Vídeo flagra rato tomando banho de chuva e viraliza nas redes; entenda

Um vídeo de um rato aparentemente “tomando banho de chuva” viralizou no Twitter, com 190 mil curtidas até o final de semana. Nele, o roedor faz movimentos semelhantes a uma pessoa se limpando, passando as patas na cabeça e no corpo, enquanto está sob a chuva, ao lado de um bueiro. Segundo o biólogo Rafael Lomazi, esse comportamento não é uma intenção do rato de “tomar banho”, mas uma ação habitual de limpeza. Eles usam as patas para remover sujeiras ou incômodos, como se fossem uma auto limpeza, usando sua saliva. O rato no vídeo provavelmente aproveitou a água da chuva para esse processo, mas não é algo que aconteça sempre quando chove. O biólogo João Arthur sugere que o rato pode estar tentando remover o excesso de água dos pelos, possivelmente após ser expulso de um esconderijo por causa da enxurrada. Em 2018, um vídeo similar com outro rato, aparentemente ensaboado, também viralizou, com especialistas apontando que o roedor tentava se livrar de algo incômodo.
Três em cada dez jovens brasileiros querem ter o próprio negócio

Três em cada dez jovens brasileiros, entre 18 e 27 anos, desejam ter o próprio negócio, segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Instituto IDEIA. A pesquisa mostra que a escolaridade influencia o interesse em empreender, sendo mais forte entre os jovens mais escolarizados, e que negros e pardos têm maior desejo de empreender. O estudo também revela que, embora 42% dos jovens estejam empregados com CLT, muitos preferem outras formas de trabalho. Além disso, a corrupção (34%) é vista como o maior problema do país, seguida pela violência (30%). A crise ambiental, que antes era menos citada, subiu para a quarta posição. Em termos políticos, a maioria (67%) se diz distante da polarização, com 23% se identificando com Bolsonaro e 28% com Lula. A pesquisa também mostrou que problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão (38%), são as maiores preocupações entre os jovens.
Psicopata americano’: O capitalismo sádico retorna em cena
À primeira vista, Psicopata Americano pode parecer uma cápsula do tempo, mas Patrick Bateman segue incrivelmente atual. Mesmo com avanços no debate sobre masculinidade tóxica e capitalismo, o personagem ainda ressoa como um arquétipo de poder e status. A obra expõe como ideais ultrapassados continuam influenciando comportamentos. Homens criados sob o conceito de “superioridade masculina” sentem frustração ao não atenderem suas expectativas de domínio, muitas vezes canalizando isso em violência. Estudos mostram que esse padrão resulta em maior propensão ao bullying, comportamentos de risco e depressão, prejudicando não apenas as mulheres, mas os próprios homens. Além disso, Bateman personifica o ideal capitalista extremo: ele busca a melhor aparência, os melhores restaurantes e a exclusividade absoluta. Sua obsessão pelo consumo e pelo status reflete uma cultura que, mesmo décadas depois, segue premiando ostentação e individualismo. Ao satirizar os excessos de sua época, Psicopata Americano revelou vícios que a sociedade ainda não abandonou. A questão que permanece é: até quando continuaremos alimentando os Patrick Batemans da vida real?
Edifício Joelma: relembre tragédia que há 51 anos deixava 187 mortos

O incêndio no Edifício Joelma, ocorrido em 1º de fevereiro de 1974, figura entre as maiores tragédias urbanas do Brasil. Situado no atual Edifício Praça da Bandeira, no coração de São Paulo, o edifício foi consumido por um incêndio devastador que ceifou a vida de 187 pessoas e deixou mais de 300 feridos. O episódio não apenas chocou o país, mas também expôs falhas estruturais e de segurança, levando a mudanças significativas nas normas de prevenção contra incêndios. A tragédia ocorreu menos de dois anos após o incêndio no Edifício Andraus, também na capital paulista, reforçando a urgência de revisar protocolos de segurança em edificações de grande porte. O desastre no Joelma tornou-se o segundo pior incêndio em arranha-céus em número de vítimas fatais, ficando atrás apenas do colapso das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001. O episódio permanece na memória coletiva, cercado de histórias de coragem, desespero e mistério, e consolidou-se como um marco na história da engenharia civil e da segurança predial no Brasil.
Mistério no Maracanã: a busca da aliança perdida envolve o craque da Seleção

Por Bento Andreato – 11/12/2018 “Perdi a minha aliança!”, exclamou Didi, o meio-campista da seleção brasileira, interrompendo abruptamente o treino da equipe às vésperas da Copa do Mundo de 1958. A notícia espalhou-se rapidamente, e o Maracanã, palco dos maiores momentos do futebol mundial, viu-se transformado em um cenário improvável para uma busca frenética. Didi não quis saber de desculpas e, com um senso de urgência incomum, pediu aos colegas de time que se ajoelhassem no gramado para ajudá-lo a procurar o anel de casamento perdido. Horas se passaram, e o sol começou a se pôr, mas a aliança seguia desaparecida. O treino transformou-se em uma verdadeira missão de resgate, com os jogadores exaustos, mas comprometidos, vasculhando cada centímetro do campo. Mesmo assim, não havia sinal do precioso item. A cena foi capturada por câmeras e, no dia seguinte, os jornais estamparam a imagem dos jogadores, ajoelhados e desesperados, como uma das mais peculiares histórias do futebol brasileiro. Quando o dia seguinte chegou, a esposa de Didi, Guiomar, apareceu no hotel, tendo visto nas notícias a busca de seu marido. Com uma atitude serena, ela o tranquilizou, dizendo: “Não se preocupe, compramos uma mais bonita.” A perda da aliança, afinal, não foi motivo para crise, mas sim um ponto de reflexão sobre o relacionamento do casal. No entanto, a história não deixou de alimentar rumores. Alguns acreditaram que Didi havia orquestrado toda a cena como uma desculpa para justificar a perda da joia em circunstâncias duvidosas. Fato ou ficção, o episódio da “caçada à aliança” ficou eternizado como uma das anedotas mais curiosas daquela época, misturando o drama pessoal com o inusitado do futebol.
Verdades que seu cabeleireiro gostaria de te dizer, nao não diz

