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Almanaque Cuyabá

Almanaque Cuyabá

O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

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Exposição de artes visuais é aberta gratuitamente ao público nesta quinta-feira (07)

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
written by Almanaque Cuyabá
A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) promove uma exposição de artes visuais, nesta quinta-feira (07.03), no Museu de Arte e de Cultura Popular, em Cuiabá, com recursos do Edital Viver Cultura. ‘Paisagens Ásperas’ tem entrada gratuita ao público.

A exposição será aberta às 19h, com obras do artista Renato Medeiros e curadoria de Jeff Keese. A mostra de artes visuais busca despertar reflexões sobre impactos sociais e ambientais provocados pela interação homem e natureza.

Ao todo, são 50 obras expostas, entre pintura, desenho, fotografia e trabalhos digitais, que trazem também a visão do artista sobre as angústias vivenciadas durante a pandemia e as queimadas no Cerrado e Pantanal, em 2020. O projeto contempla também audiodescrição de obras e ações de formação em artes visuais, como visitas mediadas e oficinas de desenho em giz pastel.

Renato Medeiros vive em Cuiabá, é doutor em Arte Contemporânea e já participou de exposições no Rio de Janeiro e Brasília. Em 2021, foi premiado em 1º lugar na categoria Pintura, pelo 26º Salão Jovem Arte MT, promovido pela Secel.

Outro projeto viabilizado via edital Viver Cultura, da Secel, foi ‘Ensaio sobre a Dramaturgia Mestiça’, uma vivência artística de três dias, realizada pelo Grupo de Teatro Faces, de 23 a 25 de fevereiro, em Primavera do Leste.

Durante o período, os artistas de vários municípios mato-grossenses fizeram uma imersão sobre território do teatro, com base em conceitos como colonialidade e dramaturgia mestiça. Eles também compartilharam experiências e puderam vivenciar um pouco do modo de fazer teatro do Grupo de Teatro Faces, que completa 19 anos neste mês de março.

A ação contou com apresentações artísticas, rodas de conversa sobre o teatro e as artes em Mato Grosso, além de oficinas e trocas de práticas, num processo de aprimoramento técnico e celebração das artes.

Serviço
Exposição Paisagens Ásperas
Abertura: 7 de março de 2024, às 19h
Local: Museu de Arte e de Cultura Popular – MACP UFMT – Cuiabá-MT
Aberto ao público. Entrada gratuita
Mais informações: (65) 3615-8355 / Whatsapp de Renato Medeiros (84) 98747-2017 / Instagram: @renatomedeirosc

Fonte: Governo MT – MT

7 de março de 2024 0 comments
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Seduc seleciona estudantes de licenciatura para programa de estágio supervisionado

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
written by Almanaque Cuyabá
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) está com inscrições abertas para seleção de estudantes de nível superior, da modalidade Licenciatura, para estágio supervisionado no programa Meu Futuro Professor. Os interessados podem se inscrever até o dia 10 de março (clique aqui). As vagas disponibilizadas serão distribuídas entre as 14 Diretorias Regionais de Educação (DREs) e seus municípios abrangentes.

O programa Meu Futuro Professor tem como objetivo principal a integração e socialização de estudantes nos âmbitos acadêmicos e sociais, através de acompanhamento pelo professor mentor, colaborando com a preparação do estudante para a vida profissional e pessoal e sua inserção no mercado de trabalho.

Durante o programa, serão realizadas atividades programadas e orientadas por meio do professor mentor, conforme previsto no Plano de Trabalho. O estágio supervisionado tem jornada de até 6h diárias ou 30 horas semanais.

Poderão se candidatar estudantes da modalidade Licenciatura que estejam regularmente matriculados na disciplina de estágio supervisionado obrigatório. Os requisitos ainda incluem: estar com frequência suficiente na Instituição de Ensino Superior (IES); não estar matriculado em disciplina cujo horário de aula choque com o horário do estágio; apresentar comprovante de matrícula do semestre atual; estar matriculado em uma das Instituição de Ensino Superior – credenciadas ao programa.

