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Almanaque Cuyabá

Almanaque Cuyabá

O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

TESTE ANCORA

Polícia Civil cumpre 10 ordens judiciais contra autores de assassinato de irmão de PM em Cuiabá

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá
A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deflagrou, na manhã desta terça-feira (02.07), a Operação Lei e Ordem para cumprimento de 10 ordens judiciais, contra integrantes de uma organização criminosa envolvidos no homicídio do irmão de um sargento da Polícia Militar.

Os mandados, sendo cinco de prisão temporária e cinco de busca e apreensão domiciliar, são cumpridos em Cuiabá e na cidade de Campo Grande (MS). A operação conta com apoio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Campo Grande.

Os alvos são investigados pelos crimes de homicídio qualificado pelo motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, por integrar organização criminosa e impedir investigação de organização criminosa.

O crime que vitimou Rogério Ricard Santos, 44 anos, ocorreu no dia 17 de fevereiro de 2022, no bairro 1º de março em Cuiabá, ocasião em que a vítima foi cruelmente espancada por integrantes de uma organização criminosa. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital Municipal de Cuiabá, onde não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

As investigações da DHPP apontaram que o verdadeiro alvo dos criminosos era o policial, irmão da vítima. O crime seria uma tarefa dada a um dos membros da facção, que precisava se reabilitar com a organização criminosa e recebeu a incumbência de matar um policial. Diante da dificuldade da tarefa, o irmão da policial foi a vítima da execução.

Durante os trabalhos de apuração dos fatos, um policial da DHPP que atuava em diligências na região do bairro 1º de março foi ameaçado por membros do grupo criminoso para que a investigação fosse encerrada, “Ficou bem nítida a ação da facção criminosa no intuito de acabar com a investigação que em curso, caracterizando além dos demais crimes, a conduta de impedir investigação de organização criminosa”, disse o delegado responsável pelas investigações, Maurício Maciel.

A operação parte de um planejamento adotado pela DHPP na repressão qualificada da força policial no enfrentamento para esclarecer os crimes e chegar às prisões dos autores. O planejamento estratégico teve início com a análise criminal e mapeamento dos inquéritos policiais que reuniam indícios de autoria de crimes praticados a mando de facções criminosas na região metropolitana de Cuiabá.

Há cerca de 20 dias, a DHPP deflagrou a Operação Sicários com 16 mandados de prisões e buscas e apreensões contra integrantes de facções criminosas envolvidos em homicídios nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

“DHPP tem feito esse planejamento para reprimir crimes violentos, com atuação repressiva qualificada, impactando, diretamente, na prevenção a delitos com as prisões dos executores”, pontuou o titular da unidade especializada, delegado Rodrigo Azem.

Atendimento à imprensa

O delegado titular da DHPP, Rodrigo Azem, e o delegado responsável pela operação, Maurício Maciel Pereira Júnior, falarão com a imprensa em coletiva às 09h30 desta terça-feira (02.07), na sede da DHPP (Av. Tenente-coronel Duarte, 1044 – Centro/Cuiabá).

Fonte: Governo MT – MT

2 de julho de 2024 0 comments
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TESTE ANCORA

Justiça Restaurativa aplicada ao sistema socioeducativo é tema de painel em seminário no TJMT

by Almanaque Cuyabá 1 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá
A relação entre a Justiça Restaurativa e o contexto do adolescente e a socioeducação foi o tema central das palestras do período vespertino do Seminário Justiça Restaurativa em Ação: Transformando Sistemas e Unindo Regiões, promovido pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso nesta segunda-feira (1º de julho).
 
A palestra “Justiça Restaurativa como Alternativa ao Processo de Apuração do Ato Infracional”, ministrada pelo presidente do Instituto Terre des Hommes Brasil, Renato Pedrosa, abriu os trabalhos da tarde.
 
A ONG francesa possui 40 anos de atuação, tem sede brasileira em Fortaleza (CE) e realiza diversos trabalhos com crianças e adolescentes, de proteção à vida, prevenção da violência, pesquisas e práticas restaurativas, que foram apresentadas por Renato no evento.
 
