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Almanaque Cuyabá

Almanaque Cuyabá

O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

CuiabanidadeDitos populares

Veja neste artigo 15 ditados populares, suas origens e significados

by Almanaque Cuyabá 5 de novembro de 2021
written by Almanaque Cuyabá

Os ditados populares são expressões consideradas sábias, transmitidas de geração em geração, com o objetivo de compartilhar experiências e ensinamentos sobre comportamentos e acontecimentos da vida. Essas frases, faladas por pessoas de todas as idades e classes sociais, muitas vezes possuem origens conhecidas ou misteriosas, mas sempre carregam lições valiosas.

Aqui estão alguns exemplos de ditados populares:

A pressa é a inimiga da perfeição – Enfatiza a importância da paciência e de fazer as coisas com calma para alcançar resultados de qualidade.

A corda sempre arrebenta do lado mais fraco – Reflete a realidade de que aqueles em situações mais vulneráveis, como classes sociais mais baixas, frequentemente sofrem as consequências primeiro.

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura – Ensina que a persistência é essencial para alcançar os objetivos, mesmo quando os desafios parecem insuperáveis.

Águas passadas não movem moinho – Transmite a ideia de que o passado não pode ser mudado e que não vale a pena se prender a ele.

Amigos, amigos, negócios à parte – Alerta para os riscos de misturar amizade com questões financeiras, que podem prejudicar a relação.

Cada macaco no seu galho – Exorta a ideia de que cada pessoa deve se preocupar com sua própria vida e não se intrometer nas dos outros.

Cão que ladra não morde – Indica que algumas pessoas que ameaçam com palavras, na verdade, não têm atitude, e por isso não há motivo para temê-las.

De médico e louco, todo mundo tem um pouco – Sugere que todos nós possuímos tanto um lado sensato quanto um lado mais impulsivo e imprevisível.

Deus ajuda a quem cedo madruga – Enfatiza que a determinação e o trabalho árduo, especialmente quando começados cedo, são recompensados.

De grão em grão, a galinha enche o papo – Explica que grandes conquistas são alcançadas aos poucos, com paciência e esforço contínuo.

Devagar se vai longe – Ensina que fazer as coisas com calma e sem pressa pode levar a um sucesso mais duradouro e consistente.

Diga com quem andas, e te direi quem és – Afirma que o caráter de uma pessoa pode ser refletido pelas pessoas com quem ela se associa.

Esmola demais até santo desconfia – Alerta para a ideia de que, quando algo é dado em excesso, pode haver uma intenção oculta ou interesse por trás.

Filho de peixe, peixinho é – Reflete a ideia de que os filhos tendem a seguir os passos dos pais e a herdar suas características.

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EDIÇÃO#54

by Almanaque Cuyabá 13 de outubro de 2021
written by Almanaque Cuyabá

TRANSPORTE PÚBLICO

O tema de capa da quinquagésima-terceira edição do Almanaque Cuyabá trata-se da saga expedicionária de Karl von den Steinen, um alemão que descobriu o Xingu.  A edição ilustra ainda fatos inusitados e acontecimentos marcantes ocorridos na terra de Pascoal Moreira Cabral, conforme anuncia o breve conteúdo abaixo:

SUMÁRIO DA EDIÇÃO

– Carta ao Leitor
– Eu, o leitor
– Sindicato Condor, primeira agência aérea de Cuiabá
– Igreja cuiabana projetada e construída por franceses
– ESPECIAL: Ônibus era ‘Omnibus’, idealizado por Pascal
– Morto e sepultado, conheça o homem que saiu da cova e resolveu pagar promessa construindo igreja em Cuiabá
-Espingardas usadas em guerra serviram para iluminação pública e gradil de praça cuiabana
– O inesquecível Bar Sargentini, de seo Alício Campos
– Hino de Mato Grosso é setembrino
– ESPECIAL: KARL VON DEN STEINEN, UM VERDADEIRO ‘INDIANA JONES’ QUE SE AVENTUROU NO BRASIL CENTRAL
– História do Hino de Mato Grosso: ‘Canção Mato-grossense’ –  Salve terra de amor, Terra de ouro…
– Educador negro lapidou Rui Barbosa e Euclides da Cunha
– George era único entre 12.173 brancos
– Teste seu conhecimento
– Jogo dos Erros
– Horóscopo
– Em se plantando, tudo dá!
– Obras de autores mato-grossenses

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EDIÇÃO#53

by Almanaque Cuyabá 13 de outubro de 2021
written by Almanaque Cuyabá

TRANSPORTE PÚBLICO

O tema de capa da quinquagésima-terceira edição do Almanaque Cuyabá traz o serviço pioneiro de transporte de pessoas via ônibus no país. Conheça, em destaque, como surgiu este meio de transporte no mundo e em Cuiabá.  A edição ilustra ainda fatos inusitados e acontecimentos marcantes ocorridos na terra de Pascoal Moreira Cabral, conforme anuncia o breve conteúdo abaixo:

