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Almanaque Cuyabá

Almanaque Cuyabá

O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

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Pais dão exemplo e conduzem filhos a reconhecerem o valor do Corpo de Bombeiros de Militar

by Almanaque Cuyabá 11 de agosto de 2024
written by Almanaque Cuyabá

A importância do Corpo de Bombeiros Militar na sociedade vai além da bravura e da habilidade técnica; ela é também um reflexo de valores fundamentais como coragem, solidariedade e compromisso com a comunidade. Muitas vezes, essa compreensão profunda é transmitida através do exemplo dos pais, que desempenham um papel crucial na formação da percepção de seus filhos sobre essa profissão essencial.

Desde cedo, pais que atuam no Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) compartilham com seus filhos as experiências e os valores associados a essa carreira. Ao mostrar respeito e gratidão pelo trabalho do Corpo de Bombeiros Militar, eles ensinam os filhos a reconhecerem a importância desses profissionais na sociedade. E, em muitos casos, os inspiram a seguir este exemplo de caráter e a desejar colaborar para tornar o CBMMT uma instituição ainda mais forte.

E não há idade para aprender e se inspirar. Giovana Carvalho Barros, de apenas 6 anos, tem testemunhado de perto o que significa ser um bombeiro militar através de seu pai, o coronel BM Rony Robson Cruz Barros, chefe do Estado Maior e comandante-geral adjunto do CBMMT. Ainda que ela não tenha muita noção da importância do pai para a instituição, já sabe que ele é alguém que protege e cuida das pessoas com coragem e dedicação.

“Quando ela estiver um pouco maior, já não me verá mais fardado, mas terá as recordações do pai bombeiro. Então, o principal é pensar que estou deixando um legado, trabalhando em uma instituição respeitada e admirada pelas crianças, e que minha filha terá essa lembrança no futuro, de que seu pai era bombeiro”, afirma o coronel.

Comandante-geral adjunto com sua filha Giovana

E nem mesmo a intensa carga de trabalho impede o coronel de ser um pai presente. Ele afirma que faz questão de levar a filha ao quartel sempre que possível, permitindo que ela testemunhe o que ele faz, criando memórias valiosas e ajudando-a a compreender o valor de seu trabalho.

Segundo o coronel, o orgulho que sua filha sente ao vê-lo fardado é evidente, embora às vezes ela se sinta tímida diante da admiração que sua presença provoca entre os colegas e outras crianças. Para ela, é visível que a figura do pai bombeiro é uma parte normal da vida, mas também uma fonte de orgulho e inspiração.

“Em reuniões de pais, muitas vezes saio do expediente para participar com minha filha e vou fardado. Quando chego, as outras crianças ficam eufóricas, enquanto a minha, às vezes, fica tímida, porque não está acostumada com todos admirando seu pai ou a farda que uso. Para ela, isso já é algo normal”, conta o coronel Rony.

E como um bom bombeiro militar, o coronel Rony garante que faz da paternidade uma extensão de seu trabalho como bombeiro, tentando proteger e guiar sua filha da melhor forma possível. No entanto, ele reconhece que, muitas vezes, é ela quem lhe ensina, proporcionando um aprendizado mútuo que enriquece a relação de pai e filha.

“Como pai e bombeiro, sempre tento cuidar e proteger. Acho que isso não é exclusivo dos bombeiros, mas de todos os pais. Existe um amor incondicional pelo filho, assim como eu tenho pela minha filha. Muitas vezes, me vejo na posição de tentar protegê-la e defendê-la a todo custo, evitando que a vida a ensine por outros meios. No entanto, às vezes, percebo que ela está mais me ajudando do que eu a ajudando. Então, ao mesmo tempo em que sinto a necessidade de protegê-la, vejo nela muita força e equilíbrio”, encerra o coronel Rony.

A força da inspiração

A relação de um pai bombeiro protetor que cuida de sua menininha é uma história atual, mas poderia facilmente se confundir com um passado não tão distante na vida da coronel BM Vivian Rizziolli Côrrea. Ela conta que desde a infância teve uma figura paterna tão exemplar que lhe fez, aos cinco anos, desejar seguir os passos do pai, o coronel BM Sérgio Roberto Delamônica Corrêa, hoje na reserva.

Vivian Rizziolli Côrrea quando começou a sonhar em ser bombeira militar

Ele relata com carinho o momento inesquecível em que percebeu que a paixão de sua filha Vivian por se tornar bombeira militar começou a acender em seu coração.

“Quando estava fazendo o curso em Brasília, na minha formatura, ela pegou meu quepe e o colocou na cabeça. Para minha surpresa, ela me disse: ‘Pai, eu também vou ser bombeiro’. Naquele momento, algo despertou em mim, e hoje vejo que ela se tornou oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso. Para mim, é uma grande honra tê-la na instituição”, diz o coronel da reserva.

A jornada para se tornar oficial foi um reflexo de tudo o que Vivian observou em seu pai, durante o trabalho como bombeiro militar. Ela conta que viu nele um homem sempre disposto a ajudar o próximo, o que aumentou ainda mais sua admiração. Aos 12 anos, ela anunciou oficialmente que iria estudar para se tornar bombeira militar, para orgulho do pai, que também vem de uma família de militares.

“Não sei se muitos pais que são militares pensam assim, mas geralmente há a expectativa de que, se tiverem um filho homem, ele seguirá a mesma profissão. No caso dele, ele não tinha um filho homem, então esperava ainda que secretamente que alguma das três filhas seguisse seus passos. Eu sempre gostei de ajudar as pessoas, então, acabou que o útil se uniu ao agradável. Ele me incentivava, dizendo: ‘Vai, tenta. Você vai gostar.’”, diz a coronel Vivian.