“Temos que olhar para as origens da Justiça Restaurativa, em comunidades tradicionais, em uma perspectiva dela acontecer no âmbito extrajudicial, para que ela aconteça nas escolas, na comunidade, evitar que crianças, adolescentes e adultos entrem no sistema de justiça, ou seja, resgatar o que é genuinamente a perspectiva restaurativa, com base comunitária, com métodos autocompositivos e de valorização de forças que existem em âmbito comunitário”, destacou o palestrante.
 
As práticas restaurativas aplicadas como políticas públicas é uma das frentes de atuação da ONG, com círculos de construção de paz, células de mediação, cultura de paz, células de mediação social e Conselho Interinstitucional de Justiça Restaurativa, Mediação e Cultura de Paz.
 
“Explorando a Justiça Restaurativa: uma nova abordagem para o Sistema Socioeducativo”, com a defensora pública do Estado do Ceará, Érica Albuquerque, foi a segunda palestra do painel “Adolescente e Socioeducação”, que foi mediado pelo procurador de Justiça Paulo Prado, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.
 
A defensora apresentou o trabalho desenvolvido no Centro de Justiça Restaurativa da Defensoria Pública do Estado do Ceará (CJR), que atua com práticas restaurativas em âmbito extrajudicial, no primeiro atendimento, no início do processo e também na prevenção com círculos de diálogo.
 
“A Justiça Restaurativa vem com esse convite para transformar inclusive nossos padrões de conduta no sistema de justiça infracional. O convite é para trocar as lentes, da justiça retributiva para uma justiça em que se olha as necessidades do outro, o que eles precisam para efetivamente resolver um conflito e responsabilizar, por isso há um alcance com maior efetividade”, defende.
 
Na sequência, o público assistiu a palestra “Justiça Restaurativa e Audiências Concentradas para Reavaliação das Medidas Socioeducativas”, com o juiz do Tribunal de Justiça da Paraíba, Hugo Gomes Zaher, sob mediação do promotor de Justiça Marco Antônio Prado Nogueira Perroni.
 
O magistrado falou sobre as reavaliações das medidas socioeducativas do meio fechado de internação ou semiliberdade por meio das audiências concentradas, que garantem ao adolescente que está em cumprimento de medida o direito à voz e a um momento de falar e trazer suas necessidades.
 
“Nessa perspectiva, podemos apontar como a Justiça Restaurativa e a abordagem restaurativa contribuem para esse atendimento de necessidades, encaminhamentos e uma efetiva integração social desse adolescente”, pontuou o magistrado, que também é coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo da Paraíba (GMF-PB).
 
Para fechar o ciclo de palestras do primeiro do evento, o facilitador de Justiça Restaurativa, rapper, educador, pesquisador, escritor e doutor em Diversidade Cultural e Inclusão Social Chiquinho Divilas fez a palestra “RAPensado a Mediação na Socioeducação”.
 
Chiquinho apresentou trechos de rap com suas rimas no evento, envolvendo os participantes com sua história de vida, que levanta a bandeira “cultura, educação, livros e escolas”, contando como saiu de três expulsões de escolas na periferia de Caxias do Sul (RS) até o doutorado, usando literatura através da letra do rap e do funk e criando rimas com as matérias escolares.
 
“É um trabalho que fazemos em espaços de conflito para tentar ampliar o repertório dos jovens que ali estão, levamos essa metodologia na socioeducação e nas escolas para trabalharmos a erradicação da evasão escolar, que é um dos fatores do alto índice de violência, principalmente nas periferias. Tem tudo a ver com a Justiça Restaurativa, com os círculos de paz, com o surgimento do hip hop, grafite, dança, DJ, MC, isso potencializa e amplia repertório, principalmente nas escolas, que é nosso ponto de referência principal”, observa.
 