Para as inscrições, o estudante deverá anexar em um único arquivo o RG e o CPF em formato PDF com até 10MB. Também é importante ter em mãos o atestado de matrícula no curso com data prevista de conclusão (atestado de matrícula/frequência), o qual especifica que na grade curricular consta que está na fase de estágio supervisionado obrigatório. O documento necessariamente precisará ter sido emitido com menos de 30 dias pela faculdade.

O candidato que não seguir atender os critérios do edital terá a inscrição indeferida.

A relação de inscritos será divulgada no dia 15 do mesmo mês, no site da Seduc, na aba Portal PAS.

Fonte: Governo MT – MT

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Governo assina ordem de serviço para início da recuperação do asfalto da MT-010

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) assinou a ordem de serviço para o início da restauração do asfalto da MT-010, entre o Distrito de Nossa Senhora da Guia, em Cuiabá, e o município de Rosário do Oeste.

No total, o Governo de Mato Grosso vai investir R$ 64 milhões na obra, que inclui também a MT-246 até o município de Acorizal. Serão restaurados 90,87 km, sendo 70,4 km da MT-010 e outros 20,4 km da MT-246.

O objetivo da obra é retomar a qualidade do tráfego na rodovia e garantir mais segurança para todos os motoristas. Todo o trecho receberá uma camada de Concreto Betuminoso Usinado à Quente (CBUQ), tipo de asfalto mais resistente que o atual.

A obra ainda prevê limpeza nos dispositivos de drenagem e sinalização completa. O prazo previsto para a execução é de dois anos.

MT-020

Outra rodovia que será recuperada é a MT-020, em um trecho de 99,85 km entre o Distrito de São José do Couto, em Campinápolis, e o município de Canarana. O contrato com a empresa vencedora da licitação foi publicado no Diário Oficial, nessa terça-feira (06.03).

A Sinfra-MT vai investir R$ 71,3 milhões para recuperar o trecho que fica entre os municípios de Paranatinga e Canarana, que atualmente é uma das principais vias que ligam o Norte Araguaia ao resto do Estado.

Com a assinatura do contrato, o próximo passo é publicar a ordem de serviço, para que as obras tenham início. O prazo de execução está estimado em 15 meses.

Em 2023 o Estado recuperou outros 99,75 km da rodovia, a partir de Paranatinga até o Rio Culuene, em Canarana.

Fonte: Governo MT – MT

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Nota de pesar

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
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O Poder Judiciário de Mato Grosso expressa seu profundo pesar pelo falecimento do senhor Lourival Cerqueira Borba, pai da presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), juíza Maria Rosi de Meira Borba, ocorrido nessa quarta-feira (06 de março).
 
O velório e sepultamento serão realizados nesta quinta-feira (07 de março), no município de Araguaína, Estado do Tocantins.
 
A Justiça Mato-grossense estende suas condolências aos familiares e amigos da magistrada Maria Rosi de Meira Borba, desejando que o grande Pai Criador, em sua imensa misericórdia conforte os corações de todos.
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]  
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário e órgãos parceiros apresentam análise do perfil das vítimas de feminicídio em Mato Grosso

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
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O relatório da análise dos 15 primeiros feminicídios ocorridos em Mato Grosso, entre janeiro e maio de 2023, foi apresentado às autoridades e a toda sociedade nesta quarta-feira (06 de março), no evento organizado pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Poder Judiciário (Cemulher), realizado na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O evento foi transmitido e pode ser conferido na íntegra no canal TJMT Eventos, no YouTube.
 
A pesquisa revelou, por exemplo, que 80% das vítimas não tinham medida protetiva, 60% não tinham boletim de ocorrência registrado, quase 70% deixaram filhos menores de idade, quase 47% tinham entre 26 e 39 anos de idade, 60% foram declaradas da cor parda, 67% dos familiares tinham conhecimento da violência, mas não denunciaram, 73% das vítimas tinham renda suficiente para manter a família, 40% delas tinham menos de um ano de relacionamento com o autor do crime.
 
