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Almanaque Cuyabá

Almanaque Cuyabá

O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

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Embriaguez ao volante e direção sem habilitação são crimes mais comuns

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
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Em entrevista para a rádio CBN Cuiabá (95,9 FM) na manhã desta quarta-feira (3), o promotor de Justiça Kledson Dionysio de Oliveira, titular da 31ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá, apontou embriaguez ao volante e direção sem habilitação como os crimes de trânsito mais recorrentes na capital, e o homicídio culposo na direção de veículo automotor como o mais grave deles. Ele foi o primeiro convidado da campanha de enfrentamento à violência no trânsito promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso e parceiros, no decorrer do mês de julho, com o slogan “No trânsito, respeite a vida. A sua e a dos outros”. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Corpo de Bombeiros Militar resgata arara-canindé com dificuldade de voar

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, nesta segunda-feira (02.07), uma arara-canindé que apresentava dificuldade de voar. O animal estava em uma via pública de Primavera do Leste (243 km de Cuiabá).

A equipe da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada pelo número de emergência 193 e ao chegar ao local, capturou a ave com os devidos cuidados.

A arara foi então encaminhada para uma chácara especializada no recebimento e tratamento de animais silvestres feridos.

Espécie em extinção

A arara-canindé, também conhecida como arara-de-barriga-amarela pode chegar a 90 cm de comprimento, com uma envergadura de até 1,2 metros, tornando-a uma das maiores araras do mundo.

Devido as ameaças de perda de habitat, captura ilegal e os conflitos com atividades humanas atualmente a arara-canindé é uma espécie ameaçada de extinção.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil prende comparsa que auxiliou em homicídio de jovem em Alto Paraguai

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
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Policiais da Delegacia de Diamantino cumpriram, nesta terça-feira (02.07), a prisão de um integrante de uma facção criminosa investigado por um homicídio ocorrido em abril do ano passado, na cidade de Alto Paraguai.

O criminoso foi preso na cidade de Nortelândia, com apoio de uma equipe da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

O jovem Jeferson da Silva Souza, de 20 anos, foi morto na noite do dia 24 de abril de 2023. Na ocasião, o investigado preso nesta terça-feira deu apoio a um comparsa, um adolescente de 17 anos que foi apreendido em flagrante logo após o homicídio. O menor fez os diversos disparos contra a vítima, que dormia em sua residência quando foi assassinada.

Desde o crime, o investigado estava foragido da justiça. Ele tem diversos registros criminais, é responsável pela distribuição de entorpecentes em Alto Paraguai e por cometer crimes em nome da facção criminoso, entre eles ameaças, torturas e homicídios.

Durante o cumprimento do mandado de prisão, as equipes policiais encontraram na residência onde estava o criminoso uma pistola de calibre .40 e duas porções de maconha.

Fonte: Governo MT – MT

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“Atletas de MT recebem um suporte do Estado nunca visto antes”, afirmou bolsista do Governo

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
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“Os atletas de Mato Grosso recebem um suporte do Estado como nunca visto antes”, afirmou Arthur Curvo, atleta do município de Santo Antônio do Leverger (34 km de Cuiabá) e bolsista do programa Olimpus, do Governo de Mato Grosso. Ele está se preparando para o próximo desafio internacional em sua carreira: o Campeonato Sul-Americano de Atletismo sub-20.

Com a competição se aproximando, que acontecerá entre os dias 12 e 14 de julho em Lima no Peru, o atleta da prova de lançamento de dardo está dedicando horas diárias aos treinamentos para garantir um bom desempenho. “É uma temporada muito importante para mim. São muitas competições e eu venho fazendo um trabalho com foco total para essas provas, que são o Sul-Americano e o Mundial, em Lima”, explicou Arthur.

Beneficiário na categoria Internacional, programa esportivo de bolsas para atletas e técnicos promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o atleta destacou o papel fundamental do Olimpus MT em sua vida, garantindo condições para que possa se dedicar integralmente aos treinos e competições.

“Eu só tenho a agradecer ao Governo do Estado, que através do Olimpus tem dado um suporte financeiro nunca visto antes pelos atletas de Mato Grosso. Muito de tudo que eu conquistei se deve a esse trabalho excelente e de suma importância que é feito pela equipe da Secel no bolsa atleta”, ressaltou.

Arthur é primeiro do ranking nas categorias sub-20 e sub-23 e, além do Campeonato Sul-Americano, já está classificado para o Campeonato Mundial sub-20, que também será realizado na capital do Peru, Lima, de 27 a 31 de agosto.

O esportista da AABB/Cuiabá tem se destacado na prova cuja disputa interna no Brasil possui crescimento exponencial com dois recordistas sul-americanos (Luiz Maurício e Pedro Henrique). Recentemente, assegurou a medalha de bronze no Troféu Brasil de Atletismo 2024, com 72,22 m.

