Em Confresa, os atendimentos serão realizados na Secretaria Municipal de Saúde, Avenida Mato Grosso, de terça a quinta-feira (18 a 20.06), das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30.
Já em São Félix do Araguaia a agenda será realizado no PSF Rural, na Avenida Dom Pedro Casaldáliga Plá, de terça a quinta-feira da próxima semana (25 a 27.06), das 07h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30.
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destaca que o projeto busca fortalecer os atendimentos à população do interior do estado por meio de ações itinerantes que oferecem diversos benefícios aos cidadãos.
“O projeto ‘Ir para Incluir’ tem como objetivo levar o bem-estar à população de cada região por onde passa. Essa é uma das formas que a SES encontrou de se fazer presente e poder atender os moradores de diversas localidades, que muitas vezes não conseguem se deslocar para a capital para receber os atendimentos”, explicou.
Entre os serviços presentes, estará a Oficina Ortopédica do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), que realiza a avaliação para futura concessão de cadeiras de rodas e meios auxiliares de locomoção.
Já o MT Hemocentro realizará a coleta de sangue com a unidade móvel e o cadastro de voluntários para a doação de medula óssea.
A ação também contará com a ação do Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais (Ceope), que realizará atendimentos odontológicos às pessoas com deficiência previamente agendadas, e da Unidade Móvel de Imunização, que estará presente com a sala de vacinação para os munícipes.
“A SES tem se empenhado em tornar os atendimentos especializados cada vez mais acessíveis para as comunidades e populações do interior do estado. Nosso objetivo é assegurar que todos os cidadãos, independentemente de onde residam, possam contar com atendimento de qualidade e especializado perto de suas casas, por meio das ações itinerantes”, afirmou a secretaria adjunta de Unidades Especializadas, Caroline Dobes.
Fonte: Governo MT – MT

A juíza Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, presidente das Turmas Recursais e presidente/titular da 2ª Turma Recursal, ministrou, na manhã de segunda-feira (17 de junho), uma palestra sobre as Turmas Recursais no Poder Judiciário de Mato Grosso.
Com o objetivo de capacitar os integrantes do Sistema Único de Segurança Pública em Mato Grosso quanto ao enfrentamento da violência contra a mulher, seja na prevenção e no combate, Cuiabá é palco, essa semana, da 24ª edição do Curso Nacional de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, elaborado pelo Ministério da Justiça.
Mato Grosso, que figura a maior taxa de feminicídios do país por número de habitantes, sedia essa iniciativa pela primeira vez. “Essa é uma temática importante em todo cenário nacional. Os números expressam isso. O Ministério da Justiça acredita na capacitação conjunta e integrativa dos órgãos de Segurança Pública com atuação coletiva, colaborativa e em rede justamente porque entende a complexidade na busca por soluções para o enfrentamento da violência contra a mulher”, apontou a coordenadora de Ensino Presencial da Diretoria de Ensino e Pesquisa da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (DEP/Senasp/MJSP), Renata Guilhões Barros Santos.
Público
Segundo a delegada Jannira Laranjeira Siqueira Campos Moura, que é coordenadora de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e Vulneráveis da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, a capacitação dos profissionais que fazem o primeiro atendimento às vítimas é fundamental.
Por meio da palestra “Panorama Geral da Situação de Violência Doméstica e Familiar no Brasil”, a defensora pública reforçou a importância da realização dos atendimentos para além do entendimento sobre os tipos de violência mas também através do empoderamento sob a perspectiva de gênero.
O compartilhamento de experiências e vivências promovido por meio da capacitação também foi enaltecido. “Acredito que todo curso é muito válido para revermos, por exemplo, questões culturais. A gente precisa desse amadurecimento, dessa troca de pontos de vista, entre a gente que faz o primeiro atendimento com quem está fazendo o último”, apontou coordenadora da Polícia Comunitária e Direitos Humanos da PMMT, tenente-coronel Ludmila Eickhoff.
Para a escrivã Dinalva Silva, que atua em Tangará da Serra (241 km de Cuiabá), essa iniciativa, por meio da troca e experiências, contribui ainda para identificar gargalos na própria estrutura do Estado a fim de viabilizar atendimento e acolhimento mais adequado às vítimas. “A questão da violência doméstica precisa ser também educativa e trabalhada em rede, inclusive, através do acolhimento familiar”.