O evento continua nessa terça-feira (2 de julho), a partir das 8h30, no auditório Gervásio Leite, na sede do TJMT, e com transmissão ao vivo pelo YouTube.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: foto horizontal colorida da palestra da defensora Érica. Ela está à esquerda d o palco, fala ao microfone diante de um púlpito, ao lado dela está o mediador Paulo Prado e do outro lado o palestrante Renato. Em um projetor de tela está escrito “aqueles que não podem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”. No chão há um tapete e flores e em primeiro plano na imagem está a plateia desfocada. Imagem 2: foto horizontal colorida do juiz Hugo em sua palestra, ao lado do mediador, promotor Marco Antônio. Ele está em pé, fala ao microfone no centro do palco, ao fundo há bandeiras de Mato Grosso, do Brasil e do Poder Judiciário. Ambos estão de terno e gravata e olham para o lado direito. Imagem 3: foto horizontal colorida do palestrante Chiquinho. Ele está cantando um rap no microfone, veste uma camiseta preta escrito “rapajador”, boné e corrente dourada. Ao fundo está uma imagem dele cantando de óculos de sol e boné e escrito rapensando a mediação em amarelo e vermelho.
 
Veja mais fotos no Flickr Oficial do TJMT.
 
Mylena Petrucelli/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TESTE ANCORA

CST da Moradia Popular recebe representante da Secretaria Municipal de Habitação de Cuiabá

by Almanaque Cuyabá 1 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá

A Câmara Setorial Temática (CST) da Moradia Popular da Assembleia Legislativa recebeu apresentações de representantes da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá e da Federação Mato-grossense de Associações de Moradores de Bairros (Femab), durante reunião realizada na tarde desta segunda-feira (1º). No encontro, foram resumidas as ações da gestão da capital no setor e expostas reinvindicações de pessoas que estão em busca de habitação popular.

O coordenador técnico de habitação de Cuiabá, Alan Segóvia, explicou que a gestão escolheu focar em regularização fundiária e informou que o programa para construção de unidades habitacionais da prefeitura, que atenderia trabalhadores do aterro sanitário, está parado. Segundo o representante, o déficit habitacional na capital está em cerca de 100 mil famílias; em 2018 foram mais de 48 mil inscritos para o residencial Nico Baracat.

De acordo com as informações apresentadas, hoje está em andamento a contratação de empresas para a construção de novas 900 unidades habitacionais no município no âmbito do programa federal Minha Casa, Minha Vida, com expectativa de início das obras em agosto ou setembro deste ano e entrega das residências em dezembro de 2025.

Já o presidente da Federação Mato-grossense de Associações de Moradores de Bairros, Walter Arruda, chamou atenção para o que ele chamou de um “apagão” nas políticas públicas de moradia popular e pediu a reativação do Conselho Estadual de Cidades. “Agora, o momento é de reativar esses conselhos, é de reviver todas as ações que busquem melhorar a qualidade de vida dos que estão muitas vezes sem vez, sem voz, para que dê luz à qualidade de vida desses cidadãos e de seus familiares. Nós não estamos aqui reivindicando nenhum favor por parte dos nossos gestores, a volta do conselho é uma obrigação, porque é lei”, afirmou o dirigente da Femab.

Ele também avaliou que a CST da Moradia Popular, criada em maio deste ano, tem contribuído de maneira significativa para um debate que estava deixado de lado. “Esta Câmara Temática tem aproximado as entidades, aproximado a realidade que vive os moradores com a questão da habitação das pessoas que tem que resolver esses problemas, que é o governo, os municípios”, considerou Walter Arruda.

Ainda participaram da reunião representantes de instituições como Caixa Econômica Federal e Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). O presidente da CST, deputado Wilson Santos (PSD), adiantou que está prevista visita a Rondonópolis no próximo dia 19 para conhecer a realidade local. A CST da Moradia Popular foi instituída a partir do Ato n° 14/2024, que também designou os componentes do grupo.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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TESTE ANCORA

Poder Judiciário Estadual abre consulta pública sobre as metas nacionais para 2025

by Almanaque Cuyabá 1 de julho de 2024
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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) abriu consulta pública, por meio de um questionário on-line, para coletar contribuições para as “Metas Nacionais do Poder Judiciário para o ano de 2025”. As perguntas e sugestões podem ser enviadas até a sexta-feira (05 de julho). As respostas contribuirão com o processo nacional de elaboração de metas e, consequentemente, melhora da prestação jurisdicional à sociedade. Não é necessário se identificar, mas a pessoa deve responder se é advogado (a), defensor (a), membro do Ministério Público, magistrado, servidor do Poder Judiciário ou cidadão (ã). São só quatro itens para serem respondidos, dois deles de múltipla escolha.
 
