37% da população, figurando próximo ao ex-presidente Lula, 38%. Ambos só ficaram atrás de Bolsonaro, que teve 59% de rejeição.

“Tenho alta aprovação em combate ao PT, o partido da esquerda. Eu tenho uma posição que se destaca logo abaixo de Bolsonaro. Portanto, isso nos favorece dentro de uma disputa com Lula no primeiro turno e no segundo turno das eleições”, declarou Dória ao ser questionado sobre a rejeição.

O governador lembrou ainda de sua vitória na Capital paulista em 2016, quando disputou contra Fernando Haddad. Na ocasião, Dória teve um destaque durante a campanha e saltou de baixas intenções de voto para uma vitória no primeiro turno com 53,29% dos votos.

“Na política, não há campanha fácil, não há vitória fácil. A campanha é difícil e a vitória também. Nós estamos a 13 meses das eleições presidenciais. Eu disputei a primeira eleição em 2016. E, quando vencia as prévias do PSDB, eu tinha 1% nas primeiras pesquisas. O primeiro colocado tinha 38% e nós vencemos as eleições com 53% dos votos”, acrescentou.

Durante a entrevista, Dória foi questionado sobre a fala do governador Eduardo Leite – que também disputa pré-candidatura no ninho tucano – na qual o líder sulista disse que teria uma melhor desenvoltura para representar a sigla por ser jovem e estar longe dos principais centros, em caráter de renovação.

Ao falar sobre o tema, o mandatário paulista disse respeitar a todos os outros 3 pré-candidatos, mas afirmou que a decisão final da legenda será em torno do projeto de governo. “Entendo que as pessoas vão votar em quem tem proposta de governo. Independentemente se é jovem ou não jovem. Se é feio ou se não é feito. Se é homem ou se é mulher”, declarou.

Quanto às propostas para Mato Grosso, caso seja sagrado como o representante do partido na disputa, Dória apresentou os pilares de seu plano de governo. Dentro do programa do pré-candidato os principais pontos são: educação; empregabilidade, dando fôlego à economia; saúde; agronegócio, sem que haja conflitos com a agenda ambiental e, por fim, investimentos na segurança pública.

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