A juíza auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Viviane de Brito Rebello, e o gerente de Estatística e Gestão Estratégica da Coordenadoria de Planejamento, Anderson Cristiano Neisse, participam do “Encontro Nacional da Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário”, em Fortaleza (CE). O evento, que teve início na segunda-feira (18 de novembro), reúne magistrados (as) e servidores (as) de tribunais de Justiça estaduais de todo o país.
A juíza auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Viviane de Brito Rebello, e o gerente de Estatística e Gestão Estratégica da Coordenadoria de Planejamento, Anderson Cristiano Neisse, participam do “Encontro Nacional da Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário”, em Fortaleza (CE). O evento, que teve início na segunda-feira (18 de novembro), reúne magistrados (as) e servidores (as) de tribunais de Justiça estaduais de todo o país. 
Em um evento carregado de emoção e significados, a equipe da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) homenageou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, pela conquista de um feito inédito: visitar 100% das comarcas do estado durante sua gestão. A última etapa do projeto “Corregedoria Participativa” foi concluída em Aripuanã (a 935 km da Capital), a 79ª comarca a receber a iniciativa, encerrando um ciclo que começou em fevereiro de 2023 e cobriu todos os cantos do Estado.
O momento de maior simbolismo foi conduzido pelo juiz-auxiliar Emerson Cajango, que entregou ao desembargador um cartaz especial, contendo sua caricatura e uma alusão à incrível façanha de ter percorrido todas as comarcas do Estado. Ao entregar a lembrança, Cajango relembrou a magnitude do feito: “Uma missão que começou em seis de fevereiro. Em janeiro, o senhor planejou e em fevereiro esse projeto que marca pela primeira vez, em 150 anos do TJMT, um corregedor conseguiu visitar 100% das comarcas. Teve momentos em que tudo parecia impossível, mas o senhor nos dizia: ‘Eu tenho condições de ir, e você não?’ Para ele, era sempre um prazer. A gente sabe que foi uma jornada cansativa, mas o desembargador sempre demonstrou animação e determinação.”