As Metas Nacionais representam o compromisso dos Tribunais de Justiça brasileiros com o aperfeiçoamento da prestação de serviços à sociedade, visando mais rapidez, eficiência e qualidade. A formulação das Metas Nacionais é feita anualmente pelos tribunais, alinhada aos Macrodesafios da Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso tem três propostas de adição de Metas Nacionais em dois tópicos distintos. O primeiro é a Linguagem Simples e o Tribunal quer “incluir ao menos um modelo de documento com técnica de linguagem simples e Direito Visual, no Processo Judicial Eletrônico (PJe).”
 
O Objetivo da Meta é garantir o acesso à Justiça e fortalecer a relação do Judiciário com a sociedade, promovendo a inclusão de cidadãos com diferentes níveis de conhecimento jurídico e acesso à informação. A proposta é incluir, no mínimo, quatro modelos de documentos no Processo Judicial Eletrônico (PJe) que utilizem técnicas de linguagem simples e direito visual.
 
O segundo tópico é Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, e a proposta é a de “implantar programas voltados à reflexão e sensibilização de autores de violência doméstica e familiar contra mulher em 100% das varas com competência exclusiva.”
 
O “Programa de Reflexão e Sensibilização em Varas Especializadas” visa erradicar a violência doméstica e familiar contra a mulher, capacitando a equipe técnica e buscando locais adequados para as reuniões. Seu objetivo é conscientizar autores de violência, prevenir novas agressões e construir uma sociedade mais justa e segura para todas as mulheres.
 
De acordo com o gerente de Estatística e Gestão Estratégica da Coplan (Coordenadoria de Planejamento do TJMT), Anderson Cristiano Neisse, anualmente, são realizados processos de Gestão Participativa na formulação das metas do ano posterior, coletando contribuições diversas de membros do Judiciário, Executivo, Ministério Público e também advogados (as) e cidadãos (ãs).
 
Participe! O Poder Judiciário conta com você!
 
Neste link você tem acesso à consulta pública!
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TESTE ANCORA

Seduc-MT assina convênios para construção de duas escolas e faz entregas em Jaciara

by Almanaque Cuyabá 1 de julho de 2024
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¿O Governo de Mato Grosso assinou convênios por meio da Secretaria de Estado de Educação, no valor de R$ 14 milhões destinados à construção de duas novas escolas estaduais em Jaciara. Também foram entregues chromebooks, smart TVs, notebooks e duas obras de reformas e ampliação: na Escola Municipal Amélia Freire e na Escola Estadual Marechal Rondon.

Na Escola Municipal Amélia Freire, antiga Escola Estadual Francisco Soares de Oliveira, foram investidos R$ 1.919.545,00 na construção de uma quadra poliesportiva, bloco de banheiros, adequações no Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), acessibilidade e estrutura de combate a incêndio.

Já na Marechal Rondon, o investimento foi de R$ 1.901.786,02, com reformas nas instalações elétricas, troca de esquadrias, pintura e revestimentos, além de adequações no Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas, acessibilidade e combate a incêndio.

Sete escolas da rede estadual receberam 1.170 Chromebooks, 82 Smart TVs com investimento de R$ 3,2 milhões. Para a rede municipal, a Seduc entregou 150 Chromebooks para uso dos estudantes, 14 Smart TVs para salas de aula e 92 Notebooks para professores, com investimento de R$ 778 mil reais.


Seduc entregou 92 notebooks para professores da rede municipal

“Estamos compartilhando com a rede municipal o melhor da tecnologia no ambiente escolar, que proporciona para os estudantes e professores uma experiência diferente. Levamos conectividade, formação em habilidades digitais para os educadores e estudantes para que tenham uma experiência muito mais produtiva em sala de aula, disse o secretário de Educação de Mato Grosso, Alan Porto.