Coronel RR Delâmonica, sua esposa, e a pequena Vivian, hoje coronel também

Mesmo em uma época em que as mulheres não faziam parte da corporação, o desejo de servir falou mais alto, e o incentivo do pai foi fundamental para que Vivian se arriscasse na pequena chance de se tornar uma bombeira militar, com apenas duas vagas disponíveis para mulheres.

O que antes era apenas um sonho se tornou realidade. Vivian foi aprovada e fez questão de honrar o pai ao se formar na mesma academia onde ele também se graduou.

“Quando chegou a hora de escolher a academia de formação, optei por Brasília, onde ele se formou. Queria reconhecer a trajetória que ele havia trilhado e o honrá-lo e assim o fiz”, afirma a coronel.

Apesar de seguir os passos do pai, a coronel Vivian conta que buscou ser reconhecida pelo seu próprio mérito. Embora a comparação fosse inevitável, especialmente pelo fato de ser filha de um militar tão respeitado, o objetivo era ser tão boa quanto ele, de acordo com a coronel.

“A jornada não foi fácil. Enfrentei desafios, rompi barreiras e ajudei a abrir caminhos para que outras mulheres pudessem seguir na carreira militar. Hoje, olhando para trás, vejo o quanto contribuímos para a história do Corpo de Bombeiros. Mas, além das conquistas profissionais, o que mais me orgulha é a relação que construímos como pai e filha”, garante a coronel.

Essa relação foi moldada mesmo diante da intensa rotina de ambos no Corpo de Bombeiros Militar. À medida que seu pai avançava na corporação e alcançava o posto de Comandante Geral em 2006, o desejo da coronel de contribuir ainda mais para a instituição, assim como seu pai, só aumentava.

“Nunca ouvi meu pai falar sobre ter desafetos ou pessoas que não gostassem dele. Sempre o vi gerindo de forma tranquila, especialmente quando foi comandante-geral, pois contava com a admiração e apoio de todos ao seu redor. Para mim, ele é um excelente profissional e uma grande fonte de inspiração. Sempre observei isso nele e procurei seguir essa mesma abordagem em minha carreira”, conta a coronel Vivian.

Para o pai Delamônica, o vínculo é mais que uma relação pai-filha. É uma conexão forjada na dedicação e no amor ao servir. Para ele, o Corpo de Bombeiros Militar não foi apenas seu trabalho, mas um verdadeiro projeto de vida, que agora a filha também abraça com a mesma paixão de quando ele iniciou a carreira.

“Nós vivemos a instituição militar. Para mim, o militarismo sempre foi mais do que uma profissão. Na verdade, pode-se dizer que, ao transformar seu trabalho em um hobby, você nunca mais sentirá que está apenas trabalhando. E foi isso que eu fiz: transformei minha profissão em um hobby. Hoje, eu gosto de ser militar e de abraçar a profissão que escolhi, e acredito que ela também ama a profissão que escolheu. Por isso, desejo a ela o maior sucesso e que ela seja ainda melhor do que eu fui”, diz o coronel RR Delamônica.

Para Vivian, o legado do pai vai muito além das conquistas no Corpo de Bombeiros Militar. Ele foi e é um mentor em cada passo de sua jornada e, agora, torna-se a mesma referência para a filha dela, Mariana.

“Mesmo com a rotina agitada, ele sempre esteve presente em minha vida e agora na vida de sua neta. Ele continua sendo um exemplo, não só para mim, mas para toda a família. Meu pai é a personificação do que significa ser um bombeiro militar: coragem, dedicação e, acima de tudo, amor ao próximo”, conclui a coronel Vivian.

Ao falar de seu pai, a coronel Vivian destacou as virtudes que podem ser encontradas em muitos pais do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso: homens que guiam, protegem e inspiram seus filhos todos os dias. Esses pais não apenas desempenham um papel essencial em suas famílias, mas também moldam a próxima geração, que terá como base na vida valores como coragem e altruísmo, essenciais para a construção de uma sociedade melhor.

Fonte: Governo MT – MT

11 de agosto de 2024 0 comments
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Mais de 100 competidores participam do 2º Moto Encontro da Companhia Raio da PM

by Almanaque Cuyabá 11 de agosto de 2024
written by Almanaque Cuyabá

A Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) da Polícia Militar realizou, na tarde deste sábado (10.08), a segunda edição da competição Moto Encontro. O evento foi realizado na sede da unidade e comemorou os quatro anos da Companhia, reunindo mais de 100 motociclistas em uma competição dividida em 10 categorias.

As provas foram feitas em um percurso montado na área externa da Companhia Raio, onde os competidores disputaram corridas de acordo com a categoria e executaram manobras pela pista. Os vencedores receberam um troféu comemorativo e todos os participantes ganharam medalhas do evento.

Além da competição Cross Country, o evento também reuniu amantes do motociclismo e trabalhadores que utilizam os veículos em duas rodas.

O comandante da Companhia Raio, tenente-coronel Wesmensandro, explicou que o objetivo do Moto Encontro é fazer a valorização da cultura motociclística, promovendo a aproximação da sociedade com a Polícia Militar.