Confira o relatório completo da pesquisa clicando aqui 
 
Para obter as informações, a assistente social e a psicóloga do Cemulher, respectivamente, Adriany Sthefany de Carvalho e Renata Carrelo da Costa, e servidoras da Defensoria Pública do Estado (DPE-MT) foram a campo e entrevistaram familiares e amigos de 15 vítimas de feminicídio, nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Pontes e Lacerda, Paranaíta, Sorriso, Sapezal, Barra do Bugres, Campo Verde e Paranatinga.
 
De acordo com a juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Correa, titular da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Cuiabá e membro do comitê, o objetivo do levantamento analítico é saber onde estão as falhas no combate à violência doméstica e prevenção ao feminicídio e detectar as áreas que necessitam de mais investimento por parte do Poder Público.
 
“Apesar de mais de 90% da população conhecer a Lei Maria da Penha, entende muito pouco dos seus direitos, quando a mulher precisa pedir a aplicação da Lei Maria da Penha, quais são os tipos de violência que existem. Por isso precisamos investir em campanhas sobre a Lei Maria da Penha para toda a população e também entendemos a necessidade de novas delegacias 24 horas e de mais estrutura para a Patrulha Maria da Penha. Para tudo isso precisa de orçamento, então precisamos dar acesso à população, desde as comarcas maiores até a população rural, ao sistema de segurança pública e justiça”, analisa a juíza Ana Graziela Vaz, que fez questão de entregar em mãos o relatório da pesquisa às autoridades presentes no evento.
 
Essa falta de conhecimento sobre a aplicação prática da Lei Maria da Penha por parte dos familiares e amigos das vítimas de feminicídio, que foram entrevistados na pesquisa, também foi destacada pela assistente social do Cemulher, Adriany Sthefany de Carvalho, que reforçou a necessidade de que os profissionais que recebem as denúncias estejam atentos e façam uma escuta aprofundada sobre os casos. “A gente precisa que nos locais mais longínquos chegue essa informação e que esse serviço realmente funcione, principalmente nas cidades do interior, porque, às vezes, o que é tão óbvio pra gente que trabalha com isso diariamente, naquele interior onde raramente a mulher tem acesso, aquela informação não chegou. Então a gente precisa buscar meios para que todas elas tenham o conhecimento sobre as medidas protetivas, sobre a rede de enfrentamento, sobre os serviços que estão disponíveis e os encaminhamentos que podem ser feitos”, afirmou.
 
Subsídio à atuação dos magistrados – A vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Erotides Kneip, destacou que a pesquisa é importante para que o magistrado e demais operadores da lei saibam a extensão das consequências dos feminicídios. “Essa pesquisa é tudo o que nós precisamos para poder pautar, principalmente, as nossas ações no Poder Judiciário. Nós, magistrados, fazemos a dosimetria da pena a partir de uma série de circunstancias legais e judiciais, mas as consequências extrapenais do feminicídio vão nos ajudar a fazer apenações muito mais severas e, inclusive, com manutenção de prisões para a prevenção do feminicídio”, afirmou, pontuando ainda que a pesquisa está em sintonia com o protocolo de julgamento sob a perspectiva de gênero, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
Este ponto também foi levantado pela delegada de Polícia Civil do Estado do Piauí, Thaís Lages Paz, que proferiu palestra com o tema “Feminicídio e a atuação com Perspectiva de Gênero”. “É uma determinação do CNJ que os tribunais preparem os magistrados e as magistradas para julgar com perspectiva de gênero, que é ter um olhar diferenciado nos casos que envolvam violência contra a mulher, tanto a violência íntima, familiar e o crime mais bárbaro, que é o feminicídio. Não julgar como um homicídio porque o feminicídio tem peculiaridades e características diferentes”, pontua.
 