Segundo ele, as práticas pedagógicas atuais são muito avançadas. Então, reforça Alan, a tecnologia no ambiente escolar busca exatamente motivar o estudante do século XXI a usar as plataformas digitais e todos os demais recursos que a Seduc oferece. “Com esses investimentos, o Governo de Mato Grosso reforça o compromisso com a educação e o desenvolvimento do município de Jaciara”.

Rosiane Mahar Andrade, diretora da Escola Amélia Freire, disse que está vivenciando uma evolução dentro do projeto pedagógico para as crianças e mais acessibilidade na questão de internet. “Estamos felizes com tudo o que estamos recebendo da Seduc e com esse olhar carinhoso por parte do Estado. Vamos continuar trabalhando com a mentalidade no desenvolvimento e aprendizagem das crianças, além da construção de caminhos que eles poderão seguir no futuro”.

Sobre o uso da tecnologia em sala de aula, a professora Idalina Laura de Araújo disse que essa rotina já foi incorporada à rotina dos estudantes e se tornou um caminho sem volta. Na opinião dela, com os chromebooks para os estudantes a aprendizagem vai avançar ainda mais.

“Parte dessas entregas faz parte de um conjunto de ações do projeto Virada Tec, que é justamente o processo de trazer para esses jovens os recursos que estão sendo usados na rede estadual. Estaremos mais próximos da realidade e da contribuição que podemos dar aos avanços do ensino e da aprendizagem na idade certa”, concluiu a professora.¿


Alem da reforma, a Escola Municipal Amélia Freire ganhou uma quadra poliesportiva

Fonte: Governo MT – MT

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TESTE ANCORA

ALMT instala CST sobre a Efetivação da Política de Saúde Mental

by Almanaque Cuyabá 1 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá

Em continuidade aos trabalhos de atenção à saúde mental, a Assembleia Legislativa instalou, na manhã de hoje (1º) a Câmara Setorial Temática sobre a Efetivação da Política de Saúde Mental em Mato Grosso. “Na realidade, nós precisamos avançar mais do que foi realizado até aqui”, defendeu o presidente da CST, deputado Carlos Avallone (PSDB).

Avallone explicou que, devido ao prazo regimental das CSTs, que não pode se estender por mais de um ano, limita sua duração para seis meses com mais seis meses de acréscimo. Por isso, foi necessário ingressar com um novo pedido para manter o grupo de trabalho. “Nós mudamos um pouco a formatação, os deputados aprovaram e nós estamos instalando hoje a CST para mais um ano a fim de dar continuidade às ações iniciadas em 2023”, defendeu.

“Nós avançamos muito no primeiro ano, porque era uma questão estrutural, nós precisávamos criar centros de atendimento psicossocial em 16 municípios e precisávamos melhorar as residências terapêuticas. Para isso tinha que fazer repasse de recursos a essas cidades”, avaliou o presidente. “Então, a emenda que conseguimos com o governador, na ordem de R$ 20,2 milhões nesse primeiro ano de trabalho, foi justamente repassar aos municípios e dar condições para que eles possam montar essa rede para começar o atendimento”, concluiu.

O objetivo, segundo ele, será voltado a capacitação e a estruturar a integração entre os poderes e as entidades para diminuir burocracias e facilitar os atendimentos ambulatoriais e hospitalares. “Agora, nós precisamos qualificar as equipes, porque nós temos médicos de família, agentes de saúde que vão dentro das casas, que identificam lá quem está com diabetes, quem está com pressão alta, sabe o que a pessoa precisa, acompanha a receita e tal. Mas poucos estão preparados para acompanhar os problemas mentais. Então nós precisamos qualificar a rede para saber receber, identificar e poder agir em situações de adoecimento ou de crise mental”, defendeu Avallone.

A comissão debateu ainda um relatório contendo os principais desafios levantados e as propostas de ações para fortalecimento da rede de atenção hospitalar e ambulatorial. “Nós tivemos a missão de pensar projetos para o fortalecimento permanente em relação aos serviços, aos pontos de atenção. Então, nós reunimos uma média de 14 instituições e representantes da sociedade civil que trouxeram, desde o primeiro momento, esses pontos mais importantes. E aí a gente apresentou, desde o acolhimento, a atenção à crise, a integração dos serviços da atenção básica com o CAPs”, explicou Fátima Ticianel, membro da CST.

