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16 de dezembro de 2022

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Moacyr Freitas, obra com apelo no período provincial e colonial

by Andre Santana 16 de dezembro de 2022
written by Andre Santana

Primeiro arquiteto e urbanista da cidade, Moacyr Freitas (Cuiabá – MT, 1930) muda-se para o Rio de Janeiro-RJ, em 1960, onde conclui a graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Brasil. É um dos responsáveis pelo projeto de construção da rodoviária de Cuiabá e teve grande participação na elaboração do conceito arquitetônico e urbanístico do Centro Político e Administrativo de Cuiabá (CPA).

Professor, historiador, escritor e artista plástico, Moacyr também assina o Marco Zero de Cuiabá. Dirigido por uma comissão especial criada pela Associação de Moradores do São Gonçalo Beira-Rio, o projeto referencia a região, considerada como o primeiro bairro da capital mato-grossense.

Além das obras arquitetônicas, ele é autor de vários livros que colaboram com o acervo iconográfico do Estado, uma vez que guardam registros de cenas dos períodos provincial e colonial. Entre suas contribuições, destaca-se o álbum Gravuras Cuiabanas, no qual registrou a história e os principais pontos de Cuiabá de antigamente. Foi ainda membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT) e docente aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), tendo contribuído para sua fundação, na década de 1970.

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Belas-artesToda Palavra

Miguel Oswaldo Penha: ícone do Naturalismo em Mato Grosso

by Andre Santana 16 de dezembro de 2022
written by Andre Santana

Filho de um indígena boliviano com uma indígena bororo, Miguel Oswaldo Penha (Cuiabá – MT, 1961) nasceu na região do Sucuri, Cuiabá, em 1961. O pai, ceramista e lavrador, proporcionou suas primeiras interações artísticas. Miguel começa a se interessar pela arte aos dez anos, quando já fazia alguns desenhos. Suas experiências com a paisagem viriam a acentuar seu apreço pelo naturalismo.

Aos 18 anos ingressa no curso de História da Arte, na Funarte, em Brasília (DF), com o professor e crítico de arte João Evangelista.  A partir da década de 1980 começa a participar de diversas exposições coletivas e individuais em Brasília, São Paulo (SP), Porto Seguro (BA), Goiânia (GO), Teresina (PI), Macapá (AP), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Belém (PA) e São Luís (MA), além de Bolívia, Viena e Alemanha.

Entre 1987 e 2006 fez séries de viagens em busca de suas raízes por várias nações indígenas: Bakairi, Xavante, Caiapó e Krahô, aprofundando cada vez mais seu conhecimento sobre natureza, árvores, plantas medicinais e construções tradicionais. Neste período muda-se para Chapada dos Guimarães e assume a pintura de forma profissional. Atualmente, é um dos principais representantes do naturalismo no Estado.

16 de dezembro de 2022 0 comments
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