Parceria em prol das vítimas de violência – Durante o evento, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, abordou os esforços que a Justiça estadual tem empreendido para prevenir e combater a violência doméstica e familiar contra a mulher, enfocando o projeto “Cartório Inclusivo”, que prevê a reserva de 10% das vagas de emprego nos cartórios do estado para as mulheres vítimas de violência. A medida já conta com a adesão de diversos cartórios e a previsão é que até o final deste mês de março o termo de cooperação seja assinado entre o Tribunal de Justiça e as entidades representativas dos cartórios. “Com isso podemos garantir dignidade financeira às mulheres vítimas de violência porque muitas estão subjugadas por seus agressores e não podem deixar o lar por não terem condições financeiras”, disse.
 
Perspectiva racial da violência contra a mulher – O relatório sobre feminicídios mostrou que 60% das vítimas foram declaradas como pardas, o que, para a assistente social e representante do Fórum de Mulheres Negras de Mato Grosso, Glória Maria Grandez Munhoz, aponta a necessidade também de políticas públicas que estejam atentas à perspectiva racial, além da perspectiva de gênero sobre a violência contra a mulher.
 
“São mulheres pretas, mulheres da periferia, mulheres que deixam filhos e filhas pequenos órfãos, mulheres com marcador social de vulnerabilidade evidente, que por estarem morando nas periferias e ter todas as condições biológicas, sociais e econômicas, são mulheres marcadas muitas vezes pela violência, não só pelo companheiro, mas da própria sociedade e da família, que não compreende que a violência contra as mulheres, que o patriarcado e que o machismo matam. Há urgência em desenvolver um trabalho de prevenção, de diálogo com as mulheres e com toda a sociedade e de comprometer o Estado com políticas públicas que possam realmente trazer melhoria de condições de vida dessas mulheres”, disse.
 
Para o psicólogo Luis Antônio Pereira Filsinger, que trabalha na 1ª Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Várzea Grande, o evento promovido pelo TJMT contribui para o seu trabalho junto às famílias que atende. “Esse conteúdo auxilia bastante e vem de encontro às informações que a gente vê durante as visitas domiciliares referentes aos estudos psicossociais, quando determinado pela juíza. É nítido, muitas vezes, que as partes não têm entendimento de que são violências. Entra com uma naturalidade toda essa questão que, muitas vezes, os próprios agressores trazem dentro de uma alienação e até de uma questão afetiva. Mas esse conteúdo contribui muito para novas observações e para aprimorar também as percepções e orientações para as famílias e as vítimas de violência”, avalia.
 
O servidor sugere ainda uma parceria entre o Poder Judiciário e as Secretarias Estadual e Municipais de Assistência Social, por meio dos CRAS e CREAS, para que divulguem massivamente a Lei Maria da Penha. “São setores que trabalham diretamente com pessoas em situação de vulnerabilidade social e, muitos deles, também violência doméstica”, diz.
 
A análise dos feminicídios no estado de Mato Grosso é um trabalho desenvolvido pelo Comitê composto pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, Defensoria Pública Estadual, Poder Executivo do Estado, Ministério Público Estadual, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Assembleia Legislativa e Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso.
 
O evento realizado pelo Cemulher em parceria com a Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), contou com as presenças de diversas autoridades, como o desembargador Hélio Nishiyama, o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Júnior; a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, coronel Grasielle Paes Silva Bugalho; o subprocurador-geral do Estado, Waldemar Pinheiro dos Santos; a coodenadora do Núcleo de Defesa da Mulher, defensora pública Rosana Leite Antunes de Barros; a coordenadora do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública, tenente coronel Monalisa Marcielle Furlan Toledo; o promotor de justiça titular da 16ª Promotoria de Justiça Criminal, Tiago de Sousa Afonso da Silva; a defensora pública de segunda instância, Tânia Regina Matos; as delegadas de Polícia Civil, Judá Maali Pinheiro Marcondes e Jannira Laranjeira; a procuradora do Estado e membro da Comissão da Mulher Advogada da OAB-MT, Gláucia Amaral; a procuradora da Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Francielle Claudino Pereira Brustolin, entre outros, além de servidores públicos que atuam nas redes de enfrentamento à violência contra a mulher.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira foto: Vice-Presidente do TJMT, desembargadora Maria Erotides está no palco, atrás do púlpito e fala aos presentes. Ao fundo o telão com a arte do evento em tons rosa. Participantes do dispositivo observam a magistrada falando. Foto 2: Juíza Ana Graziela Vaz concede entrevista à TV.Jus. Ela é uma mulher branca, loira, de olhos castanhos claros, maquiada, usando blusa cinza e blazer xadrez nas cores branco e verde. Foto3: Imagem em plano aberto que mostra o auditório do TJMT, com autoridades sentadas no palco, a servidora do Cemulher, no púlpito, apresentando a pesquisa, cuja apresentação em power point aparece no telão, ao fundo, e o público, sentado nas poltronas. Foto 4: A delegada Thaís Paz fala ao microfone, no púlpito, e, ao fundo, desfocado, o público na plateia do auditório. A delegada é uma mulher de pele clara, cabelo curto, castanho e liso, usando macacão vermelho e blazer preto.
 
