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Almanaque Cuyabá

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O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

Curiosidades

Dicas que dinamizam o estudo da Língua

by Almanaque Cuyabá 14 de fevereiro de 2025
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Conhecer as normas e regras da disciplina é fundamental, mas quem disse que essa tarefa precisa ser monótona e difícil? Veja dicas da equipe pedagógica da Central de Concursos.

Quando se fala sobre o estudo de Língua Portuguesa – principalmente o voltado ao concurso público – o que vem à mente é a imagem de alguém sentado olhando de maneira desolada para um livro de gramática gigantesco.Por conta dos modos de aprendizagem tradicionais vivenciados no percurso escolar, ficou-se a ideia de que aprender as regras do idioma é um processo apenas de leitura e memorização. Claro que é importante conhecer as normas, mas quem disse que essa tarefa precisa ser monótona e difícil?

O estudante que quer fixar melhor as teorias aprendidas pode fazer isso o tempo todo. É possível estudar gramática desde o momento em que se manda uma mensagem de bom dia no grupo da família até a hora de ler aquela mensagem positiva antes de dormir. Língua Portuguesa é vida! É com ela que se raciocina e estrutura a comunicação e, por mais que seja complexa, é a base da interação do falante com o mundo.

Vale ressaltar ainda que nas provas dos principais concursos o conteúdo gramatical é solicitado de maneira prática por meio de análises textuais e não apenas de forma mnemônica.

Pensando assim, seguem 5 dicas que podem dinamizar o estudo da Língua Portuguesa:

1. Use outras matérias para estudar Português 

Todas as matérias estão escritas em Língua Portuguesa, logo, podem ser base para observar regras e construções textuais. Se você estudou pronomes, por exemplo, pode aplicar tal conhecimento enquanto lê os tópicos de Direito. Além de melhorar a interpretação do conteúdo jurídico, facilita a internalização da gramática.

2.  Leia todo tipo de texto

Diferentemente do que se pensa, toda comunicação pode transmitir algum tipo de conhecimento, não só os textos considerados formais e eruditos (livros jurídicos e didáticos ou literatura clássica). Crie o hábito de diversificar a leitura: em jornais, revistas, quadrinhos, anúncios, editais, postagens, bulas é possível analisar a estrutura do idioma e aprender novas palavras.

3. Aproveite a rede social para analisar regras de escrita

Como na rede social a linguagem usada é prioritariamente escrita e coloquial, pode-se observar como as pessoas usam as regras gramaticais (não para corrigir, óbvio, mas para analisar). Aprende-se muito por meio da análise de textos. Em uma postagem, reforçam-se conceitos como a ortografia, a concordância e a regência, por exemplo.

4. Crie o hábito de escrever

Devido ao uso dos aplicativos de mensagens e das redes sociais, as pessoas passaram a escrever mais. Embora a linguagem usada na internet tenha suas próprias regras e abreviações, procure escrever por extenso, pensando também na estrutura da oração, nas palavras a serem utilizadas e na clareza da exposição das ideias. Quanto mais se escreve, melhor fica a absorção das normas gramaticais. Lembre-se: estudar não é só ler! Construa resumos, escreva o que entendeu das matérias, faça diários. Tudo é válido.

5. Ouça atentamente o que as pessoas comunicam

Ao conversar, ver um vídeo, ouvir um podcast ou rádio, escute com atenção como as pessoas falam. Não se atenha apenas ao conteúdo, mas também às palavras usadas, às estruturas construídas, observe se as regras gramaticais aprendidas são seguidas, se a linguagem é formal ou coloquial. Essas análises ajudam muito a internalizar os conteúdos estudados.

Em resumo: leia, escreva, observe, ouça e use as regras de Língua Portuguesa. Tendo em vista ser o idioma falado, estudar suas normas é algo a ser desenvolvido cotidianamente. Claro que todo estudante deve ter um roteiro a ser seguido com as matérias exigidas nos editais dos concursos – é essencial assistir às aulas, ler os conteúdos e resolver questões de provas anteriores. Contudo, somada a todas essas estratégias está a dinamização do estudo. Quanto mais orgânica for a aquisição do conhecimento, mais fácil será a internalização da gramática.

14 de fevereiro de 2025 0 comments
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Arquivo BRCuiabanidade

Presidente que atribui a República a Floriano Peixoto

by Almanaque Cuyabá 14 de fevereiro de 2025
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um erro ao afirmar, durante um discurso em reunião com centrais sindicais, que a República foi proclamada no Brasil pelo marechal Floriano Peixoto. Na realidade, a Proclamação da República aconteceu no dia 15 de novembro de 1889, sendo liderada pelo marechal Deodoro da Fonseca, e não por Floriano Peixoto.