SUMÁRIO DA EDIÇÃO

– Carta ao Leitor
– Eu, o leitor
– Evolução do transporte público
– Veja quem foi o condutor do primeiro ‘bus coberto’ na capital
– Antes do bondinho, início do transporte pelo Centro se dava a pé ou por burricos
– Linha de ônibus que ganhou até rua nova para percorrer o trajeto Centro-Porto
– Início das cilindradas em Cuiabá
– Pacientes com hanseníase do Hospital São João dos Lázaros
– ESPECIAL: Ônibus era ‘Omnibus’, idealizado por Pascal
– Origem da palavra Ônibus
– Mais 144 ônibus circulando em Cuiabá. E os a partir da década de 1960
– Conheça a primeira pessoa que faleceu em Cuiabá
– Na Rua Getúlio Vargas, ficava um guarda que controlava semáforo à manivela
– Conheça a história do ônibus que teve à frente um barbeiro
– Chofer de praça e os inesquecíveis pontos de automóveis em Cuiabá
– O francês que trouxe a ponte de ferro em 1897
– Conheça a origem do nome ‘Passagem da Conceição’
– Teste seu conhecimento
– Jogo dos Erros
– Horóscopo
– Em se plantando, tudo dá!
– Obras de autores mato-grossenses

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EDIÇÃO#52

by Almanaque Cuyabá 13 de outubro de 2021
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MEMÓRIA DE BAIRRO – A SAGA DOS NOMES

O tema de capa da quinquagésima-segunda edição do Almanaque Cuyabá trata-se da saga dos nomes dados ao bairros de Cuiabá. Nos diversos usos que a cidade faz dos bairros, esses nomes se misturam.
Para os cartórios, o bairro é Alvorada, mas para muitos moradores ainda continua sendo Quarta-feira. Já Cruz Preta, Lavrinha, Barcelo, Terceiro e Taquaral, entre outros, sumiram do mapa, porém estão na memória de vários cuiabanos. A edição ilustra ainda fatos inusitados e acontecimentos marcantes ocorridos na terra de Pascoal Moreira Cabral, conforme anuncia o breve conteúdo abaixo:

SUMÁRIO DA EDIÇÃO

– Carta ao Leitor
– Eu, o leitor
– Bairros e os heróis anônimos
– A primeira escola da democracia
– A saga dos nomes oficiais e populares
– Nomenclaturas que remetem ao ufanismo
– Nomes com apelo devocional e ainda outros assombrosos
– ‘Cuiabá’ adveio de lontra brilhante
– Nomes de batismo são eternizados
– ‘Seo Lipa’ ganha nome de bairro
– Valor ambiental com inspiração para dar nomes
– O histórico e imortalizado Lavapés
– Nomes sob a ótica da terra firme
– Nome de bairro deriva de tragédia
– Urbanismo: Bem no Centro
– ESPECIAL: Mato Grosso, berço glorioso e gentil, por Suelme Fernandes
– Os santos entram no mapa de bairros com muito fervor
– Fonte de água contribuiu para escolha dos nomes de vários bairros de Cuiabá
– Bairro lembra o inesquecível Quintal Grande
– No Dia do Trabalho, quase ninguém trabalha!
– Fauna e flora ganham espaço nos nomes de bairros
– Apelido ganha função de nome
– Bairros iniciados pelas letras X e Z do ABC
– Histórias bíblicas na esteira dos nomes de alguns bairros
– Nomes ilustres imortalizados
– Doutor Fábio Leite: médico cuiabano nos deixa grande legado- Origem da Expressão
– Teste seu conhecimento
– Jogo dos Erros
– Horóscopo
– Em se plantando, tudo dá!
– Obras de autores mato-grossenses

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CuiabanidadeCult & Tur

Cuiabano que é cuiabano ‘até tchora’ em dar apelidos às pessoas

by Almanaque Cuyabá 22 de setembro de 2021
written by Almanaque Cuyabá

Dar apelidos é uma tradição antiga em Cuiabá, prática que, com raras exceções, nunca teve conotação pejorativa, mas sim uma forma carinhosa de identificação que atravessava gerações. Um dos exemplos mais conhecidos foi o do advogado Sebastião de Oliveira, conhecido como doutor Paraná (seo Paraná, pai de Dante de Oliveira), que ficou mais famoso pelo apelido do que pelo nome.

Além dele, o escritor João Moreira de Barros e o Almanaque Cuyabá, inspirado em Zeca Tenuta, lembram figuras lendárias como Tufica, contador de histórias para as crianças que frequentavam o Cine Teatro Cuiabá, e Michidinha, o fanático torcedor do Dom Bosco, que exibia as cores do clube e dançava ao ouvir seu apelido.