Ela explicou que as demandas vão da estruturação ao atendimento especializado à saúde mental dentro das instituições de saúde, com a capacitação e suporte dos profissionais. “Trabalhando todos esses pontos e entendendo que esse processo é de médio e longo prazo, a gente propôs algumas saídas, que é fortalecer a educação permanente no município, trabalhar cursos, a implantação de supervisão clínica institucional nos CAPs”, afirmou Ticianel.

Para a coordenadora de organização de Rede de Atenção Básica à Saúde do Estado, Daniely Beatrice Lago, muito do que está sendo discutido faz parte das ações que vêm sendo desenvolvidas pelo núcleo. “Queria dizer o quanto é potente o trabalho da CST, e a gente fica feliz porque ela é composta por várias instituições e isso fortalece o trabalho. O resultado dessa conciliação de informações mostra que o planejamento da Secretaria de Estado de Saúde já contempla muitas das ações”, afirmou.

“Então todo o diagnóstico sobre a rede de atenção psicossocial do estado está pronto e elaborado” afirmou a coordenadora. “Por isso nós pedimos para vir fazer uma apresentação aqui, para ver que há muita coisa sendo feita que corresponde aos trabalhos da comissão. Isso é muito positivo para nós”, afirmou.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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TESTE ANCORA

Unindo regiões: seminário da Justiça Restaurativa promove intercâmbio de boas práticas entre estados

by Almanaque Cuyabá 1 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá
Como parte das comemorações dos 150 Anos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, teve início nesta segunda-feira (1.07), no Espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, na sede do Palácio da Justiça, em Cuiabá, o Seminário ‘Justiça Restaurativa em Ação: Transformando Sistemas e Unindo Regiões’. 
 
O encontro é realizado por meio do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), com a participação de inúmeros magistrados, em especial de juízes e juízas coordenadores dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), responsáveis pela expansão da política de pacificação social e implementação da Justiça Restaurativa no interior do Estado, gestores municipais, membros do Ministério Público, da Defensoria Pública, representantes das secretarias municipais de educação e assistência social parceiras do Poder Judiciário, servidores das comarcas e membros de instituições parceiras.  
 
Entre os participantes, o desembargador do Tribunal de Justiça e presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Mário Roberto Kono, a defensora pública-geral de Mato Grosso, Maria Luziane Ribeiro de Castro, o procurador de Justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado, a diretora-geral do Tribunal de Justiça, Euzeni Paiva de Paula, entre outros.  
 
Durante a abertura, a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), desembargadora Clarice Claudino da Silva, enfatizou sobre a necessidade de a humanidade adotar lentes mais “humanizadas”, assumindo uma responsabilidade coletiva sobre aquilo que praticamos, e consequentemente, recebemos como colheita de nossas práticas.  
 
“Não há possibilidade de termos um mundo melhor, sem pessoas melhores, e isso é uma constatação muito simples. Nós costumamos dizer que queremos deixar um mundo melhor, mas essa mudança no estado das pessoas começa pela nossa própria pessoa, é justamente transformar nossa maneira de ver o mundo, de ver ao outro, e de ver as consequências de nossos atos, saindo do paradigma que tanto infelicita e destrói relações, que é o apontamento sobre o outro. Nós estamos muito felizes com o início do nosso seminário, exatamente porque ele reforça e reafirma o sucesso daquilo que nós planejamos implementar nesses dois anos de gestão. E termos aqui experiências extremamente interessantes de outros estados e dos nossos municípios, é algo que aquece nosso coração, porque todos nós sentimos que a Justiça Restaurativa é uma forma de fazermos justiça de uma forma diferenciada, mais humana e que se soma à tradicional, e que no futuro terá reflexos interessantes evitando a judicialização em problemas que podem ser resolvidos com o uso do diálogo qualificado por meio do que é aprendido nos círculos de construção de paz”, defendeu a presidente Clarice Claudino.  
 
O juiz auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça e coordenador do NugJur, Túlio Duailibi Alves de Souza, relembrou a trajetória percorrida desde a implantação do Núcleo, há sete (07) anos, para o avanço da Justiça Restaurativa no Estado e para o início de uma mudança comportamental e de valores. 
 