Deodoro da Fonseca, comandante do Exército, foi o principal responsável pela derrubada da monarquia e a declaração da República, que resultou no fim do Império de Dom Pedro II e na instauração do regime republicano no Brasil. Floriano Peixoto, por sua vez, foi o vice-presidente de Deodoro e assumiu a presidência em 1891, após a renúncia de Deodoro, que havia enfrentado uma série de crises políticas.

Durante o governo de Floriano, o país enfrentou momentos de instabilidade política, incluindo o chamado “Revolta da Armada”, um levante de marinheiros contra o regime republicano. Floriano ficou conhecido como “O Marechal de Ferro” devido à sua postura autoritária e ao controle rígido sobre os movimentos opositores.

Portanto, a Proclamação da República é atribuída a Deodoro da Fonseca, e não a Floriano Peixoto, que foi uma figura importante, mas em um momento posterior da República, já no início da década de 1890. O erro de Lula gerou confusão e foi rapidamente corrigido pelos historiadores e pelo próprio governo.

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TESTE ANCORA

Vídeo flagra rato tomando banho de chuva e viraliza nas redes; entenda

by Almanaque Cuyabá 10 de fevereiro de 2025
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Um vídeo de um rato aparentemente “tomando banho de chuva” viralizou no Twitter, com 190 mil curtidas até o final de semana. Nele, o roedor faz movimentos semelhantes a uma pessoa se limpando, passando as patas na cabeça e no corpo, enquanto está sob a chuva, ao lado de um bueiro.

Segundo o biólogo Rafael Lomazi, esse comportamento não é uma intenção do rato de “tomar banho”, mas uma ação habitual de limpeza. Eles usam as patas para remover sujeiras ou incômodos, como se fossem uma auto limpeza, usando sua saliva. O rato no vídeo provavelmente aproveitou a água da chuva para esse processo, mas não é algo que aconteça sempre quando chove.

O biólogo João Arthur sugere que o rato pode estar tentando remover o excesso de água dos pelos, possivelmente após ser expulso de um esconderijo por causa da enxurrada. Em 2018, um vídeo similar com outro rato, aparentemente ensaboado, também viralizou, com especialistas apontando que o roedor tentava se livrar de algo incômodo.

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Leitura Express

Três em cada dez jovens brasileiros querem ter o próprio negócio

by Almanaque Cuyabá 10 de fevereiro de 2025
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Três em cada dez jovens brasileiros, entre 18 e 27 anos, desejam ter o próprio negócio, segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Instituto IDEIA. A pesquisa mostra que a escolaridade influencia o interesse em empreender, sendo mais forte entre os jovens mais escolarizados, e que negros e pardos têm maior desejo de empreender.

O estudo também revela que, embora 42% dos jovens estejam empregados com CLT, muitos preferem outras formas de trabalho. Além disso, a corrupção (34%) é vista como o maior problema do país, seguida pela violência (30%). A crise ambiental, que antes era menos citada, subiu para a quarta posição.

Em termos políticos, a maioria (67%) se diz distante da polarização, com 23% se identificando com Bolsonaro e 28% com Lula. A pesquisa também mostrou que problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão (38%), são as maiores preocupações entre os jovens.

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Arquivo BR

Edifício Joelma: relembre tragédia que há 51 anos deixava 187 mortos

by Almanaque Cuyabá 9 de fevereiro de 2025
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O incêndio no Edifício Joelma, ocorrido em 1º de fevereiro de 1974, figura entre as maiores tragédias urbanas do Brasil. Situado no atual Edifício Praça da Bandeira, no coração de São Paulo, o edifício foi consumido por um incêndio devastador que ceifou a vida de 187 pessoas e deixou mais de 300 feridos. O episódio não apenas chocou o país, mas também expôs falhas estruturais e de segurança, levando a mudanças significativas nas normas de prevenção contra incêndios.

A tragédia ocorreu menos de dois anos após o incêndio no Edifício Andraus, também na capital paulista, reforçando a urgência de revisar protocolos de segurança em edificações de grande porte. O desastre no Joelma tornou-se o segundo pior incêndio em arranha-céus em número de vítimas fatais, ficando atrás apenas do colapso das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001. O episódio permanece na memória coletiva, cercado de histórias de coragem, desespero e mistério, e consolidou-se como um marco na história da engenharia civil e da segurança predial no Brasil.

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TESTE ANCORA

Mistério no Maracanã: a busca da aliança perdida envolve o craque da Seleção

by Almanaque Cuyabá 9 de fevereiro de 2025
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Por Bento Andreato – 11/12/2018

“Perdi a minha aliança!”, exclamou Didi, o meio-campista da seleção brasileira, interrompendo abruptamente o treino da equipe às vésperas da Copa do Mundo de 1958. A notícia espalhou-se rapidamente, e o Maracanã, palco dos maiores momentos do futebol mundial, viu-se transformado em um cenário improvável para uma busca frenética. Didi não quis saber de desculpas e, com um senso de urgência incomum, pediu aos colegas de time que se ajoelhassem no gramado para ajudá-lo a procurar o anel de casamento perdido.

