Além do apoio no combate ao fogo em uma primeira atuação nos postos de entrada e de atendimento aos usuários do parque, os vigilantes patrimoniais também auxiliam no monitoramento de focos de calor por meio de câmeras de segurança, que estão dispostas estrategicamente, captando imagens nos locais de maior risco de crimes ambientais. O objetivo do videomonitoramento é aumentar a proteção das unidades de conservação.
O primeiro treinamento de vigilantes e colaboradores aconteceu no final de maio, com a formação de brigada de Incêndio Florestal específica para a Unidade de Conservação. O treinamento foi coordenado pelo Corpo de Bombeiros e teve a participação de 10 vigilantes patrimoniais e quatro colaboradores e teve módulos presencial e on-line, grupos de debates, pesquisas e feedbacks com os instrutores.![]()
A gerente do Parque, Cristiane Schnepfleitner, destacou a importância de ter uma equipe fixa para proteção das 2 Unidades de Conservação, Parque e APA Pé da Serra Azul visando as ações de proteção contínuas sendo que há solicitação feita e que está em análise pela Sema.
“A formação em questão oferecerá o know-how específico para que além da primeira resposta, os vigilantes acionem as forças de segurança de modo oficial, com preparação do local, criação de zona de risco e repasse de informações necessárias. Constantemente ocorrem incidentes e acidentes nos atrativos de uso público e ter o conhecimento certo, adquirir habilidade com a prática e principalmente ter atitude e iniciativa para atuar de modo correto e dentro de cada atribuição, será o fator que com certeza salvará vidas e minimizará os riscos no Parque Serra Azul”, pontuou.
A gestão de proteção do Parque conta com ações amplas da Gerência Regional do Parque e APA via Sema, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Polícia Ambiental e com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), mediante o Programa Copaíbas.
Fonte: Governo MT – MT

O primeiro módulo do Curso “Formação de Formadores – FOFO”, ofertado pela Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), foi concluído nesta quarta-feira (19 de junho). A capacitação é credenciada junto à Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira (Enfam) e válida para fins de vitaliciamento e/ou promoção de magistrados. O grande diferencial do FOFO é a metodologia ativa e a Andragogia, a arte de ensinar adultos. Nesta edição, além dos magistrados, servidores do Poder Judiciário também participam da capacitação.
A diretora-geral da Esmagis, desembargadora Helena Maria Bezerra, explicou que como o curso de formação de formadores é oferecido com frequência, a Escola tem priorizado professores que tenham concluído o FOFO.
A juíza Gabriela Karina Knaul de Albuquerque e Silva, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Cuiabá, é mestre em Direito e já foi professora em cursos de ensino superior e pós-graduação. Ela explicou que o seu interesse pelo FOFO surgiu da necessidade de atualização, de como administrar o planejamento das aulas e como tornar mais dinâmico o conhecimento, já que pretende voltar a exercer o magistério. Ela explicou também que não conhecia a Metodologia Ativa e o curso lhe introduziu à prática.
Ricardo tem experiência como professor universitário e desde que assumiu o cargo atual, se dedica exclusivamente à magistratura. No entanto, pretende voltar ao magistério assim que concluir o Curso de Formação de Formadores. “Dei aula para o curso de Direito, em Ribeirão Preto (SP), e brevemente pretendo voltar à sala de aula e esta é a razão, inclusive, pela qual eu quis fazer o curso.”
O gestor de Capacitação e Avaliação do Nupemec do TJMT, Carlos Mar Auc Campelo, faz parte da turma e explicou que o curso “veio bem a calhar” para fomentar as capacitações que o Nupemec, que também é uma escola – voltada para mediação e conciliação e forma mediadores, conciliadores e expositores de oficina de parentalidade.