“O motociclismo é lazer, meio de transporte e trabalho de muitas pessoas, assim como nós, do Raio. Por isso é importante trazer essa valorização e aproximação da sociedade de maneiras diferentes, promovendo o respeito e valores positivos”, afirmou o tenente-coronel.

O Moto Encontro também trouxe competidores de outros municípios, como o operador de marketing Everaldo Almeida, que mora em Nobres e participou pela primeira vez do evento.

“Fui convidado por um amigo e vim junto de outros colegas de outras cidades. Achei todo o evento muito bom e organizado. A pista foi bem montada e com obstáculos difíceis, fazendo uma boa competição. Já está na minha lista para retornar nas próximas vezes”, comemorou.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, ressaltou a importância do trabalho da Companhia Raio e a aproximação da população com a unidade, por meio do motociclismo.

“É um dia festivo, para celebrarmos a Companhia Raio e o seu belíssimo trabalho, junto com os amantes do motociclismo. Essa realização prova que, quando a população confia na Polícia Militar, ela estará presente junto de nós, em todos os momentos. Que esse evento aconteça por muito mais vezes e que o Raio continue fazendo seu papel de policiamento e defesa dos cidadãos de bem de nosso Estado”, ressaltou o comandante-geral.

O comandante do 1º Comando Regional, coronel Wankley Corrêa Rodrigues, também esteve presente no evento e comemorou a grande participação do público.

“Temos que somente agradecer a todo público presente, que entendeu a proposta do evento e se dispôs a estar junto para fortalecer o evento e o amor pelo esporte e pelo motociclismo”, finalizou.

Motopatrulhamento

A Companhia Raio da Polícia Militar foi criada em Cuiabá há quatro anos, e tem como missão realizar o motopatrulhamento tático na Região Metropolitana.

O efetivo do Raio utiliza de viaturas de duas rodas, conciliando agilidade e técnica para o enfrentamento à criminalidade e apoio às outras unidades da PMMT, em todas as situações de ocorrência.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhos se inspiram nos pais e transformam a carreira de bombeiro militar em legado da família

by Almanaque Cuyabá 11 de agosto de 2024
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A carreira de bombeiro militar, muitas vezes caracterizada por um chamado de coragem e serviço, para diversos militares ganha também o contorno de um verdadeiro legado familiar. Em várias famílias, o desejo de seguir os passos dos pais e continuar a tradição de servir à sociedade não é apenas uma escolha de carreira, mas também uma expressão de orgulho e compromisso.

No Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) não é diferente. Pais e filhos trabalham lado a lado na árdua função militar, transformando o ofício de bombeiro em mais do que uma profissão: em um valor transmitido de geração em geração.

Filhos que crescem ouvindo histórias de bravura e dedicação dos pais encontram motivação para seguir o mesmo caminho. O subtenente Ivan Gusmão Alves, que está há 26 anos na corporação, ainda se lembra com carinho do irmão que o criou e que foi a inspiração para que ele se tornasse bombeiro militar. “Eu tenho um irmão mais velho que me adotou e ele foi bombeiro. Eu só tenho uma foto dele servindo os bombeiros, mas nunca me esqueci de onde eu vim”, lembra.

Ao seguir os passos do irmão, Gusmão pavimentou o caminho para o futuro de seu filho, Willyam. Levando-o ao quartel e compartilhando com ele as ocorrências, começou a desejar que seu filho seguisse a mesma trajetória.

“Como especialista condutor, eu passava muito tempo no quartel. Muitas vezes, eu levava meu filho comigo durante o dia e à noite ele ia para casa dormir. Seus brinquedos eram todos de bombeiro. Desde os 14 anos procurei prepará-lo para a carreira”, recorda Gusmão.

Irmão de Gusmão que o inspirou a ser bombeiro militar | Foto: Arquivo Pessoal

Já o filho, Willyam Rodrigues Alves, conta que esse dia-dia do quartel o deixou ainda mais fascinado pela profissão, antes mesmo de o pai incentivá-lo.

“Meu pai ingressou na carreira militar quando eu tinha três anos. Então, acompanhei a vida dele na instituição. Sempre gostei da área pelo respeito que a profissão tem e pelo serviço que presta. Acompanhando a rotina, resolvi seguir. Pude acompanhá-lo em alguns plantões e sentir a adrenalina de quando tocava a sirene do quartel e eu o via saindo para ocorrência e voltando depois de algumas horas. Isso me deixou fascinado”, relembra o filho.

Apesar dos desafios de equilibrar a rotina intensa com a vida familiar, a presença marcante de Gusmão na vida do filho fez com que Willyam desejasse ainda mais ser igual o pai. “Meu pai sempre estava ali. Na época, a rotina era um pouco diferente da de hoje. Eram 24 horas de trabalho por 24 horas de descanso, um pouco mais corrida. Mas me lembro de que, por mais que estivesse cansado, ele dava atenção, fazia as coisas que precisasse em casa e brincava comigo”, afirma.

Aos 14 anos, Willyam iniciou a preparação para se tornar bombeiro militar, e, aquela criança que corria pelos corredores do quartel, aos 20 anos entrou definitivamente na corporação. Agora, com mais de nove anos de serviço operacional, Willyam é um exemplo de bombeiro militar e motivo de orgulho para o pai.

“Eu me sinto realizado. O pai quer ver o sucesso do filho. Eu sinto que o bombeiro militar é um sacerdócio. Você sacrifica muitas coisas, como momentos com a família, e também há a questão de valores, para além do salário. A oportunidade de realizar uma RCP em uma pessoa que está em parada cardiorrespiratória e vê-la voltar à vida é emocionante”, garante Gusmão.