Horas se passaram, e o sol começou a se pôr, mas a aliança seguia desaparecida. O treino transformou-se em uma verdadeira missão de resgate, com os jogadores exaustos, mas comprometidos, vasculhando cada centímetro do campo. Mesmo assim, não havia sinal do precioso item. A cena foi capturada por câmeras e, no dia seguinte, os jornais estamparam a imagem dos jogadores, ajoelhados e desesperados, como uma das mais peculiares histórias do futebol brasileiro.

Quando o dia seguinte chegou, a esposa de Didi, Guiomar, apareceu no hotel, tendo visto nas notícias a busca de seu marido. Com uma atitude serena, ela o tranquilizou, dizendo: “Não se preocupe, compramos uma mais bonita.” A perda da aliança, afinal, não foi motivo para crise, mas sim um ponto de reflexão sobre o relacionamento do casal. No entanto, a história não deixou de alimentar rumores. Alguns acreditaram que Didi havia orquestrado toda a cena como uma desculpa para justificar a perda da joia em circunstâncias duvidosas. Fato ou ficção, o episódio da “caçada à aliança” ficou eternizado como uma das anedotas mais curiosas daquela época, misturando o drama pessoal com o inusitado do futebol.

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Verdades que seu cabeleireiro gostaria de te dizer, nao não diz

by Almanaque Cuyabá 9 de fevereiro de 2025
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Os cabeleireiros lidam com uma série de situações e, por mais que queiram dar algumas dicas sinceras, existem aspectos que acabam sendo deixados de lado por questões de educação ou profissionalismo. Mas, curiosamente, o que se passa na mente do seu cabeleireiro pode ser revelador. Abaixo, você vai descobrir alguns segredos que eles gostariam de compartilhar, mas não podem.

  1. “Seu cabelo não é tão ruim quanto você pensa!”
    Muitas vezes, chegamos ao salão com a autoestima abalada, convencidas de que temos o cabelo mais problemático do mundo. Mas, para seu cabeleireiro, esse é apenas um novo desafio. Com os cuidados certos, qualquer cabelo pode brilhar. Relaxe, confie no profissional e veja a transformação acontecer!
  2. “Evite cortes do Pinterest!”
    É tentador salvar fotos de cortes que vemos nas redes sociais, mas o que funciona para uma pessoa pode não ser o melhor para o seu tipo de cabelo ou formato de rosto. Ao invés de focar em imagens, converse com seu cabeleireiro sobre o que realmente funciona para você e receba a orientação de quem entende do assunto.
  3. “Cabelo não cresce de um dia para o outro!”
    Sabemos que a ansiedade para ter cabelos longos e volumosos é grande, mas é importante aceitar que o crescimento capilar tem seu próprio ritmo. Com uma alimentação saudável, vitaminas e os cuidados adequados, você vai ver seu cabelo mais forte e saudável, mas milagres não acontecem da noite para o dia.
  4. “Você não está lavando o cabelo da maneira correta!”
    Pode parecer simples, mas muitos de nós cometem erros na hora de lavar o cabelo. A temperatura da água, a quantidade de xampu e a forma como massageamos o couro cabeludo fazem toda a diferença. Pergunte ao seu cabeleireiro sobre os cuidados ideais para seu tipo de cabelo e leve essa dica para sua rotina de cuidados.
  5. “Fique parada para que o trabalho saia perfeito!”
    É normal ficarmos inquietos durante alguns procedimentos, mas movimentos bruscos podem atrapalhar o resultado final. Ao ir ao salão, tente manter a cabeça firme e relaxada. Isso vai ajudar o cabeleireiro a fazer um trabalho ainda mais preciso, resultando em um cabelo impecável.
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TESTE ANCORA

O efeito do álcool na ansiedade: Por que a ressaca causa aperto no peito?

by Almanaque Cuyabá 9 de fevereiro de 2025
written by Almanaque Cuyabá

O consumo excessivo de álcool, comum em festas, pode provocar não apenas desconforto físico, mas também sintomas psicológicos, como o “aperto no peito”. Estudos indicam que de 10% a 12% das pessoas que abusam do álcool podem enfrentar crises de ansiedade no dia seguinte, com sintomas como sudorese, dificuldade para respirar e cansaço extremo.

O álcool, inicialmente relaxante, pode intensificar a ansiedade à medida que seu efeito passa, afetando o neurotransmissor GABA, essencial para o relaxamento. Esse risco é maior para quem já sofre de transtorno de ansiedade. “Pessoas propensas à ansiedade devem evitar o consumo excessivo de álcool”, alerta Jennifer Merrill, da Universidade Brown.

Embora algumas taças de vinho não causem necessariamente um ataque de pânico, o impacto do álcool no sistema nervoso central pode aumentar a vulnerabilidade emocional e física, tornando a ressaca um gatilho para a ansiedade.

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