Havia também o Juvenal Capador, que se irritava quando chamado assim, e o simpático garçom Plínio Rait, sempre impecável, que cumprimentava todos com um “all rait”. João Cuíca, o ator das peças dirigidas pelo padre Pombo, era famoso por celebrar o “São João de João Cuíca” todo ano.

Maria Perna Grossa, conhecida cartomante e benzedeira com elefantíase, ficou marcada na memória coletiva, com muitos dizendo ter sido curados por ela. E, claro, Chico Alicate, o lunático que imaginava uma mulher chamada “Lourdes” e percorria a cidade em busca dela, completava esse panteão de figuras cuiabanas.

Não podemos esquecer de Guaporé, um informante popular e vigilante do Banco do Brasil, que sempre tinha informações sobre os aviadores que chegavam à cidade, além de ser guarda noturno no Hotel Pécora. Esses personagens e seus apelidos são parte do imaginário cuiabano, perpetuados através das histórias que definem a cultura local.

Veja alguns apelidos:

– Abobrinha e Abobrão
– Alexandre Ferrador
– Antonio Cu d’Água
– Antonio Peteté
– Ary Gasolina
– As Friagens
– Augusto Porco em Pé
– Avestruz
– Ba e Loló
– Barnabé
– Batinga
– Bebé Gorda
– Bebé Magra
– Beê
– Bêga
– Benedito Bundeta
– Benedito Risonho
– Bentoca
– Bibelô de Nhana
– Bilu
– Bolo Flor
– Breca Avião
– Bugre e Bugrinho
– Burro Mestre
– Cabo Boi
– Caçamé
– Calinho
– Capitão Titi
– Carabina
– Careca
– Catita
– Chico Calafate
– Chico Goteira
– Chico Jacaré
– Chico Jorge (o nome era Arthur)
– Chico Matraca, o filho herdou o apelido de Nhô Matraca
– Chico Traçaia
– Chupapaia
– Colete de Aço
– Daí
– Décio Pata Choca
– Dedo de Bola
– Didi
– Dito Calcinha
– Dito Corta-Papo
– Dito Cumbaru
– Dito Curiangu
– Dito Marimbondo
– Dito Pão Mole
– Dito Sapo
– Dito Shá Onça
– Dom Feitiço-Fôrma de Pote
– Dona Pomba
– Dona Sinhorita
– Dona Vidinha e Dona Vidona
– Dunga
– Eloy Coceira
– Espinho de Cobra
– Febrinha
– Filhinha
– Foguete de três Arrancos
– General Saco
– Gito
– Gugu
– Hélio Carrapato
– Hélio Goiaba
– Jabuti de Gravata
– Jeco (pai de João de Jeco)
– Jejé
– Jéti
– Jiló
– Joana Pé Grande
– João Banana
– João Boca d’Àgua
– João Bocage
– João Bocó
– João Butu
– João Cartola
– João da Branca
– João de Nhá Dina
– João Galinha
– João Garoa
– João Gato
– João Grangolim
– João Pampa
– João Papa Vela
– João Tapuia
– Joaquim Coisa Ruim
– Joaquim Painha
– Joça
– Jorge Fiteiro
– Jota
– Juvená Capadô
– Juvenal Morreu
– Laranjada
– Lebrinha
– Liça
– Lili
– Limonada
– Lôlo
– Macaca Prenha
– Mãe de Praça
– Maria Cachorra
– Maria Cumbica
– Maria Perna Grossa
– Maria Taquara
– Mário Capim
– Mário Chaté
– Mariquinha Lacraia
– Marron Cascudo
– Massada
– Maxixinho e Maxixão
– Milhomens (pai e avô de muitos homens)
– Miloca
– Milton Cabecinha
– Naní-Sinhá
– Nenen Grande
– Nenenzinha
– Nhá Chixa
– Nhá Tê
– Nhá Vitu
– Nhanhá
– Nharinha Culote
– Nhonho
– Nhô Gonça
– Nho Toti
– Nhô Vete
– Nhoja
– Nhonhô de Manduca
– Nhonhô Tamarineiro
– Nina
– Nini
– Paizomé
– Pão Crioulo
– Pão de Virar Tripa
– Papagaio de Fraque
– Pé de Bola
– Pé de Chumbo
– Pedro Gambá
– Pedro Jaú
– Pedro Miséria
– Pedro Porco
– Pedro Vaca
– Petrópolis
– Picucha Petita
– Pindu
– Quincutas
– Rabo Teso
– Sea Porca
– Sea Viça
– Seu Né
– Seu Tatá
– Shá Filicidade
– Sho Né
– Sinjão e Carola
– Tchau
– To Veio
– Totó Bem-te-vi
– Totó Canário
– Totó Carijó
– Tuta
– Tutica
– Vicente Tocanguira
– Vidu
– Viva
– Xande
– Xaxis
– Xenxa
– Xexê
– Xinóca
– Zé Aranha
– Zé Bolinha
– Zé Bolo Flor
– Zé Cão
– Zé Pinto Morto
– Zico
– Zigne
– Zizi
– 7 Gatas (7 irmãs – professoras)