Gusmão ao lado do filho Willyam

Esse sentimento de emoção que pai e filho compartilharam juntos transformou a união dos dois em um novo laço inabalável de intimidade. Afinal, tornaram-se irmãos de farda.

“Tivemos inúmeros momentos. O primeiro serviço dele fora do Estado foi comigo. Fizemos vários serviços juntos, como mergulho e salvamento. É gratificante porque ali estão dois bombeiros, pai e filho, que se entendem com um simples olhar”, diz o subtenente Gusmão.

E foi em cada chamada de emergência, em cada treinamento árduo e em cada ato de serviço que Willyam pode ver o reflexo do legado que recebeu e sempre trabalhou para honrá-lo, segundo o soldado, que lembra com orgulho das experiências enriquecedoras do atuar ao lado do pai.

“Eu tive a oportunidade que poucos têm: quatro anos depois que entrei, consegui trabalhar junto com meu pai. Fizemos diversos atendimentos. Ele conseguiu me ensinar muitas coisas e eu aprendi muito. Foi fascinante poder trabalhar com meu pai lado a lado na corporação que eu amo. Todos me conhecem mais por ser filho do subtenente Gusmão, e isso é o meu grande orgulho”, afirma.

O tempo, a prática e o aprendizado contínuos transformaram a semelhança entre eles em um exemplo inspirador de como a paixão e a vocação podem ser transmitidas de geração para geração.

“Ele é um exemplo de profissional e de pai. Se eu conseguir atingir 50% do que meu pai foi como bombeiro e fez por esta corporação, já estarei feliz”, conclui o soldado Willyam.

Tal pai, tal filho

As semelhanças entre pai e filho na carreira de bombeiro militar vão além da dedicação e do amor pela profissão. Em muitos casos, estendem-se até à aparência física. Um exemplo é o sargento Jefferson Alexandre Pinheiro de Araújo e o soldado Mateus Minetto Pinheiro de Araujo. Quando ambos estão fardados, pai e filho se apresentam como uma imagem do passado e do presente dessa corporação sexagenária.

Além de compartilharem semelhanças físicas e comportamentais, pai e filho dividem o mesmo sentimento de servir. Com 21 anos de carreira na corporação, o sargento Pinheiro sempre se destacou por sua ética de trabalho e sua dedicação à profissão, sem jamais deixar a família em segundo plano. Desse modo, inspirou Minetto a seguir seu próprio desejo de fazer a diferença.

“Desde pequeno vi meu pai como um grande exemplo dentro de casa. Que criança que não gosta de ter um bombeiro dentro de casa, ainda mais sendo o seu pai? Quando criança, meu pai me levava nos batalhões para tirar foto com caminhões do bombeiro. Então, o bombeiro sempre foi algo de dentro do meu coração. Aí eu cresci, fiz o concurso e cheguei aqui. Hoje estou aqui para continuar o legado dele”, afirma Minetto.

O soldado Minetto ao lado do pai, sargento Pinheiro

Ser um bom pai, presente e cuidadoso não foi tarefa fácil, de acordo com sargento. Mas ser visto pelo filho como um exemplo compensou qualquer dificuldade.

“Eu sempre cobrei dos meus filhos disciplina e dedicação aos estudos. Ele viu diariamente a minha luta: ir trabalhar, voltar para casa e ainda encontrar tempo para ele. Ele percebeu que é possível conciliar a vida militar com a vida familiar. Sempre procurei estar presente, e acho que foi por isso que ele viu a vida militar como um bom exemplo”, garante o sargento.

E como o exemplo tem o poder transformador, Minetto buscou trilhar seu próprio caminho profissional seguindo a trajetória do pai. Há pouco mais de 40 dias na corporação, ele já é conhecido como “Pinheirinho”, não apenas pela semelhança física, mas por compartilhar o mesmo desejo otimista de fazer a diferença.

“Meu nome de guerra ficou Minetto, que é o sobrenome da minha mãe, só que o nome do meu pai ainda prevalece. Quando olham para mim e descobrem que sou filho dele, fica nisso: Pinheirinho. Então, é muito bom saber que meu pai é influente, que é uma pessoa que todo mundo gosta, e ter este segundo nome aqui dentro como Pinheirinho é muito bom”, afirma o soldado.

Mas é claro que, embora Pinheiro e Minetto compartilhem muitas semelhanças, também possuem suas individualidades e trajetórias distintas. O sargento Pinheiro vê com orgulho como seu filho está construindo seu próprio caminho, mesmo que siga muitos dos mesmos princípios que ele próprio valoriza.

“No começo foi só orgulho quando ele falou que queria fazer o concurso de carreira militar. Eu dei o maior apoio. É uma das melhores profissões. Espero que ele consiga chegar até o final da carreira. O militarismo é uma segunda família. O Corpo de Bombeiros Militar abraça isso e espero que ele faça grandes amizades e tenha sucesso profissional. Aqui dentro da corporação, você aprende muita coisa e muita coisa dessa você leva como ensinamento”, diz o sargento Pinheiro.

Para Minetto, o exemplo e a orientação de seu pai têm sido fundamentais para moldar sua própria visão de vida e carreira. O impacto desse legado é visível inclusive na forma como ambos encaram a missão de ser bombeiro militar. “Pelo trabalho que ele faz, pelo empenho que ele tem. É uma pessoa muito dedicada, esforçada e quero puxar a ele. Ser uma pessoa esforçada independentemente da missão que vier, do melhor jeito possível”, conclui o soldado.

