Entre os mistérios das matas de Mato Grosso, ecoa uma lenda envolta em medo e curiosidade: a do Troá Troá. Segundo os antigos, há mais de uma forma de descrever essa criatura enigmática. No livro Retratos dos Seres da Noite, de Marlene Kirchesch, o Troá é apresentado como um velho tronco de árvore, coberto por uma textura aveludada e sem galhos, que ganha vida nas madrugadas, arrastando-se pela floresta e produzindo um som arrepiante: “troá, troá, troá”.
Diz-se que, quando um casal de viúvos se casa, após a morte, a mulher pode transformar-se nesse ser espectral. A alma, inquieta por algum motivo, permanece ligada à Terra, vagando pela mata na forma do Troá.
Muitos moradores da região afirmam já ter ouvido os lamentos desse ser nas profundezas da noite, principalmente às sextas-feiras, quando sua presença parece mais intensa. O silêncio que antecede e sucede os seus clamores é descrito como algo que gela a espinha e paralisa até os mais corajosos.
Mas há também outra versão da lenda — uma mais protetora que ameaçadora. Nessa, o Troá é um guardião da floresta. Aparece como um homem baixo, coberto de pelos, sempre com um grande galho nas mãos, usado como arma. Ele surge das sombras para proteger os animais e a mata contra caçadores e malfeitores. Para os que respeitam a natureza, o Troá é invisível. Mas para os que a ameaçam, ele é uma força implacável.
Independentemente da versão, o Troá Troá continua a povoar o imaginário popular, misturando o sobrenatural com os sons noturnos da floresta, onde nunca se sabe o que espreita entre as árvores.

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I can’t get involved! I’ve got work to do! It’s not that I like the Empire, I hate it, but there’s nothing I can do about it right now. It’s such a long way from here. Leave that to me. Send a distress signal, and inform the Senate that all on board were killed. I’m surprised you had the courage to take the responsibility yourself. No! Alderaan is peaceful. We have no weapons. You can’t possibly…
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