Coleção
As capas das edições do Almanaque Cuyabá são simplesmente extraordinárias! As imagens, junto com os textos, nos transportam para momentos inesquecíveis da velha Cuiabá. Estou ansiosa para adquirir a coleção completa, que, segundo me disseram, está chegando por aí. Será um verdadeiro tesouro de memórias! Anízia Lacerda, design e diagramadora, via whatsapp
Minha bica preferida
Outro dia, fui à procura das bicas da minha infância espalhadas pela cidade, curioso para saber se ainda existiam. A maioria desapareceu. Ufa! A minha preferida, no entanto, permanecia no mesmo lugar. Ela fica na Prainha, onde hoje foi construído um estacionamento privado. Era ali, naquele cantinho, que eu me sentia mais em paz quando criança. João Canário, aposentado, via telefone
Biblioteca
Na leitura recente da edição 85, de junho/24, do Almanaque Cuyabá, que destacou antigas bibliotecas, lembrei da minha infância, quando buscava informações na Biblioteca Municipal, no prédio onde funcionou o Clube Feminino e hoje abriga a Secretaria de Cultura. Esse espaço foi um marco importante no meu acesso ao conhecimento em Cuiabá. Joyce Siqueira, aposentada pela Educação, via email
Pedro Gardés
A referência ao professor Pedro Gardés na sessão Digoreste (Almanaque Cuyabá #93) é muito pertinente, destacando figuras fundamentais na história educacional de Cuiabá. Escolas como a antiga Escola Industrial de Cuiabá e o Liceu Cuiabano marcaram gerações, oferecendo não apenas ensino, mas também formação cidadã. Essas instituições desempenharam papéis cruciais no desenvolvimento da cidade, e é essencial reconhecer o impacto dos educadores que, com dedicação, moldaram a sociedade cuiabana. A preservação dessa memória é fundamental para valorizar o papel da educação na construção de um futuro mais justo. Naor deo Carmo, orientador educacional, via meail
Palácio Presidencial: O legado histórico e a transformação urbana de Cuiabá

O Palácio Presidencial de Cuiabá, um dos principais marcos históricos da política mato-grossense, foi residência oficial de presidentes e governadores desde o período imperial até o início da República. Em 1940, por meio de um decreto assinado pelo interventor Júlio Strubing Müller, o edifício recebeu o nome de Palácio Alencastro, uma homenagem ao coronel José Maria Alencastro, terceiro membro da histórica família a governar a Província de Mato Grosso. Em 1959, o edifício foi demolido para dar lugar à construção da atual sede da Prefeitura de Cuiabá, que também passou a ser chamada Palácio Alencastro. Essa transformação, que reflete o processo de modernização e reconfiguração urbana da capital, preserva, ao mesmo tempo, o legado político e administrativo de Mato Grosso, mantendo viva a memória de um período fundamental na história do estado.
Veja 5 dicas que podem dinamizar o estudo da Língua Portuguesa