Orgulho estampado no peito

O comprometimento e a dedicação demonstrados por pai e filho não são exclusividade de Pinheiro e Minetto. Recém-chegado à corporação, o soldado Edson Júnior do Carmo de Lara carrega no peito a comprovação da inspiração que seu pai – o subtenente Edson Aroldo de Lara, que está há 26 anos na corporação – é para sua vida nova como militar.

A escolha do primeiro nome do filho para ser igual ao do pai foi uma decisão planejada pela família. Já o sobrenome ‘Lara’, adotado pela corporação para acompanhar Edson em sua nova jornada militar, espelha o legado deixado pelo pai na instituição. A dupla de pai e filho, conhecida no CBMMT como Lara e Edson Lara, simboliza a concretização do sonho do subtenente.

“Apesar de eu não querer pressioná-lo, era um sonho que ele seguisse a carreira. Vê-lo fardado e estar aqui com ele era um sonho. Desde o primeiro dia que falou que ia fazer o concurso, a alegria foi imensa”, afirma o subtenente Lara.

O subtenente Lara e o filho, soldado Edson Lara

E a felicidade foi completa quando, além de querer ser um bombeiro militar, o filho se dedicou para que o sonho se tornasse realidade, segundo o subtenente Lara.

“Eu não queria forçar meu filho a seguir essa carreira. Ele chegou a prestar concurso para outras carreiras, mas eu percebi que para o concurso dos bombeiros ele se dedicou de uma maneira diferente. Estudou em casa e estava muito mais focado do que nos outros. Para mim foi muita alegria e a felicidade maior quando ele foi classificado e seguiu com o restante do certame até a formatura”, conta o subtenente.

A dedicação só foi possível graças à influência do pai, que moldou sua trajetória de maneira significativa, segundo Edson Lara. Desde os primeiros anos, seu pai serve como um modelo de comportamento e valores, ensinando ética, perseverança e o desejo de servir.

“Meu pai me influenciou e sempre demonstrou uma paixão muito grande pela profissão. Quando eu nasci ele já era bombeiro militar. Então, desde sempre eu o vejo como um bombeiro que sempre amou a farda, ele sempre demonstrou essa paixão. E, aos poucos, eu fui me apaixonando pela profissão também. Pelo que o bombeiro faz, pelo que meu pai fazia e as historias que ele me contava, tudo isso fez com que eu ficasse mais apaixonado. E graças a Deus estou nessa profissão”, afirma o soldado Edson Lara.

A presença constante do pai, que também conseguiu equilibrar bem sua carreira com a vida familiar, proporcionou ao filho a confiança para enfrentar o desafio que é ser um bombeiro militar.

“Meu pai conseguiu conciliar os dois: a família e a profissão. Nunca foi ausente para mim, para minha mãe e irmãs. Todo o tempo que sobrava ele dedicava à nossa família. Nunca me faltou afeto, atenção e carinho, nada da parte dele”, garante Edson Lara.

O soldado, que tem pouco mais de um mês na profissão, considera gratificante ouvir os elogios dirigidos ao pai quando lhe perguntam se ele é filho do subtenente Lara. Reconhecimento que o motiva ainda mais a buscar ser igualmente respeitado e admirado como o pai é.

“Quando eu entrei na corporação, ouvi muitos elogios ao meu pai. Muita gente falando que meu pai é exemplar. Um ótimo militar, uma ótima pessoa. E quero seguir esse caminho para que um dia as pessoas possam falar assim de mim também”, conclui o soldado.

Para o subtenente Lara, ser fonte de experiência e sabedoria para o filho, permitindo que o filho enfrente desafios com confiança e resiliência, é a melhor realização que poderia ter.

“Nessa questão de carreira, eu procuro orientar. Conversamos bastante. Ele é um menino muito dedicado e tem um perfil muito bom. Mas sem essa preocupação de que tem que seguir meus passos. É um orgulho muito grande falar para todos que meu filho é bombeiro. É um grande amigo e hoje companheiro de trabalho”, encerra o subtenente Lara.

Mais do que pais e filhos, a determinação de fazer a diferença e o compromisso com a segurança e o bem-estar dos outros são princípios que unificam a jornada desses militares. E embora cada um tenha sua própria trajetória, a influência e a inspiração do pais continuam a moldar e a guiar o caminho dos filhos, não apenas no Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, mas na vida.

Fonte: Governo MT – MT

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Confira o status das obras dos quatro Hospitais Regionais em construção pelo Governo de MT

by Almanaque Cuyabá 11 de agosto de 2024
written by Almanaque Cuyabá

As obras dos novos Hospitais Regionais de Tangará da Serra, Alta Floresta, Juína e do Araguaia, em Confresa, estão avançando em Mato Grosso. De acordo com o planejamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), a previsão é de que as quatro unidades sejam entregues a partir de 2025.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destaca que a construção dos novos hospitais será um divisor de águas para a Saúde Pública de Mato Grosso, pois preencherá vazios assistenciais que já perduram por décadas.

“A gestão do governador Mauro Mendes trata a saúde como uma prioridade e constrói seis grandes hospitais em Mato Grosso. Dois deles estão em Cuiabá e quatro, os hospitais regionais, são no interior do Estado, justamente para preencher os vazios assistenciais que existem. Não tenho dúvidas de que vivemos um momento histórico para a Saúde Pública de Mato Grosso e esse cenário próspero resultará em muitos benefícios para a população do Estado”, afirma.

