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Almanaque Cuyabá

Almanaque Cuyabá

O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

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CCJR aprecia 28 projetos de lei

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) analisou 28 matérias em reunião ordinária realizada na tarde desta terça-feira (2). Entre os projetos aprovados, a Proposta de Emenda à Constituição nº 11/2024, de autoria do deputado Dr. Eugênio (PSB), que visa permitir, mesmo em ano eleitoral, o repasse de recursos públicos originários de convênios, contratos e emendas parlamentares aos hospitais filantrópicos, Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), Associações Pestalozzi e consórcios de saúde.

“Tendo em vista que, atualmente, as emendas impositivas ao orçamento, decorrentes da atuação individual dos deputados, já têm previsão de percentual obrigatório à saúde e considerando a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas, apresentamos a Proposta de Emenda à Constituição do Estado”, explicou o deputado Dr. Eugênio.

O PL nº 845/2023, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), que trata da criação do selo “Estudantes Doadores” às universidades, centros universitários e faculdades, centros acadêmicos estudantis estimula o trote solidário com o objetivo de incentivar a doação de sangue em Mato Grosso, recebeu parecer favorável do colegiado.

De acordo com o deputado Wilson Santos, “o trote é uma presença garantida em todas as universidades, sejam elas públicas ou privadas. Já tivemos tragédias, calouros já foram mortos, outros carregam sequelas por trotes completamente violentos, inaceitáveis, fora de moda. Nosso objetivo não é fazer com que o trote desapareça do calendário dos estudantes, nós estamos propondo que seja uma atividade humanista, através da doação de sangue e que essa garotada toda adquire esse hábito de solidariedade”, enfatizou o parlamentar.

O vice-presidente da CCJR, deputado Diego Guimarães (Republicanos), fez um balanço dos projetos relatados. “Hoje, apreciamos 28 projetos de lei. Essa comissão faz o filtro da constitucionalidade, amadurece a matéria para que mais tarde possa ir para votação em plenário. Fazemos aqui correções dos projetos quando necessário, incrementamos e corrigimos as redações. Enfim, a CCJR é o coração da sabedoria legislativa”, destacou Diego.

“No mês de junho, foram mais de 160 projetos analisados pela CCJR, nas reuniões ordinárias, com a presença frequente dos membros, é importante dizer isso. Essa comissão funciona ordinariamente toda terça-feira, às 14h30”, finalizou Diego.

Também participaram da reunião os deputados Sebastião Rezende (União), e por videoconferência, o deputado Thiago Silva (MDB).


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Inscrições para vaga de juiz membro do TRE, categoria jurista, terminam nessa quarta-feira

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
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Termina nessa quarta-feira (3 de julho) o prazo de inscrições para advogados e advogadas interessados em ocupar uma vaga de juiz membro titular, categoria jurista, no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).
 
A vaga se dá com o encerramento do primeiro biênio do juiz Eustáquio Inácio de Noronha Neto, em outubro.
 
Poderá se inscrever o profissional que estiver no exercício da advocacia e possuir 10 anos consecutivos ou alternados de prática profissional, cujo grau de parentesco não configure a prática do nepotismo.
 
A inscrição deverá ser realizada, exclusivamente, via Protocolo Administrativo Virtual (PAV) https://pav.tjmt.jus.br/.
 
O Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso escolherá, em sessão pública, os nomes da lista, por meio de votação aberta, nominal e fundamentada. Os três candidatos mais votados serão indicados para a lista tríplice.
 
O edital de abertura das inscrições, assinado pela presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, pode ser acessado neste link.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

2 de julho de 2024 0 comments
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Oficinas dinamizam aprendizado sobre diversos aspectos da Justiça Restaurativa durante Seminário

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
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Além das palestras, os participantes do Seminário “Justiça Restaurativa em Ação – transformando sistemas e unindo regiões” também puderam aprender mais sobre os diversos aspectos da metodologia por meio de oito oficinas que foram realizadas simultaneamente, na manhã desta terça-feira (2 de julho), na sede do Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento é uma realização do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
 
“Aspectos Positivos da Prática Circular na Ambiência Laboral” – A primeira oficina teve como facilitadoras Claudete Pinheiro, Marina Vital e Lygia Fontes. Durante a atividade, os participantes aprenderam sobre os tipos de círculo de construção de paz que se adequam a ambientes institucionais, seja no setor público ou privado, com foco em temas relacionados ao trabalho. “Falamos que tipo de círculo elas podem fazer, por exemplo, diálogos, trabalhar temas como planejamento estratégico, motivacional, círculos temáticos. Demos uma visão geral de tudo o que a pessoa pode fazer no ambiente de trabalho”, explica Claudete.
Segundo ela, a oficina foi aberta até mesmo a pessoas que nunca tiveram contato com os círculos de construção de paz. “É uma chance de conhecer e solicitar para sua empresa, seu órgão ou instituição”, disse.
 