“Estamos na torcida pelo Arthur. Sabemos da sua dedicação diária e de todo o seu potencial e, no que depender do Governo do Estado vamos continuar comprometidos em atender os nossos melhores atletas. Nosso maior objetivo enquanto gestores é promover cada vez mais condições para que eles alcancem o sucesso que merecem em suas mais variadas modalidades”, afirmou o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura.

Fonte: Governo MT – MT

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Força Tática prende três pessoas por receptação de veículo e tráfico de drogas

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam dois homens e uma mulher por receptação e tráfico de drogas, nesta terça-feira (02.07), em Cuiabá. Na ação, a PM também recuperou um veículo Gol que havia sido furtado horas antes e apreendeu porções de pasta base e R$ 2,4 mil em dinheiro.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes da Força Tática buscavam um veículo Gol vermelho com queixa de furto registrada no mesmo dia, em Cuiabá. Durante o andamento das diligências, os militares receberam informações de que o veículo foi identificado, por câmeras de monitoramento, pela avenida Miguel Sutil, sentido bairro Porto.

A equipe da Força Tática, que se encontrava próxima, visualizou o veículo e abordou o carro, ocupado pelos três suspeitos. Em checagem ao carro foi constatada a queixa de furto sobre o veículo.

Já com os criminosos e dentro do carro, os militares encontraram uma faca, seis porções de pasta base de cocaína e a quantia de R$ 2.483,00 em dinheiro. Questionados sobre o material, o condutor do automóvel disse que os produtos eram seus, mas não soube explicar a procedência das drogas e valores.

Todos os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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Em busca da empatia perdida na educação

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
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Sobreviver à escola regular é tarefa pobre de todo autista que vive a pequena falsa e pobre inclusão. Para vocês pessoas estudadas, experientes, verdadeiramente o que é inclusão? Muitas respostas virão, muitas poderosas respostas de muito blá, blá, blá…onde ficaremos com pobre verdade travada na garganta. Discursos de “temos de vencer as diferenças, todos aprendemos com o diferente”, nesse caso eu seria o diferente. Todos pensam no papel bonito, cheio de palavras sentimentais, lindas, sobre a inclusão. Tantos papéis para justificar minha permanência em escola regular. Tantas pessoas falando sobre direitos de pessoas com deficiência. Mas porque falamos em direitos? Porque temos de esfregar muitas vezes papéis e leis em escolas para sermos aceitos? Porque viver em sociedade é uma luta de criar papéis bonitos com leis bonitinhas, se homens que as criam são muitas vezes os que apontam as poderosas e inescrupulosas verdadeiras barreiras invisíveis da inclusão de fachada.

Eu falo por mim, por minhas observações. Fui sempre aluno da inclusão de fachada. Podem ver minha história. Fui pertencente à escola que não sabia o que fazer comigo há mais de 10 anos atrás. E ainda não sabe o que fazer com novos “Murilinhos”. Murilinhos são as poderosas tempestades em escolas tradicionais e de vida padrão. Somos alunos indesejados por maioria de professores. Damos trabalho a profissionais que já trabalham muito. Somos inquietos, problemáticos, podemos ser, de verdade, imprevisíveis em crise. Mas somos pessoas.  De verdade isso importa? Verdadeiramente vocês se importam com todo tipo de aluno? Alguns sim, muitos depende, raros com verdadeira empatia. 

Poderia falar muito sobre minhas faltas pedagógicas, sobre minha dificuldade em escrever, sobre minha dificuldade em pôr letras em papel sem organizar palavras. Poderia falar que isso foi culpa da minha, de verdade, escola que falhou comigo. Poderia falar sobre minha falta de preparo para vestibular. Mas apontar minha incapacidade e apontar culpados é leviano. A escola, à sua maneira, sempre me respeitou. Respeito humano sempre tive, apenas com raras exceções, mas respeito acadêmico pouco tive. Culpa de quem? Culpa de uma mente presa em não saber como pôr para fora, ou culpa de mundo inteiro que não conseguia me decifrar? 

Entendem? Culpar minha pobre deficiência é mais fácil. Culpar meu atraso cognitivo também. De verdade, estamos muito longe de decifrar mistérios autistas, principalmente dos autistas de suporte maior. Mas somos pessoas com mentes que podem evoluir. Talvez nossa evolução não seja como a esperada. Talvez sejamos uma pedra bruta que pode ficar presa em caverna, ou sermos libertos e lapidados. A lapidação é processo para quem sai da caverna. Sair é o primeiro passo. As crianças autistas precisam explorar mundo. O mundo além da caverna escura das limitações.