A construção mais adiantada é a do Hospital Regional de Alta Floresta, que foi iniciada em junho de 2022 e está 63,6% concluída. O valor já transferido para a execução da obra foi de R$ 87,6 milhões. Foram concluídos no local a limpeza do terreno, a terraplanagem, execução do canteiro de obra e tapume, a montagem de estacas e blocos, além da fundação da estaca hélice contínua, do bloco, armação da viga de baldrame e concretagem de viga e radier. O investimento total na unidade será de R$ 144,3 milhões em obras.


Hospital Regional de Alta Floresta

A obra do Hospital Regional de Juína foi iniciada em maio de 2022 e recebeu, até o momento, investimentos de R$ 47,8 milhões. Já foram executados 38,1% do projeto, com as obras concluídas de montagem das estacas, da usina de concreto, execução do tapume, terraplanagem e limpeza do terreno, além da fundação da edificação principal. A aplicação financeira para a conclusão da unidade totalizará R$ 125,5 milhões em obras.


Hospital Regional de Juína

O Hospital Regional do Araguaia, em Confresa, já recebeu um aporte financeiro de R$ 42,1 milhões. Na unidade, já foram executados 32,6% dos serviços, sendo finalizados a terraplanagem, o tapume, a montagem de estacas da edificação principal e periféricas, os canteiros de obras; estão em fase final a estrutura das taças metálicas e da edificação principal. O hospital receberá um investimento total de R$ 129,2 milhões em obras.


Hospital Regional do Araguaia, em Confresa

O Hospital Regional de Tangará da Serra está com 34,1% da obra realizada e já foram aplicados R$ 43,5 milhões para a execução da obra. Foram concluídas a terraplanagem, execução do canteiro de obras, montagem das estacas, blocos e armação da viga baldrame, fundação do bloco e execução do muro. O investimento total no hospital será de R$ 127,5 milhões em obras.


Hospital Regional de Tangará da Serra

Estruturas

As novas estruturas contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI – entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal – para atendimento na média e alta complexidade.

As unidades também vão ter 10 consultórios médicos, dois consultórios para atendimento a gestantes, seis salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.

A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, explica que as equipes técnicas acompanham de perto o avanço das obras.

“As obras estão avançando e estamos acompanhando o passo a passo de cada uma dessas unidades. Assistimos os projetos desenvolvidos pela equipe de obras da SES ganhando forma e temos a certeza de que esses novos hospitais beneficiarão muito a população de Mato Grosso. As novas estruturas terão tudo o que há de mais moderno na área de infraestrutura em saúde”, finalizou.

Outros grandes hospitais


Hospital Central, em Cuiabá

Além dos quatro novos Hospitais Regionais, o Governo do Estado está construindo duas grandes unidades hospitalares em Cuiabá: o Hospital Central e o novo Hospital Universitário Júlio Muller.

Com investimento de R$ 215,3 milhões em obras, o Hospital Central, cuja construção ficou abandonada por 34 anos, já está 95% executado e terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3 mil consultas especializadas e 1,4 mil exames por mês. A unidade será referenciada para os serviços de alta complexidade em saúde.

Já o novo Hospital Júlio Muller, executado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), tem 58,3 mil metros quadrados de área construída e já está 67% executado. A unidade hospitalar é construída por meio de um convênio entre o Governo e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em um investimento total de R$ 221,1 milhões, divididos entre Estado e União.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil aplica mais de 5,9 mil questionários para identificação de fatores de risco para violência doméstica

by Almanaque Cuyabá 11 de agosto de 2024
written by Almanaque Cuyabá

A Polícia Civil de Mato Grosso aplicou o Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar) com 5.974 mulheres no primeiro semestre deste ano. O documento é um importante instrumento para avaliar o cenário a que estão submetidas as vítimas de violência doméstica e familiar.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram aplicados 5.769 formulários, houve aumento de 3,5% nas respostas.

O Formulário Nacional de Avaliação de Risco foi instituído por meio da Lei 14.149, de 2021, e é aplicado no momento em que as mulheres são atendidas nas delegacias de polícia. O questionário é uma forma de apurar os fatores que indicam risco à mulher de sofrer violências mais graves e serve para subsidiar a atuação dos órgãos de segurança pública, Ministério Público, Poder Judiciário. Além disso, acionar a rede de proteção na gestão do risco identificado, com a tomada de medidas de prevenção e segurança.

“Quando a mulher procura uma delegacia, ela chega ali cheia de angústias, aflições, problemas vividos no ambiente doméstico familiar. Com base nessas circunstâncias, é analisado qual o risco em que a vítima está inserida e avaliadas as medidas necessárias, se é a medida protetiva ou se demanda um pedido de prisão preventiva do agressor ou outra ação cautelar, além de indicar se a mulher pode ser uma vítima potencial de um crime mais grave, como o feminicídio”, aponta a delegada Mariell Antonini, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande.

“A análise é extremamente importante para que o policial tenha uma visão mais ampla do histórico da violência, porque possibilita o real alcance do risco a que a vítima está exposta”, acrescenta.

A inclusão do Formulário Nacional de Avaliação de Risco digitalmente no Sistema Geia da Polícia Civil, a partir do ano passado, deu agilidade na aplicação dos questionários às vítimas de violência doméstica e familiar, possibilitando, assim, a geração de estatísticas.

O preenchimento do Fonar também é importante para solicitação do benefício do programa SER Família Mulher, do Governo do Estado. Na avaliação é feita a análise socioeconômica e a existência dos requisitos para recebimento do benefício.