“Juntos Planejamos: Círculos para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica” – A oficina foi ministrada pela facilitadora e instrutora de Justiça Restaurativa, Daniela Fusaro, que desde o ano passado realiza círculos de construção de paz com mulheres vítimas e homens autores de violência doméstica e familiar na Comarca de Rio das Ostras (RJ). Daniela também tem formação em Terapia somática e aplica esse conhecimento também em seu trabalho no Poder Judiciário.
 
“Trabalhamos alguns conceitos de regulação emocional, como funciona o sistema nervoso, trauma, pensando no círculo como espaço de cura, um espaço que tem esse potencial para ajudar essas mulheres a regularem seu sistema nervoso pra conseguir dar limite, para terem mais resiliência e flexibilidade diante de novas possibilidades relacionais, autoconhecimento. E, aqui, a gente trabalha esses conceitos de regulação emocional. Também trabalhamos em grupos que criaram temas e elaboraram roteiros para esses círculos”, afirmou.
 
“Gestão de Programas Restaurativos em Unidades Judiciárias de Competência Criminal” – Nessa oficina, facilitada pelo juiz Decildo Ferreira Lopes, responsável pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça de Goiás (NugJur-TJGO), a proposta foi mostrar como a Justiça Restaurativa pode ser implementada em varas criminais, trabalho que o magistrado realiza desde 2014.
 
Durante a oficina, o magistrado relatou que, em Goiás, já existem projetos de Justiça Restaurativa em quase todos os municípios, realizados no ambiente escolar e que, no caso do âmbito criminal, ele começou seu trabalho na área aplicando círculos de construção de paz com grupos de familiares de pessoas privadas de liberdade, autores e vítimas de violência doméstica e familiar e, por último, com pessoas privadas de liberdade dentro das unidades.
 
“O contato com essas pessoas, por meio da metodologia circular, permitiu que eu entrasse em contato com as reais necessidades dessas pessoas. Com isso, eu pude moldar a minha atuação no sentido de entregar uma prestação jurisdicional mais atenta a essa realidade. Esse foi o primeiro impacto da Justiça Restaurativa. À medida que eu entro em contato com as necessidades, eu vou percebendo que a minha atuação nos moldes tradicionais resolve o processo, mas a questão que foi a causa do problema ou a que perdura depois, eu não conseguia atingir. Então começa um esforço para construção de uma atuação jurisdicional mais atenta a essas necessidades. Mais adiante, eu começo o trabalho com presos. E deu certo. Em 2021, em coautoria com um defensor público, que na época era meu auxiliar, escrevemos um manual sobre a experiência e dando um roteiro para quem quisesse aplicar no sistema prisional. Chegamos a receber um prêmio nacional”, relatou o juiz Decildo Ferreira Lopes aos participantes.
 
A servidora comarca de Rosário Oeste, Adriana Francisca, que participou dessa oficina, conta que saiu de lá decidida a se matricular na próxima turma de facilitadores de círculos de construção de paz para dar início à implantação da Justiça Restaurativa junto ao público dos processos criminais em que atua.
 
“Penso em dar início a esse trabalho lá porque, por exemplo, a gente atende as partes no balcão, a mãe, a esposa, os filhos dos presos que vão lá acompanhando as mães. Tem aquelas situações de violência doméstica em que o filho presenciou o ato, a mulher às vezes já voltou, mas o filho está distante porque ele viu aquele fato e a criança é muito reativa. Quero dar um acolhimento porque nós trabalhamos muito com o processo, temos que atingir metas do CNJ, ótimo! Mas e o sentido? Tem que ter algo a mais, acolher as pessoas. O processo entrega a sentença, entrega o direito, mas, muitas vezes, falta a parte humanizada”, avalia a servidora.
 
