O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na manhã deste sábado (10.08), um incêndio em uma empresa de armazenagem localizada no bairro Industrial, em Primavera do Leste (234 km de Cuiabá).
A 6ª Companhia Independente de Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada via 193 para extinguir um incêndio em uma área externa da empresa, usada para armazenar lenha. Havia o risco de as chamas atingirem o galpão da empresa.
No local, os bombeiros militares constataram que funcionários de uma empresa vizinha tentavam, sem sucesso, conter as chamas.
Imediatamente, a equipe de bombeiros militares iniciou o combate direto ao incêndio e solicitou ao proprietário da empresa uma pá-carregadeira para espalhar o material em chamas, a fim de tornar o combate mais eficaz.
Após controlar o incêndio, os bombeiros militares orientaram o proprietário a separar o material atingido pelas chamas e isolar a madeira que não foi queimada, devido ao seu potencial combustível.
Não houve danos à estrutura física da empresa e ninguém ficou ferido.
Fonte: Governo MT – MT

A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso promoveu uma reunião on-line para sensibilizar notários e registradores sobre o Projeto “Cartório Inclusivo: integrar para valorizar”, que prevê a reserva de 10% das vagas de emprego nos cartórios para as mulheres em situação de violência. A reunião ocorreu na tarde desta sexta-feira (09) e contou com a participação de cerca de 250 pessoas, entre magistrados, servidores, psicólogos, assistentes sociais e cartorários.
O corregedor lembrou ainda que o projeto foi lançado no mês de março, mês dedicado às mulheres, e que desde então cinco formulários para o requerimento de vagas nas serventias extrajudiciais foram preenchidos. “É com imensa satisfação que informo estes números e que três mulheres já foram contratadas. Embora seja motivo de celebração, é importante que continuemos fortalecendo essa rede de proteção e promoção do direito das mulheres tanto no âmbito judicial quanto extrajudicial”, reforçou.
O magistrado lembrou ainda que Mato Grosso vive uma onda crescente de violência contra as mulheres e que o projeto da CGJ nasceu justamente para permitir que as mulheres em situação de violência e que tenham alguma dependência financeira possam quebrar esse ciclo por meio de um trabalho louvável. “Que elas possam encontrar a reestruturação pessoal, principalmente quando falamos em subordinação econômica e que possam se reerguer, rompendo esse ciclo”, completou.