Mas tirar filhos brutos da caverna é enfrentar desafios e muitas dificuldades até achar a luz e caminhar até poder achar local de lapidação. Sobreviver fora da caverna é saber que, primeiro, todo autista que pensa em seguir em escola precisa ser lapidado e ser pertencente à sua evolução. Primeiro seus pais buscam seu autista preso em caverna, fazem uma estrutura de estimulação. Fazem terapias, fazem da casa um bom lugar de treino de habilidades e procuram uma escola empática nessa transformação. Autistas precisam de vivencias fora de suas cavernas. Autistas precisam ser lapidados. Uma joia não é joia se ficar bruta. A brutalidade do autismo deve ser combatida na primeira infância, tudo depois vai ficando mais difícil de ser pertencente à retirada de camadas. 

A escola é vilã ou vítima da inclusão de falhada? Primeiro falo, a escola é vilã por se fazer de vítima. E vítima por se fazer de vilã. A escola é feita de pessoas. Pessoas são vilãs ou são heróis da educação. Mas jamais serão vítimas por serem pessoas presas a um emprego. Ninguém te força a ser professor. Pessoas sabem da situação de nossas escolas. Ficar reclamando é ter falta de verdade na profissão. E somente a reclamação traz vontade de fazer diferente ou vocês professores serão eternos reclamões?

Esse sistema de inclusão lapida pouco alunos que são muito comprometidos. Sabem por quê? Porque muitos ficam com medo de nossos comportamentos. É difícil ver um autistão em crise. A contenção é final de linha. Mas muitos professores não sabem como evitar gatilhos. E falo, professor sozinho não consegue. Por isso, precisamos de acompanhantes que nos entendam, nos apoiem e nos ajudem em sala. Sozinhos somos bombas a estourar. Sozinhos ficaremos brutos e perdidos. Com apoio teremos a chance de progredir em escola.

Aí volto ao papel bonito, que diz segundo famosa lei da inclusão: “todo autista precisa de acompanhante em sala se essa for sua necessidade.” Falo, não copiando a lei aqui, mas interpretando ela. Essa lei é a famosa lei bonita que muitos aplaudem e poucos entendem. Sempre seremos pessoas com deficiência diz essa lei. Mas muitos camuflados não precisam de um acompanhante. Assim vemos que bom senso é melhor que leis refutadas ou usadas a bel prazer. 

Falar sobre inclusão é mexer na ferida aberta de infinitas famílias. Por que é tão difícil sermos lapidados em escolas, sem feridas abertas em nossas famílias? Não gostaria de me fazer de vítima. Não gosto desse papel de vítima. Fico sem pertencimento ao vitimismo. Sempre busco, do meu jeito pertencente à vida autista, levantar a cabeça após fiasqueira ou crise. Levantar e seguir. Sou aluno sobrevivente, mas que na sobrevivência soube ser ferramenta da própria lapidação. Não fui boneco autista de vida pequena. Fui além da escola. Fiz de escola, e faço ainda, uma grande e boa vida de observação comportamental. 

Pude melhorar comportamento observando outros. Não quer dizer que pretendo ser camuflado, mas que posso ser pertencente socialmente sem ser o tão desprovido de boas maneiras. Sim, a escola modula comportamentos se aluno tem modulação em casa também. Inclusão é besteira se pensarmos em amplitude educacional.

Alunos com deficiência entram pequenos nas escolas regulares. Com a passagem dos anos muitos vão ficando pelo caminho da lapidação. Faltam trabalhadores. Aos acompanhantes, faltam poderosas e simples adaptações, faltam presença de verdadeira vontade. Não penso que fui privilegiado em chegar ao ensino médio. Fui pertencente à minha lapidação. Deixei a minha lapidação acontecer. Sou aluno da escola regular. Não uso falar que sou aluno de inclusão. 

Inclusão é palavra bonita de lei. Mas nem toda lei é vivenciada em plenitude. Leis existem por sermos sociedade pertencente a bobagem do mundo sem bondade e sem verdadeira empatia. Leis são para pessoas sem poder evolutivo. Leis são o fracasso ético da sociedade. Quanto mais blá, blá, blá de textos, mais confusa fica a entrada de alunos deficientes na escola. 

Sou feliz por ser resistência a um sistema excludente. Sou grato por ser acolhido e respeitado. Sou de verdade pertencente ao anarquismo escolar. Explico, poder estar em escola regular me permitiu ouvir infinitas aulas e pensamentos diferentes. Estes pensamentos formam minha base. Mas aí vem meu anarquismo mental. Sempre vou buscar pensamentos próprios e verdadeiros para mim. E isso é minha capacidade. Pensar é minha capacidade, mas todos temos capacidades. Ser autista é desafiador para todos. Ser autista é desafio para todo autista também. Eu, pertencente à escola posso falar, ser aluno com autismo e não falante é desafio para qualquer profissional. Mas penso, sempre haverá evolução se houver empatia.