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MusicalidadeToda Palavra

Vera e Zuleika: Pantanal, Cerrado e Amazônia

by Almanaque Cuyabá 15 de setembro de 2021
written by Almanaque Cuyabá

Zuleika Arruda é cuiabana, arte-educadora, bacharel em direito, professora universitária, cantora, compositora e artista plástica. Vera Baggetti, por sua vez, é carioca, arquiteta, mestra em educação patrimonial, professora universitária, cantora, compositora e artista plástica. Elas têm larga experiência em práticas arte-educativas e eco-culturais, aplicadas a inúmeros cursos, Workshops, talk-shows e palestras.

Desde 1971, elas têm por objetivo sociocultural, pesquisar, divulgar, sensibilizar e estimular a preservação do Pantanal, Cerrado e Amazônia, biomas presentes em Mato Grosso. E tentar despertar nas pessoas, a busca pelo autoconhecimento, para os reais valores espirituais, da formação como ser humano.

Participam ativamente dos movimentos de construção da cidadania, sensibilizando pessoas através da arte, com a criação de projetos, associações eco-culturais. Foram Consultoras do carnavalesco Joãosinho Trinta, por 20 anos, para assuntos da cultura popular brasileira, em especial a mato-grossense. Moraram por dois anos na Áustria, se apresentando em vários países da Europa e América Latina e em estados brasileiros.

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MusicalidadeToda Palavra

Stanya Cavalcante: A voz cuiabana que conquistou o Brasil

by Almanaque Cuyabá 15 de setembro de 2021
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Stanya Cavalcante, natural de Cuiabá, é uma cantora cuja trajetória musical começa a brilhar ainda na infância, aos sete anos, quando iniciou sua jornada artística como integrante da Cia Sinfônica. Desde muito jovem, seu talento se destacou, e aos 16 anos, decidiu aprofundar seus estudos em canto, dando um novo rumo à sua carreira. Sua versatilidade vocal e a busca por novas sonoridades a levaram a transitar de um estilo gospel, que foi sua base inicial, para outros gêneros musicais, sendo fortemente influenciada pelas icônicas Beyoncé e Lady Gaga. Isso a impulsionou a se apresentar em eventos variados, como casamentos e shows corporativos, onde rapidamente ganhou notoriedade e construiu uma sólida carreira.

Em 2019, Stanya alcançou um marco importante em sua trajetória ao se destacar na televisão, chegando à final do programa The Four, da TV Record, apresentado pela carismática Xuxa Meneghel. Sua performance impactante cativou tanto o público quanto os jurados, consolidando sua imagem como uma artista de grande potencial. No ano seguinte, em 2020, a cantora foi uma das grandes revelações do The Voice Brasil, da TV Globo, onde conquistou a admiração dos jurados com sua presença de palco e técnica vocal refinada, marcando sua trajetória como uma das promessas da música brasileira contemporânea. Com uma carreira em ascensão, Stanya se firma como uma artista multifacetada, com uma voz única e uma capacidade de reinvenção que lhe garante um lugar de destaque no cenário musical nacional.

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MusicalidadeToda Palavra

Sidnei Duarte, autor de ‘Espectro Pantaneiro’

by Almanaque Cuyabá 15 de setembro de 2021
written by Almanaque Cuyabá

Sidnei Duarte é músico, pesquisador e educador. Nasceu em São Paulo (SP), em 1973, e mudou-se ainda na infância para Cuiabá. Aprendeu a tocar guitarra, violão e harmonia no curso internacional de verão da Escola de Música de Brasília (DF). Graduado em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), é mestre e doutorando em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO) pela mesma instituição.

Multi-instrumentista, gravou e tocou com grandes nomes da música instrumental brasileira, como: Toninho Horta, Nelson Farias, Carlos Malta, Celso Pixinga, Marcelo Maia, Sérgio Galvão, Ivan Lins, entre outros. Atualmente é músico da Orquestra do Estado de Mato Grosso onde toca Viola de cocho, professor de guitarra no Conservatório Dunga Rodrigues e no projeto Morada do Som.

Lançou em 2015 seu primeiro CD instrumental “Espectro Pantaneiro” com composições próprias. Em 2016 participou do circuito Sonora Brasil, com o grupo Violas Singulares, em turnê nacional. No mesmo ano, integrou o Primeiro Festival Nacional de Cultura Popular/ Interculturalidades em Niterói, no Rio de Janeiro. Em 2018 lança CD com gravaçaõ de peças com viola de cocho e escaleta.

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