Celly Silva/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
[email protected] 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Presidente do TJMT fala sobre Justiça Restaurativa para gestores da Educação durante Fórum da Undime

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
written by Almanaque Cuyabá
A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, participou na manhã desta quarta-feira (06 de março) da abertura do 14º Fórum Extraordinário da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT), que está sendo realizado em Cuiabá até a quinta-feira (07). Ela falou sobre a importância da prática dos Círculos de Construção da Paz, ferramenta da Justiça Restaurativa, como prevenção e fomento da convivência pacífica dentro das escolas. Ela também ofereceu a parceria do Poder Judiciário com os municípios para a formação de facilitadores dos Círculos.
 
O tema do evento é “Gestão em Educação: compreendendo seu significado e redefinindo caminhos” e conta com a participação de gestores do setor educacional municipal, além de representantes dos governos estadual e federal, técnicos (as) administrativos (as) e professores (as).
 
Em sua fala de abertura, a desembargadora disse que o evento foi a oportunidade apropriada para levar ao conhecimento do máximo de pessoas e, principalmente, das secretárias (os) de Educação e representantes dos municípios “essa vontade política do Tribunal de Justiça em expandir as parcerias e fazer com que os Círculos de Construção de Paz alcancem o maior número de municípios possível.”
 
“Estamos disponibilizando para todos os municípios, sem custo algum, uma parceria consistente em ofertar a qualificação de facilitadores de Círculos de Construção de Paz, que é uma das metodologias mais simples e potentes da Justiça Restaurativa na prevenção de violência, e especialmente, no fortalecimento de vínculos na criação de retomada de valores. É na educação municipal que nós temos a esperança de que essas parcerias se concretizem e se fortaleçam e nós possamos construir uma política pública permanente, perene por meio dessas qualificações”, afirmou a presidente do TJMT em sua fala de abertura, após cumprimentar os (as) integrantes da mesa de honra.
 
Ela explicou que uma das responsabilidades do Poder Judiciário é promover a pacificação social e não só decidir processos. “Muitas vezes uma sentença não significa que as pessoas voltaram a se entender, no entanto, no trabalho de prevenção e tratamento adequado dos conflitos que são naturais e inerentes ao ser humano, aí sim, teremos a oportunidade de intervir na formação de uma cultura de paz.”
 
A desembargadora afirmou que o (povo) brasileiro, infelizmente, ao longo das últimas décadas, foi muito incentivado a ir à Justiça e nunca, ou pouco estimulado a repensar a “cultura do litígio pelo litígio” ao abrir processos para resolver qualquer assunto. “Nós chegamos a um estrangulamento tal, que o próprio Poder Judiciário se viu nessa necessidade de sair em busca dessas parcerias e procurar transformar essa cultura do litígio numa cultura de paz. E é isso que estamos propondo, que abracem essa causa conosco e venham somar aos 19 municípios de Mato Grosso que já têm sancionadas as leis municipais introduzindo na Educação os Círculos de Paz. Nós já ofertamos a mais de 30, as qualificações necessárias, mas é importante que vocês tomem conhecimento de como são as parcerias que estamos oferecendo.”
 
