O programa tem o objetivo de descobrir talentos locais e a final ocorre no sábado (09.03), às 20h, em Chapada dos Guimarães.
“Primeira-dama, seria uma honra para nós tê-la como madrinha deste evento, que será realizado a cada semestre aqui no Estado, com artistas de diferentes Estados Brasileiros. Não existe no Brasil um evento deste porte incentivando a descoberta de talentos musicais”, disse Maurício Mattar.![]()
Virginia Mendes afirmou que a final será uma “noite memorável, repleta de talentos e emoção” e também que será uma honra ser a madrinha do projeto.
“Claro que aceito. Obrigada por estar em nosso Estado, sou sua fã, e para mim é uma honra receber esse convite”, agradeceu.
A iniciativa é da TV Cidade Verde, que é presidida por Michele Carvalho. O projeto é 100% regional, foi idealizado pelo apresentador Igor Taques e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Max Russi.
Igor Taques destacou que esse é um projeto pioneiro no quesito descoberta de talentos musicais, onde a premiação pode chegar a até R$ 50 mil. “A ideia é motivar a cultura musical e valorizar novos talentos, com uma premiação justa e com a proposta aos candidatos que não forem classificados terem novas oportunidades a cada temporada”, explicou.
Fonte: Governo MT – MT

O relatório da análise dos 15 primeiros feminicídios ocorridos em Mato Grosso, entre janeiro e maio de 2023, foi apresentado às autoridades e a toda sociedade nesta quarta-feira (06 de março), no evento organizado pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Poder Judiciário (Cemulher), realizado na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O evento foi transmitido e pode ser conferido na íntegra
De acordo com a juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Correa, titular da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Cuiabá e membro do comitê, o objetivo do levantamento analítico é saber onde estão as falhas no combate à violência doméstica e prevenção ao feminicídio e detectar as áreas que necessitam de mais investimento por parte do Poder Público.
Essa falta de conhecimento sobre a aplicação prática da Lei Maria da Penha por parte dos familiares e amigos das vítimas de feminicídio, que foram entrevistados na pesquisa, também foi destacada pela assistente social do Cemulher, Adriany Sthefany de Carvalho, que reforçou a necessidade de que os profissionais que recebem as denúncias estejam atentos e façam uma escuta aprofundada sobre os casos. “A gente precisa que nos locais mais longínquos chegue essa informação e que esse serviço realmente funcione, principalmente nas cidades do interior, porque, às vezes, o que é tão óbvio pra gente que trabalha com isso diariamente, naquele interior onde raramente a mulher tem acesso, aquela informação não chegou. Então a gente precisa buscar meios para que todas elas tenham o conhecimento sobre as medidas protetivas, sobre a rede de enfrentamento, sobre os serviços que estão disponíveis e os encaminhamentos que podem ser feitos”, afirmou.
Este ponto também foi levantado pela delegada de Polícia Civil do Estado do Piauí, Thaís Lages Paz, que proferiu palestra com o tema “Feminicídio e a atuação com Perspectiva de Gênero”. “É uma determinação do CNJ que os tribunais preparem os magistrados e as magistradas para julgar com perspectiva de gênero, que é ter um olhar diferenciado nos casos que envolvam violência contra a mulher, tanto a violência íntima, familiar e o crime mais bárbaro, que é o feminicídio. Não julgar como um homicídio porque o feminicídio tem peculiaridades e características diferentes”, pontua.
A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, participou na manhã desta quarta-feira (06 de março) da abertura do 14º Fórum Extraordinário da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT), que está sendo realizado em Cuiabá até a quinta-feira (07). Ela falou sobre a importância da prática dos Círculos de Construção da Paz, ferramenta da Justiça Restaurativa, como prevenção e fomento da convivência pacífica dentro das escolas. Ela também ofereceu a parceria do Poder Judiciário com os municípios para a formação de facilitadores dos Círculos.
“Estamos disponibilizando para todos os municípios, sem custo algum, uma parceria consistente em ofertar a qualificação de facilitadores de Círculos de Construção de Paz, que é uma das metodologias mais simples e potentes da Justiça Restaurativa na prevenção de violência, e especialmente, no fortalecimento de vínculos na criação de retomada de valores. É na educação municipal que nós temos a esperança de que essas parcerias se concretizem e se fortaleçam e nós possamos construir uma política pública permanente, perene por meio dessas qualificações”, afirmou a presidente do TJMT em sua fala de abertura, após cumprimentar os (as) integrantes da mesa de honra.
O professor Sílvio Fidelis, presidente da Undime-MT, vice-presidente da Undime Nacional e secretário de Educação de Várzea Grande, explicou que durante os dois dias estão sendo abordados temas organizados, e já em prática, nos municípios como a Justiça Restaurativa do TJMT. Ele afirmou, como secretário de Educação, que a parceria faz a diferença e que em seu município a organização da capacitação já está sendo feita.