Conhecer as normas e regras da disciplina é fundamental, mas quem disse que essa tarefa precisa ser monótona e difícil? Veja dicas da equipe pedagógica da Central de Concursos. Quando se fala sobre o estudo de Língua Portuguesa – principalmente o voltado ao concurso público – o que vem à mente é a imagem de alguém sentado olhando de maneira desolada para um livro de gramática gigantesco.Por conta dos modos de aprendizagem tradicionais vivenciados no percurso escolar, ficou-se a ideia de que aprender as regras do idioma é um processo apenas de leitura e memorização. Claro que é importante conhecer as normas, mas quem disse que essa tarefa precisa ser monótona e difícil? O estudante que quer fixar melhor as teorias aprendidas pode fazer isso o tempo todo. É possível estudar gramática desde o momento em que se manda uma mensagem de bom dia no grupo da família até a hora de ler aquela mensagem positiva antes de dormir. Língua Portuguesa é vida! É com ela que se raciocina e estrutura a comunicação e, por mais que seja complexa, é a base da interação do falante com o mundo. Vale ressaltar ainda que nas provas dos principais concursos o conteúdo gramatical é solicitado de maneira prática por meio de análises textuais e não apenas de forma mnemônica. Pensando assim, seguem 5 dicas que podem dinamizar o estudo da Língua Portuguesa: 1. Use outras matérias para estudar Português Todas as matérias estão escritas em Língua Portuguesa, logo, podem ser base para observar regras e construções textuais. Se você estudou pronomes, por exemplo, pode aplicar tal conhecimento enquanto lê os tópicos de Direito. Além de melhorar a interpretação do conteúdo jurídico, facilita a internalização da gramática. 2. Leia todo tipo de texto Diferentemente do que se pensa, toda comunicação pode transmitir algum tipo de conhecimento, não só os textos considerados formais e eruditos (livros jurídicos e didáticos ou literatura clássica). Crie o hábito de diversificar a leitura: em jornais, revistas, quadrinhos, anúncios, editais, postagens, bulas é possível analisar a estrutura do idioma e aprender novas palavras. 3. Aproveite a rede social para analisar regras de escrita Como na rede social a linguagem usada é prioritariamente escrita e coloquial, pode-se observar como as pessoas usam as regras gramaticais (não para corrigir, óbvio, mas para analisar). Aprende-se muito por meio da análise de textos. Em uma postagem, reforçam-se conceitos como a ortografia, a concordância e a regência, por exemplo. 4. Crie o hábito de escrever Devido ao uso dos aplicativos de mensagens e das redes sociais, as pessoas passaram a escrever mais. Embora a linguagem usada na internet tenha suas próprias regras e abreviações, procure escrever por extenso, pensando também na estrutura da oração, nas palavras a serem utilizadas e na clareza da exposição das ideias. Quanto mais se escreve, melhor fica a absorção das normas gramaticais. Lembre-se: estudar não é só ler! Construa resumos, escreva o que entendeu das matérias, faça diários. Tudo é válido. 5. Ouça atentamente o que as pessoas comunicam Ao conversar, ver um vídeo, ouvir um podcast ou rádio, escute com atenção como as pessoas falam. Não se atenha apenas ao conteúdo, mas também às palavras usadas, às estruturas construídas, observe se as regras gramaticais aprendidas são seguidas, se a linguagem é formal ou coloquial. Essas análises ajudam muito a internalizar os conteúdos estudados. Em resumo: leia, escreva, observe, ouça e use as regras de Língua Portuguesa. Tendo em vista ser o idioma falado, estudar suas normas é algo a ser desenvolvido cotidianamente. Claro que todo estudante deve ter um roteiro a ser seguido com as matérias exigidas nos editais dos concursos – é essencial assistir às aulas, ler os conteúdos e resolver questões de provas anteriores. Contudo, somada a todas essas estratégias está a dinamização do estudo. Quanto mais orgânica for a aquisição do conhecimento, mais fácil será a internalização da gramática.
Presidente que afirma ser a República proclamada por Floriano Peixoto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um erro ao afirmar, durante um discurso em reunião com centrais sindicais, que a República foi proclamada no Brasil pelo marechal Floriano Peixoto. Na realidade, a Proclamação da República aconteceu no dia 15 de novembro de 1889, sendo liderada pelo marechal Deodoro da Fonseca, e não por Floriano Peixoto. Deodoro da Fonseca, comandante do Exército, foi o principal responsável pela derrubada da monarquia e a declaração da República, que resultou no fim do Império de Dom Pedro II e na instauração do regime republicano no Brasil. Floriano Peixoto, por sua vez, foi o vice-presidente de Deodoro e assumiu a presidência em 1891, após a renúncia de Deodoro, que havia enfrentado uma série de crises políticas. Durante o governo de Floriano, o país enfrentou momentos de instabilidade política, incluindo o chamado “Revolta da Armada”, um levante de marinheiros contra o regime republicano. Floriano ficou conhecido como “O Marechal de Ferro” devido à sua postura autoritária e ao controle rígido sobre os movimentos opositores. Portanto, a Proclamação da República é atribuída a Deodoro da Fonseca, e não a Floriano Peixoto, que foi uma figura importante, mas em um momento posterior da República, já no início da década de 1890. O erro de Lula gerou confusão e foi rapidamente corrigido pelos historiadores e pelo próprio governo.
Rio de Janeiro: O caos da violência e a omissão do Governo

“Um estado sem lei, onde a violência se espalha como se fosse parte do cotidiano, e o governo não governa. O Rio de Janeiro tem sido palco de cenas de puro terror, onde tiroteios se tornam cada vez mais comuns nas ruas e nos bairros, levando o medo e a insegurança a cada canto da cidade. A população vive refém de um sistema de segurança que parece estar ausente, sem resposta à altura da gravidade da situação. O que vemos é a omissão, a falta de ação efetiva por parte das autoridades, enquanto o crime organizado ocupa territórios e as famílias sofrem com a perda de entes queridos. O caos se instala, e a sensação de impunidade só aumenta. Como podemos confiar num sistema que não consegue garantir o básico, que é a segurança e a proteção das vidas dos cidadãos? O Rio de Janeiro precisa de um governo que atue com força, inteligência e, acima de tudo, com o compromisso de devolver a paz à sua população.”