O professor Sílvio Fidelis, presidente da Undime-MT, vice-presidente da Undime Nacional e secretário de Educação de Várzea Grande, explicou que durante os dois dias estão sendo abordados temas organizados, e já em prática, nos municípios como a Justiça Restaurativa do TJMT. Ele afirmou, como secretário de Educação, que a parceria faz a diferença e que em seu município a organização da capacitação já está sendo feita.
 
“Em Várzea Grande já estamos na organização de quatro turmas com cem profissionais da Educação para fazer a capacitação da Justiça Restaurativa. Eles e elas vão fazer os Círculos da Construção de Paz nas suas unidades. Isso mostra a importância da parceria e mostra a necessidade de buscarmos alternativas para fazermos diferente.”
 
O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin, ao cumprimentar os participantes do evento na pessoa da desembargadora Clarice Claudino, falou a ela sobre sua impressão em relação aos Círculos da Paz nas escolas de sua cidade.
 
“Eu tive a felicidade de acompanhar de perto o trabalho protagonizado pela senhora, que acontece no município de Primavera e o quanto isso tem impactado na diminuição e resolução de conflitos não somente no serviço escolar, mas também dentro do núcleo familiar. Então tenho certeza que vamos fazer um trabalho conjunto levando essas boas práticas a todos os municípios do Estado.”
 
FÓRUM UNDIME – O evento termina na quinta-feira e é dedicado a gestores (as) municipais de Educação de Mato Grosso e suas equipes que, nos dois dias, poderão discutir e explorar pautas fundamentais da gestão educacional, além de trocar experiências sobre os desafios e oportunidades na gestão das políticas públicas educacionais das cidades. A programação inclui palestras, mesas redondas, atendimentos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e dos programas Avalia MT e Alfabetiza MT, do governo estadual. A Undime organizou também uma exposição com expositores/fornecedores de diversos segmentos, como brinquedos pedagógicos e cursos.
 
Participaram da mesa de honra da abertura do evento também o presidente da Undime Nacional, Alécio Costa Lima; diretor de Avaliação, Monitoramento em Educação Básica do Ministério da Educação, Valdoir Delon; secretária-adjunta de Gestão Educacional da Secretaria Estadual de Educação (Seduc-MT), professora Nadine Moreira da Silva; vice-prefeito de Várzea Grande, José Azama; promotor de justiça do Ministério Público de Mato Grosso, coordenador do Centro de Apoio Operacional em Educação de Mato Grosso, Miguel Slhessarenko, coordenador do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa do TJMT (NugJur), juiz auxiliar da presidência, Tulio Duailibi; diretora do Instituto de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), professora doutora Rute de Palma; secretaria executiva da Comissão Permanente de Educação e Cultura do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Cassira Vuolo; representante do Conselho Municipal de Educação de Mato Grosso, secretária municipal de Educação de Primavera do Leste, professora Adriana Tomazoni; coordenadora da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME-MT), professora Eva de Paulo Vieira Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) , professor Valdeir Pereira e o ator Jorge Pontual, que participou como expositor de curso de inglês.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da foto 1: Foto em ângulo aberto com a presidente ao fundo, em cima do palco. Ela está em pé, usa um vestido bege e fala ao microfone. Ao lado outros participantes que compõem o dispositivo e em frente a ela pessoas sentadas na plateia. Foto 2: Presidente Clarice em foto de ângulo fechado falando aos presentes. Ao fundo um telão com o logo da Undime. Foto 3: Sílvio Fidelis fala ao microfone olhando para a presidente Clarice, que está sentada junto às autoridades no dispositivo, no palco. Ele usa um terno azul e camisa branca.
 