“Este é um seminário extremamente importante para nós. Transformando sistemas e unindo regiões é a vontade que nós temos de trazer a Justiça Restaurativa como um princípio, como um norte para as nossas vidas cotidianas, nosso ambiente de trabalho, nossas relações institucionais, e hoje ao longo de sete anos do NugJur, estamos felizes e gratos porque nós enxergamos o esforço comum de todos, e porque nós conseguimos plantar a semente da Justiça Restaurativa no Estado de Mato Grosso. E não estamos falando de uma pacificação social guiada pela imposição de uma decisão judicial, mas através de uma pacificação promovida por um diálogo qualificado, dentro de uma política onde as pessoas possam entender o seu campo de responsabilidade, e assim contribuir para a resolução de seus próprios conflitos e problemas”, concluiu o juiz Túlio Duailibi, destacando o esforço comum realizado pela desembargadora Clarice Claudino e o desembargador Mário Kono, quando se uniram e juntos definiram o novo desenho para uma política pública eficaz de tratamento adequado de conflitos dentro do Poder Judiciário de Mato Grosso. 
 
 
Os trabalhos tiveram início com o Eixo ‘Criança e Adolescente’. Em um painel inteiramente voltado à prática da Justiça Restaurativa no ambiente escolar, a juíza Maria Lúcia Pratti, coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejsuc) da Comarca de Campo Verde, e idealizadora do Programa “Eu e Você na Construção da Paz”, abriu a sequência de palestras com o tema “A Justiça Restaurativa e a proteção da Criança e Adolescente”, onde foram apresentados dados sobre a implantação dos círculos de paz e o aprimoramento da ferramenta para a proteção efetiva de crianças e adolescentes.  
 
“Para além da aplicação dos círculos de construção de paz, o diálogo constante com as instituições de ensino é uma das medidas que reforçam e fortalecem as práticas restaurativas no ambiente escolar. Não basta implementarmos novos projetos dentro das escolas. Há necessidade de uma transformação da ambiência escolar para que a instituição não seja apenas uma hospedeira de práticas restaurativas, mas efetivamente caminhe em direção de se tornar uma instituição restaurativa”, ponderou a magistrada.  
 
Na sequência, a procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas, Anabel Vitória Mendonça de Souza, ministrou a palestra “A Epistemologia Restaurativa na rede de educação do Estado do Amazonas – Projeto Escola em Paz”. Procuradora de Justiça há 34 anos, Anabel é dedicada à compreensão das complexidades que envolvem as relações humanas e os impactos sociais da Justiça Restaurativa na ambiência escolar.
 
 “A verdade desembargadora [Clarice Claudino] é que nós temos uma coisa que se chama compromisso com a realização da Justiça, que não é o simples acesso ao Judiciário, a gente sabe que se a comunidade não vier com a gente, se a gente não lançar mão da sociedade, nós não transformaremos esse país. O Brasil só será transformado quando nós, enquanto ente público, levarmos o outro a buscar a autorresponsabilidade e a reparação do dano que é o viés efetivo da Justiça Restaurativa. Estamos falando fundamentalmente de mudança de postura”, categorizou Anabel. 
 
O juiz coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), da Comarca de Sorriso, Anderson Candiotto realizou a palestra “Os benefícios da Justiça Restaurativa como Política Pública na Educação Municipal”. A secretária de Assistência Social e primeira-dama de Sorriso, Jucélia Ferro também fez parte do painel. 
 
De janeiro a junho deste ano, a Comarca de Sorriso em parceria com a Prefeitura Municipal foram responsáveis pela realização de mais de 1.000 Círculos de Construção de Paz, aplicados nos mais diferentes espaços de convivência como escolas, projetos sociais de acolhimento à família, entidades de amparo aos idosos, rede municipal de saúde e assistência social, instituições de segurança pública e demais órgãos municipais. Como resultado, mais de 12 mil pessoas foram impactadas pelos efeitos restaurativos dos círculos de paz.
  