“Na última parte do formulário é que é realizado o encaminhamento da mulher vítima de violência para a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, na região metropolitana de Cuiabá. No interior, essa vítima é encaminhada às Secretarias de Assistência Social dos municípios”, explica a delegada.

O programa SER Família Mulher é coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania e é destinado às mulheres vítimas de violência doméstica e que tenham medidas protetivas, além de estarem em situação de vulnerabilidade social. Por meio do programa, cada mulher atendida recebe um auxílio-moradia no valor de R$ 600,00.

Além do benefício financeiro, o programa, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, como ação afirmativa do Governo do Estado, fortalece a rede de enfrentamento a violência contra a mulher envolvendo setores como a saúde, assistência social, segurança pública, sistema judiciário, e educação, além de parceria com os municípios.

“Todas as ações de segurança são extremamente importantes, e os formulários serão imprescindíveis para balizar as ações de combate à violência doméstica e, por consequência, diminuir os índices de feminicídios”, observou a primeira-dama Virginia Mendes.

Análise de riscos

A partir da inclusão digital dos formulários, a Polícia Civil já aplicou, desde o ano passado, 11.743 mil documentos preenchidos junto aos pedidos de medidas protetivas nas delegacias de Polícia.

O Fonar é um instrumento técnico aplicado para auxiliar a Polícia Civil a:

• Reduzir a margem de subjetividade dos profissionais na interpretação da gravidade da situação de violência relatada pelas mulheres em situação de violência doméstica e familiar;

• Atuar na prevenção para vítimas diretas e indiretas na existência de risco de feminicídio (identifica o risco ou potencial da violência se tornar recorrente e do agravamento da violência e da letalidade);

• Fundamentar pedidos de medidas protetivas (fornece informações sistematizadas para os profissionais);

• Auxiliar as vítimas a compreenderem o grau de risco a que estão expostas;

• Estabelece parâmetros para o monitoramento dos casos e tomada de decisões.

Leia mais:

Medidas protetivas crescem 10%: https://www.pjc.mt.gov.br/w/an%C3%A1lise-da-pol%C3%ADcia-civil-aponta-que-pedidos-de-medidas-protetivas-de-urg%C3%AAncia-cresceram-10-

Polícia Civil concluiu 100% dos inquéritos de feminicídio: https://www.pjc.mt.gov.br/w/pol%C3%ADcia-civil-concluiu-100-dos-inqu%C3%A9ritos-de-feminic%C3%ADdio-do-semestre-17-autores-foram-presos

Fonte: Governo MT – MT

11 de agosto de 2024 0 comments
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Bombeiros extinguem incêndio em veículos abandonados em Cuiabá

by Almanaque Cuyabá 10 de agosto de 2024
written by Almanaque Cuyabá

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na tarde deste sábado (10.08), um incêndio que atingiu veículos em desuso, que estavam em um terreno próximo a um condomínio residencial no bairro Chácara dos Pinheiros, em Cuiabá.

A equipe do 1º Batalhão Bombeiro Militar (1º BBM) foi acionada via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) após solicitação de moradores do condomínio. Eles relataram que as chamas iniciaram em uma área de vegetação no terreno, utilizado para a guarda de veículos em desuso, e já atingiam alguns automóveis.

No local, os bombeiros identificaram que uma carreta e outros dois veículos estavam em chamas, muito próximos a outros automóveis.

Prontamente, as equipes iniciaram o combate direto, com o apoio de duas viaturas que foram empenhadas para essa ocorrência, com o objetivo de extinguir o incêndio e evitar que outros veículos fossem atingidos.

Após o controle do incêndio, os militares realizaram o rescaldo, a fim de garantir que o fogo não reiniciasse e que o local estivesse completamente seguro.

Ninguém ficou ferido. Não há informações sobre a propriedade do terreno ou dos veículos.

Fonte: Governo MT – MT

10 de agosto de 2024 0 comments
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Corpo de Bombeiros combate 20 incêndios florestais em Mato Grosso neste sábado (10)

by Almanaque Cuyabá 10 de agosto de 2024
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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso combate 20 incêndios florestais em Mato Grosso neste sábado (10.08). Atuam 121 bombeiros, com apoio de quatro aviões, 40 viaturas, entre caminhões-pipa e caminhonetes, 21 máquinas para a construção de aceiros e um barco.

Em Cuiabá, 10 bombeiros estão distribuídos nas regiões do Distrito da Guia, Coxipó do Ouro e nas proximidades da Usina do Manso. As equipes contam com apoio de três caminhonetes para deslocamento.

No Pantanal, são 59 bombeiros distribuídos na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) SESC Pantanal, em Barão de Melgaço; em Porto do Triunfo e na Fazenda Cambarazinho, em Poconé; em Porto Conceição e na divisa com a Bolívia, em Cáceres; e na região da Fazenda Belica, que faz divisa com Mato Grosso do Sul.

Essas equipes contam com dois aviões, 12 viaturas, nove máquinas e uma embarcação.

Auxiliam nas ações oito funcionários da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), três membros da Defesa Civil do Estado, um integrante do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), brigadistas do ICMBio e Ibama, militares do Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira e Marinha do Brasil.

Dentro do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense (Parna Pantanal), brigadistas do ICMBio e do Ibama combatem um incêndio próximo à divisa da Reserva Particular do Patrimônio Natural Estância Dorochê.