Sobre minha escola falo: eu sou muito bem tratado hoje. Mas já sofri com muita falta de empatia. Já me senti bobo. Mas todo momento de perda de vontade em ser resistência fui socorrido por meu diretor. Sem ele, ou sem pessoas que abram a mente para nossas demandas, somos verdadeiros ETS tentando nos conectar com escola hostil. Com boas ações podemos nos conectar à nossa maneira.

Sou exceção em ser aluno autista não falante em escola regular. Mas sou prova viva de que é possível. Sou aluno da escola pública. Sou aluno de resistência à exclusão. Por isso falo, blá, blá, blá é para um pertencente à pequena vida sem realidade de exclusão. Blá, blá, blá é meu cansaço em falar e comprovar que tenho a liberdade em frequentar a escola escolhida por meus pais. Liberdade é a evolução social.  E empatia é a verdade em mundo atípico. 

Ser um autista é ser um poder a ser lapidado. Sem medo do trabalho. Escola é engrenagem nesse processo. Pode apenas representar o brilho ou a quebra dessa pedra preciosa. Pais, sem medo de feridas, tirem filhos das cavernas da escuridão. Busquem  a evolução de seus filhos. Escola jamais será fácil enquanto houver inclusão. Será mais acessível quando falarmos em modelos empáticos e deixarmos de falar em modelos de inclusão. Inclusão para mim só existe por haver exclusão. E isso é o que penso. 

*Fernando Murilo Bonatto é escritor com transtorno do espectro autista.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Governador entrega 79 km de asfalto novo na MT-110, vistoria obras e assina convênios nesta quinta-feira (04)

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
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O governador Mauro Mendes cumpre agenda nas cidades de Guiratinga e Barra do Garças, nesta quinta-feira (04.07).

A chegada em Guiratinga está prevista para 10h50. No município, serão inaugurados 79,7 quilômetros de asfalto novo na MT-110, em trecho até Alto Garças. O governador também vai vistoriar a construção de 46 casas populares pelo programa SER Família Habitação.

Às 15h, em Barra do Garças, Mauro Mendes, acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes, entrega o Centro de Atendimento Socioeducativo. Eles seguem para vistoriar obras de asfaltamento de ruas no município e assinar quatro convênios, sendo um deles para a construção de unidade do SER Família Criança, idealizado por Virginia.

A unidade vai funcionar no contraturno escolar, com expectativa de atender cerca de mil crianças, sendo 500 por turno. O investimento por parte do Governo do Estado para a construção da nova unidade é de cerca de R$ 7,2 milhões. O município de Barra do Garças irá ceder o terreno.

Confira abaixo a agenda completa:

Quinta-feira, 04/07

– 10h50 – Chegada em Guiratinga
– 11h20 – Inauguração de 79,7 km de asfalto novo na MT-110, entre Guiratinga e Alto Garças
– 11h30 – Vistoria na área de construção de 46 casas populares do SER Família Habitação
– 15h – Chegada em Barra do Garças
– 15h30 – Inauguração do Centro de Atendimento Socioeducativo
– 16h15 – Vistoria às obras de asfaltamento do bairro Jardim Nova Barra
– 16h30 – Visita ao Hospital Municipal
– 17h30 – Ato de assinaturas de convênios, na quadra da Escola Interativa Coopema
– Construção de unidade do SER Família Criança
– Asfaltamento da Avenida Amazonas
– Instalação de 216 câmeras de monitoramento do programa Vigia Mais MT, com parceria do deputado estadual Gilberto Cattani
– Assinatura de convênio com a Prefeitura de Pontal do Araguaia para revitalização da Avenida Universitária
– Entrega de escrituras definitivas de imóveis a moradores de Barra do Garças
– 19h30 – Retorno para Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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Sinfra trabalha para cumprir condicionantes do Ibama e dar início às obras

by Almanaque Cuyabá 3 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que está providenciando o atendimento às condicionantes e documentações exigidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para a realização de obras no Portão do Inferno, na MT-251.

O Governo de Mato Grosso vai fazer a retirada do maciço rochoso da curva do Portão do Inferno e a criação de taludes, uma série de cortes que funcionam como degraus para impedir os deslizamentos de terra. Com isso, a estrada será recuada em dez metros, evitando também a passagem sobre o viaduto que existe hoje no local.

A ordem de serviço para o início das obras já foi assinada pela Sinfra-MT, o que deve acontecer assim que todas as medidas administrativas necessárias forem cumpridas.

A Sinfra-MT reforça que a data do início das obras será informada, assim como as interdições necessárias na MT-251.

Fonte: Governo MT – MT

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