“Eu recebi um chamado, o de trabalhar a Justiça Restaurativa em Sorriso, e nós ouvimos. Hoje, nós estamos colhendo lá todos os benefícios que vocês já ouviram aqui, nas palestras anteriores, porque esses benefícios são comuns a todos os lugares onde a política restaurativa é implantada. Hoje vivemos um momento de euforia e alegria, acabamos de fechar o primeiro semestre com 1.007 círculos, e lá em Sorriso também temos a compreensão de que somos instrumentos de Justiça Restaurativa, e que nós fazemos parte de um movimento restaurativo, só que o que nós desejamos é verdadeiramente construir uma sociedade restaurativa”, frisou o juiz Anderson Candiotto.  
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), desembargadora Clarice Claudino da Silva. Segunda imagem: juiz auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça e coordenador do NugJur, Túlio Duailibi Alves de Souza. Terceira imagem: juíza Maria Lúcia Pratti, coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejsuc) da Comarca de Campo Verde. Quarta imagem: procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas, Anabel Vitória Mendonça de Souza. Quinta foto: juiz coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), da Comarca de Sorriso, Anderson Candiotto.
 
Veja mais fotos no Flickr Oficial do TJMT.  
 
Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa TJMT /Fotos: Ednilson Aguiar
[email protected]
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TESTE ANCORA

Lavagem das escadarias da Igreja do Rosário pede paz entre as religiões

by Almanaque Cuyabá 1 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá

Foto: Luiz Marchetti / Assembleia Social

O sábado (29) foi de valorização das tradições das religiões afrobrasileiras, de respeito entre as religiões, de reverência aos ancestrais e de homenagem ao santo negro São Benedito. Foi a 8ª edição da Lavagem das Escadarias da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito, na região central de Cuiabá. O tema deste ano foi “Energia Ancestral, Axé”, desejando, no vocabulário dos povos de terreiro, muitas energias boas e paz a todas as pessoas.

A Lavagem das Escadarias, ato cultural que consta do calendário oficial de Cuiabá desde 2018, não tem fins lucrativos e tem o objetivo de promover o respeito à diversidade cultural e racial, dizendo ‘não’ ao racismo e à intolerância religiosa.

O rito é uma forma de reivindicar a ocupação por pessoas pretas de um ambiente construído por mãos escravizadas. O ato cultural contou com cânticos, pontos religiosos, batuque, danças, água de cheiro, bênçãos, caminhada e, claro, a lavagem das escadas, uma forma de abrir caminhos. O evento antecede às programações da Festa de São Benedito, que este ano começa nesta terça-feira (02/07).

Lindisey Catarina de Sá, diretora estratégica da Associação da Comissão da Lavagem das Escadarias da Igreja do Rosário da Igreja e São Benedito, registrou que “os bens simbólicos perpetuam a experiência de gerações e os símbolos devem ser valorizados e estruturados por práticas sociais recorrentes”. Ela registra ainda a importância de “valorizar e resgatar a cultura do povo preto no município de Cuiabá, de trazer os ícones da nossa cultura, mostrando para a população Cuiabana a influência das pessoas negras na história da cidade”.

O evento começou no alvorecer, com café da manhã no Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC). De lá, os participantes seguiram para a Igreja de São Benedito, onde houve a lavagem e a Caminhada da Paz. A agenda terminou com a feijoada de confraternização, que celebra a gastronomia ancestral dos afrobrasileiros.

Participaram do evento integrantes de comunidades quilombolas e dos povos de terreiros e de religiosidade de matriz africana, grupos de expressões culturais afrobrasileiras, como o maracatu, pessoas de outras religiões e público em geral.

O ponto alto do rito é a soltura de pombas brancas, representando a paz entre as religiões. Dani Paula Oliveira, superintendente da Assembleia Social, uma das instituições apoiadoras do evento, foi uma dentre os escolhidos para soltar as pombas da paz. “O evento foi lindíssimo, a comissão organizadora está de parabéns! Eu me emocionei muito e todos saímos de lá mais fortalecidos para a construção de uma sociedade de paz, de respeito e de amor!”, concluiu.


Assembleia Social

Telefone: (65) 3313-6994


Fonte: ALMT – MT

1 de julho de 2024 0 comments
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