Os cabeleireiros lidam com uma série de situações e, por mais que queiram dar algumas dicas sinceras, existem aspectos que acabam sendo deixados de lado por questões de educação ou profissionalismo. Mas, curiosamente, o que se passa na mente do seu cabeleireiro pode ser revelador. Abaixo, você vai descobrir alguns segredos que eles gostariam de compartilhar, mas não podem. “Seu cabelo não é tão ruim quanto você pensa!” Muitas vezes, chegamos ao salão com a autoestima abalada, convencidas de que temos o cabelo mais problemático do mundo. Mas, para seu cabeleireiro, esse é apenas um novo desafio. Com os cuidados certos, qualquer cabelo pode brilhar. Relaxe, confie no profissional e veja a transformação acontecer! “Evite cortes do Pinterest!” É tentador salvar fotos de cortes que vemos nas redes sociais, mas o que funciona para uma pessoa pode não ser o melhor para o seu tipo de cabelo ou formato de rosto. Ao invés de focar em imagens, converse com seu cabeleireiro sobre o que realmente funciona para você e receba a orientação de quem entende do assunto. “Cabelo não cresce de um dia para o outro!” Sabemos que a ansiedade para ter cabelos longos e volumosos é grande, mas é importante aceitar que o crescimento capilar tem seu próprio ritmo. Com uma alimentação saudável, vitaminas e os cuidados adequados, você vai ver seu cabelo mais forte e saudável, mas milagres não acontecem da noite para o dia. “Você não está lavando o cabelo da maneira correta!” Pode parecer simples, mas muitos de nós cometem erros na hora de lavar o cabelo. A temperatura da água, a quantidade de xampu e a forma como massageamos o couro cabeludo fazem toda a diferença. Pergunte ao seu cabeleireiro sobre os cuidados ideais para seu tipo de cabelo e leve essa dica para sua rotina de cuidados. “Fique parada para que o trabalho saia perfeito!” É normal ficarmos inquietos durante alguns procedimentos, mas movimentos bruscos podem atrapalhar o resultado final. Ao ir ao salão, tente manter a cabeça firme e relaxada. Isso vai ajudar o cabeleireiro a fazer um trabalho ainda mais preciso, resultando em um cabelo impecável.
Rede Mulher Inovadora: Fortalecendo lideranças e conectando pessoas

A Rede Mulher Inovadora (RMI) nasceu há 12 anos com a criação da “Mesa de Diálogo”, idealizada pela visionária professora Rose Araújo, com o propósito de ouvir as inquietações de mulheres empreendedoras e aquelas em situação de vulnerabilidade. Hoje, essa plataforma se consolidou como um espaço essencial de apoio, destacando a crescente necessidade de suporte para mulheres em busca de empoderamento e autonomia. Em 2022, Rose deu um passo importante ao lançar um podcast, ampliando as possibilidades para que mulheres sem voz compartilhem suas histórias e experiências. A missão da RMI é contribuir para a construção de um mundo mais plural e inclusivo. Com um forte compromisso com o Desenvolvimento Social em Mato Grosso, a Rede Mulher Inovadora dedica-se ao fortalecimento da liderança feminina. Sua missão é promover um futuro mais igualitário e justo, orientando-se pelos seguintes eixos fundamentais: Qualificação Este eixo reúne programas, cursos e treinamentos voltados para capacitar mulheres empreendedoras, potencializando seu crescimento pessoal e profissional. Ideias Inovadoras Focado em identificar e apoiar projetos e iniciativas inspiradoras desenvolvidas por mulheres, este eixo integra o Núcleo de Projetos da Rede. As iniciativas selecionadas serão apoiadas por parcerias estratégicas com os setores público e privado, promovendo seu alcance e impacto. Comunidade A RMI também oferece uma comunidade virtual que conecta mulheres a redes de apoio, empoderamento e troca de experiências. Essa rede culmina em um encontro presencial inovador, onde as conexões virtuais se transformam em laços significativos e em experiências enriquecedoras para todas as participantes. Quer saber mais: entre em www.mulhereinovadora.com.br
O efeito do álcool na ansiedade: Por que a ressaca causa aperto no peito?

O consumo excessivo de álcool, comum em festas, pode provocar não apenas desconforto físico, mas também sintomas psicológicos, como o “aperto no peito”. Estudos indicam que de 10% a 12% das pessoas que abusam do álcool podem enfrentar crises de ansiedade no dia seguinte, com sintomas como sudorese, dificuldade para respirar e cansaço extremo. O álcool, inicialmente relaxante, pode intensificar a ansiedade à medida que seu efeito passa, afetando o neurotransmissor GABA, essencial para o relaxamento. Esse risco é maior para quem já sofre de transtorno de ansiedade. “Pessoas propensas à ansiedade devem evitar o consumo excessivo de álcool”, alerta Jennifer Merrill, da Universidade Brown. Embora algumas taças de vinho não causem necessariamente um ataque de pânico, o impacto do álcool no sistema nervoso central pode aumentar a vulnerabilidade emocional e física, tornando a ressaca um gatilho para a ansiedade.