A segunda edição do Festival de Teatro Luiz Carlos Ribeiro começa nesta quinta-feira (15.08), às 17h30, e traz ao palco do Cine Teatro Cuiabá espetáculos de teatro, dança, música e circo, além de performances, roda de conversa, exposição de livros e outras atrações culturais. O evento segue até domingo (18.08), com entrada gratuita ao público mais colaboração voluntária de dois quilos de alimentos não perecíveis.
Os espetáculos são produzidos por grupos de teatro, companhias, coletivos e artistas selecionados via edital, principalmente de Mato Grosso. Realizado pela Associação Cultural Cena Onze, o festival tem patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
A programação completa, com resumo dos espetáculos e horários, está disponível online, no mesmo site em que podem ser retirados os ingressos. Todos os espetáculos serão apresentados no Cine Teatro Cuiabá.
O nome do Festival é uma homenagem ao multiartista Luiz Carlos Ribeiro, que faleceu em 2018 e atuou como ator, dramaturgo, diretor de teatro, produtor e professor da MT Escola de Teatro, além de ter sido um militante da classe artística. Com seu trabalho reconhecido em todo país, é considerado um dos expoentes do teatro mato-grossense.
Realizado com o objetivo de valorizar a cultura e as artes cênicas de Mato Grosso, o evento busca, assim, contribuir para o fortalecimento da criação e produção artística, a formação de plateias e a integração entre os artistas.
A primeira edição foi realizada em 2023, e contou com um público de mais de 3.600 pessoas durante os três dias de programação.
Serviço | Festival de Teatro Luiz Carlos Ribeiro
Data e local: 15 a 18 de agosto, no Cine Teatro Cuiabá
Programação e ingressos: Link AQUI
Mais informações: (65) 99227-6215
Fonte: Governo MT – MT

Após a acolhida, eles tiveram a oportunidade de acompanhar uma sessão da 2ª Câmara do Direito Público e Coletivo, presidida pelo desembargador Mário Kono. No plenário, eles assistiram à sessão de julgamento, com as sustentações orais e as argumentações do advogado com o magistrado.
“É primordial estar inserido dentro dessa realidade jurídica, ainda quanto acadêmica, e não só após a formação. Tivemos a oportunidade de ver como o Poder Judiciário evoluiu e isso é esclarecedor, é animador. E eu, que futuramente pretendo ser juíza, tenho várias referências hoje dentro do TJMT, e ter essa aproximação foi fundamental”, contou a acadêmica.
“O projeto nos ajuda a cumprir com um importante papel que nós temos de partilhar o nosso conhecimento. Eu acho gratificante poder fazer isso, porque é uma espécie de auxílio que se dá aos que estão começando agora. Eles estão cheios de vida e nós temos que passar o bastão. E o recado que eu tenho para essa nova geração de profissionais é: amar o que se propor a fazer, sem visar o enriquecimento, visando apenas prover a justiça”, aconselhou o magistrado.
O Anfiteatro Municipal “Fernando Peres de Farias”, localizado no centro de Barra do Garças, ficou completamente lotado de pessoas interessadas na palestra do professor doutor Nelson Nery Junior sobre “Os Precedentes no Contexto de Acesso à Justiça”. A iniciativa integrou o Encontro Regional da Magistratura, dessa vez voltado aos magistrados e magistradas dos polos de Barra do Garças e São Félix do Araguaia, e reuniu cerca de 350 participantes.
“Todos prestigiaram do começo ao fim, não se ouvia um suspiro fora do compasso. Foi muito gratificante, nós temos certeza de que foi marcante essa vinda dele aqui. Tanto é que foi de uma leveza, assim, incomum. O projeto Elo, esse Encontro, têm esse objetivo de trazer essa afetuosidade nos relacionamentos, nas nossas presenças. É um ambiente de bastante alegria e os estudantes estarem conosco é um privilégio”, complementou.
A magistrada destacou ainda que apesar deste evento marcar o Encontro Regional da Magistratura, essa ação pedagógica não foi voltada apenas aos magistrados e magistradas, e sim aberta a todo o sistema de justiça e à comunidade, para que, juntos, todos possam aprender mais. “Mesmo com os muitos anos de prática judicial, somos eternos aprendizes, e esse é o papel da Esmagis: promover aperfeiçoamento funcional constante. Como eterna professora, entendo que precisamos nos aprofundar nos debates e estudos acerca de temas que impactam diretamente a vida do cidadão. Este evento vem ao encontro dessa necessidade somada à conveniência de nos mantermos atualizados e em constante evolução.”
Segundo ele, os precedentes foram criados para ajudar os tribunais. “O ministro do Supremo, o ministro do STJ, está com muito serviço. Então, como que nós podemos fazer para diminuir o nosso serviço ou racionalizar o nosso serviço? Essa foi a ideia do precedente. Ninguém perguntou se o jurisdicionado precisava disso ou não. É bom para a população do Brasil essa sistemática ou não? Essa pergunta não foi feita e não foi feita para isso. Então, eu tenho bastante restrição com relação a essa ideia do precedente, porque só ajuda o tribunal, não ajuda o jurisdicionado, que é o destinatário da atividade do juiz”, enfatizou.