Na Serra Ricardo Franco, em Vila Bela da Santíssima Trindade, 13 bombeiros fazem o combate direto onde há acesso. As ações contam com apoio de um caminhão-pipa e cinco caminhonetes.

Trinta e nove bombeiros combatem incêndios florestais na Fazenda Casa Branca, em Paranaíta; na Fazenda Morro Alto, em Marcelândia; na APA Nascente do Rio Paraguai, em Diamantino; no Sítio Salvador, em Aripuanã; na Fazenda Luz do Luar, em Juína; na Fazenda Renascer, em Alto Paraguai; na Terra Indígena Umutina, em Barra do Bugres; Fazenda Batovi, em Tesouro; próximo ao Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis; e em Mimoso.

Monitoramento de incêndios

O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) monitora com satélites incêndios florestais em Cuiabá, na região do Distrito de Aguaçu e na BR-163, em direção a Jangada.

Também são monitorados na Fazenda Floresta VII, em Apiacás; na Fazenda Guanabara e Vale Verde, em Marcelândia; na Fazenda Coroados do Norte II, em Paranaíta; na Fazenda Bauru, em Colniza; na Fazenda Araúna, Parque Estadual Cristalino e Fazenda Conquista, em Novo Mundo; no Projeto de Assentamento Brasil Novo, em Querência; na Fazenda Bonanza, em Cláudia; na Fazenda Moinho-Califórnia, em São José do Xingu; nas Fazendas São Paulo e Três Formigas, em Tabaporã; na Fazenda Tauá, em Nova Mutum; na Fazenda Maika, em União do Sul; nas Fazendas Urupianga I e II, em São Félix do Araguaia; no Sítio Buriti, em Confresa; Fazenda Presidente, em Cocalinho; Fazenda Cruzeiro, em Nova Maringá; Fazenda Garcias, em Nova Bandeirantes; Sítio Bom Descanso, em Sinop; Fazenda Sarandi, em Luciara; Fazenda Caibi, em Vila Rica, em Santa Carmem, Vera, General Carneiro, Nova Senhora do Livramento, Tapurah, Santa Terezinha e Serra Nova Dourada.

O BEA monitora incêndios florestais nas Terras Indígenas Sangradouro/Volta Grande e Merure e na Reserva Indígena São Marcos, localizadas na região de Primavera do Leste, na Terra Indígena Capoto Jarinã, em Peixoto de Azevedo. Por serem áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros não foi acionado.

Todos os incêndios combatidos pelos militares também são monitorados pelo BEA para orientar as equipes em campo.

A estiagem severa e a baixa umidade do ar têm contribuído para a propagação das chamas e o Corpo de Bombeiros pede que a população colabore e respeite o período proibitivo. A qualquer indício de incêndio, os bombeiros orientam que a denúncia seja feita pelos números 193 ou 190.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo de uso do fogo, o Corpo de Bombeiros extinguiu 47 incêndios florestais no Estado, em Cuiabá, Pontes e Lacerda, Chapada dos Guimarães, Sorriso, Vila Rica, Porto Alegre do Norte, Poconé, Vila Bela da Santíssima Trindade, Nova Lacerda, Barão de Melgaço, Planalto da Serra, Nova Brasilândia, Rosário Oeste, Canarana, Peixoto de Azevedo, Marcelândia, Canabrava do Norte, Itanhangá, Primavera do Leste, Paranaíta, Nova Mutum, Sinop, São José do Rio Claro, Alto Araguaia, Novo Santo Antônio, Poxoréu, Cláudia e Canarana, em Jaciara, em Confresa; e em Barra do Garças.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 255 focos de calor entre sexta-feira (09.08) e sábado, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 176 se concentram na Amazônia e 79 no Cerrado. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Importante ressaltar que o foco de calor isolado não representa um incêndio florestal. Entretanto, um incêndio florestal conta com o acúmulo de focos de calor.

Fonte: Governo MT – MT

10 de agosto de 2024 0 comments
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Bolsista do Governo de MT conquista vice-campeonato mundial de tênis sub-14

by Almanaque Cuyabá 10 de agosto de 2024
written by Almanaque Cuyabá

O jovem tenista Livas Damazio, bolsista do projeto Olimpus, do Governo de Mato Grosso, conquistou o vice-campeonato no torneio de tênis sub-14 realizado em Prostejov, na República Tcheca.

O time Brasil, do qual a atleta cuiabano faz parte, foi superado pela equipe dos Estados Unidos na final da competição realizada neste sábado (10.08).

Esta foi a primeira vez na história que o Brasil chega à final do Mundial nesta categoria.

Recentemente, Livas disputou finais em torneios importantes, como o de Annency e Blois, na França, e chegou à semifinal em Duren, na Alemanha, na semana passada.

Um dos momentos de mais destaque foi a vitória da última quinta-feira (08.08), quando o mato-grossense de apenas 14 anos venceu o japonês Takahiro Kawaguchi, campeão de Wimbledon, garantindo assim a classificação para as semifinais e, subsequentemente, a final do Mundial de Prostejov.

O secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, David Moura, parabenizou o jovem tenista pelo vice-campeonato e pelas conquistas durante turnê pela Europa.

“Estamos extremamente orgulhosos do desempenho do Livas neste Mundial. Essa conquista é, sem dúvida nenhuma, reflexo do seu talento e esforço. No que depender do Governo do Estado, continuaremos apoiando e investindo em nossos jovens atletas para que possam alcançar ainda mais sucesso”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

10 de agosto de 2024 0 comments
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