Marcia Marafon/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Estudantes da Escola Estadual Senador Azeredo recebem a equipe do Nosso Judiciário

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
written by Almanaque Cuyabá
O programa Nosso Judiciário visitou na manhã dessa quarta-feira (06 de março) a Escola Estadual Senador Azeredo, no bairro Porto, em Cuiabá. Cerca de 80 adolescentes de 15 a 16 anos, do 1º ano assistiram à palestra ministrada por servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
De acordo com o servidor Neif Feguri Neto, a unidade educacional foi uma das primeiras a serem visitadas no ano de 2015, quando o Nosso Judiciário começou a percorrer as escolas de Cuiabá e Várzea Grande sensibilizando a comunidade escolar sobre os direitos e deveres dos cidadãos.
 
Na escola Senador Azeredo, os estudantes tiveram acesso a uma cartilha que explica o funcionamento dos Juizados Especiais, aprenderam as diferenças e competências dos juizados e do Fórum da comarca, práticas de conciliação, Justiça Restaurativa, Direitos do Consumidor, crimes cibernéticos e justiça gratuita.
 
O diretor do colégio, Evandro Marco Cargnelutti, destacou que o Poder Judiciário, através desta iniciativa, está sendo humanizado e indo ao encontro das demandas da população.
 
“Hoje, o Judiciário está mostrando para o cidadão que ele está disponível para toda a sociedade. Ele mostra que tem condições de atender a todas as nossas demandas”, disse o diretor.
 
A estudante Maria Helena Braga Ferreira, de 15 anos, gostou muito dos temas abordados e agora tem consciência de que também possui direitos.
 
“Eu não sabia muito dos meus direitos. Na verdade, eu sabia praticamente nada, mas agora eu entendi e, se eu ou alguém da minha família precisar, eu já sei o que fazer e o que acionar para garantir que os meus direitos sejam respeitados”, afirmou a estudante.
 
Sobre o Nosso Judiciário – O programa, criado em 2015, é uma iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso que visa aproximar o Poder Judiciário dos estudantes de nível superior de Direito e também dos estudantes de nível médio.
 
Os acadêmicos de Direito vêm até a sede do Tribunal enquanto que os alunos de Ensino Médio recebem a visita do TJMT em suas escolas. Até hoje, 132 escolas já foram visitadas e mais de 30.500 estudantes foram impactados pelo programa.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Garota de cabelos longos e cacheados segura cartilha do Nosso Judiciário. Ela está de costas para a foto e o foco está em suas mãos segurando a cartilha. A estudante está vestindo um moletom cinza escuro. Segunda imagem: Garoto presta atenção à palestra. Ele está em primeiro plano na foto, em um super close up do seu rosto, olhando para frente, o estudante é pardo e tem cabelos crespos e curtos. Em segundo plano estão outros estudantes.
 
Laura Meireles
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

7 de março de 2024 0 comments
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TESTE ANCORA

Comarca de Sorriso abre edital para credenciamento de leiloeiros

by Almanaque Cuyabá 7 de março de 2024
written by Almanaque Cuyabá
O Fórum de Comarca de Sorriso abriu o Edital n. 1/2024-SOR para o credenciamento de interessados em exercer as funções de leiloeiro oficial e leiloeiro rural no ano de 2024.
 
Para se inscrever, é necessário protocolar o termo de credenciamento e compromisso de leiloeiro, anexo ao edital, pelo endereço de e-mail [email protected], acompanhado dos seguintes documentos:
 
– Cópia autenticada do registro como leiloeiro oficial perante à Junta Comercial do Estado de Mato Grosso (Juscemat);
– Cópia autenticada do registro como leiloeiro rural perante à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato);
– Currículo discriminativo da atuação como leiloeiro oficial ou rural e cópia dos documentos pessoais (CPF, RG e/ou CNH);
– Declaração com firma reconhecida afirmando não ser cônjuge, companheiro (a) ou parente até o segundo grau civil de juiz que integra o corpo de magistrados do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Os pedidos serão analisados pela diretoria do foro, comandada pela juíza Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, que assina o edital.
 
A escolha dos leiloeiros credenciados para atuarem no ano de 2024 será feita de forma alternada, procedida de sorteio, entre os leiloeiros cadastrados e considerados aptos pela diretoria.
 
Acesse o edital completo.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação
[email protected]
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

7 de março de 2024 0 comments
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