Para Adriana, a oficina foi o pontapé inicial dessa trajetória que pretende seguir. “A oficina pra mim é um norte e um significado a mais na questão do cumprimento dos processos porque, além de cumprir os processos, a gente vê algo fora do processo, o impacto do processo na vida das pessoas. Foi maravilhoso!”.
 
“Círculos de Diálogo : Desenvolvendo o Planejamento de Forma Prática e Criativa” – O juiz e coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Chapada dos Guimarães, Leonísio Salles e Maxuel Dias propuseram aos participantes elaborar projetos tomando como base o projeto “Círculos Coloridos na Saúde”, que é realizado mensalmente naquela comarca, cada edição com um tema voltado à saúde.
 
“Apresentamos um projeto já elaborado sobre o autismo para que eles possam entender o que o facilitador vai pensar em todos os detalhes, seja numa abertura, num check-in, uma forma diferenciada de trabalhar os valores, explicar o porquê da peça de centro, com todos os componentes da peça de centro para trazer maior conexão e impacto para aquele projeto”, explicou o juiz.
 
Nessa oficina, os participantes também foram divididos em grupos, sendo que uma parte aplicou trabalhou um planejamento de círculo de construção de paz com o tema do Setembro Amarelo. O segundo grupo tratou de temas relativos à execução penal. “O aluno sai com a prática e entendendo como a gente pensa pra elaborar todos os detalhes, pra ter uma maior potencialidade do círculo, uma maior conexão”, disse o juiz Leonísio Salles.
 
“Múltiplas Lentes: Justiça Restaurativa pelo olhar de um rapper, de um ex-presidiário e de um oficial de justiça” – Nessa oficina, conduzida por Chiquinho Divilas, Amarildo Rubinei Moreira e Louredir Benevides, os participantes foram convidados a imergiram num temporal de ideias para criar algo criativo, num ambiente de círculo de construção de paz. “Trabalhamos a literatura para construção de uma letra de rap. Então é uma tempestade de ideias a partir da história e trajetória dos oficineiros e a gente tenta compilar tudo isso multiplicando essas palavras-chave, que fecham com uma composição, com conteúdo musical. É uma base daquilo que a gente faz na socioeducação no Rio Grande do Sul, que é para que eles possam também reescrever novas histórias, novas possibilidades, mostrar que isso é um jogo e, de certa forma, um quebra-cabeça pra finalizar com um grande conteúdo”, explica o rapper Chiquinho Divilas.
 
Segundo ele, cada participante que já seja facilitador de círculo de construção de paz poderá, posteriormente, aplicar a técnica à sua maneira. “Não necessariamente com o rap. Mas eu faço isso nas escolas, na socioeducação, nas casas prisionais porque isso aconteceu na minha vida. Eu tive a possibilidade de rescrever novas histórias, através dos palcos que surgiram na minha vida”, conta.
 
“A Arte de Conectar : estruturando cerimônias de abertura e encerramento nos círculos de paz” – Do Rio de Janeiro, a facilitadora Hellen Faria trouxe na bagagem máquina fotográfica, barbantes coloridos e outros instrumentos lúdicos para apresentar ao público da oficina uma maneira criativa e inovadora de realizar círculos de paz. “A gente trabalha com dinâmicas corporais, lúdicas, terapêuticas, inspirados em artistas plásticos, trabalhando com muita arte, muito movimento, muita ludicidade”.
 
Facilitadora e instrutora de círculo de construção de paz, há quatro anos Hellen Faria atua com uma oficina chamada Jogos de Conexão, em que produz jogos com significado para a vida, com o objetivo de conectar. “Por isso que ele casa muito com a Justiça Restaurativa e, dentro do círculo, um complementa o outro”, afirma.
 
“Desafios Globais, Soluções Locais: Ações pela Sustentabilidade” – No Seminário, ficou comprovado que a Justiça Restaurativa está serviço do bem comum em todos os sentidos. E não é diferente quando o assunto é sustentabilidade, como foi abordado pelas servidoras Vera Lícia de Arimatéia e Elaine Alonso, respectivamente, gestora e assessora do Núcleo de Sustentabilidade do TJMT.
 
“A oficina traz uma visão holística de sustentabilidade, trazendo todos os aspectos que compõem essa questão. Considerando essa visão mais holística, no campo do social, a sustentabilidade também tem muita relação com a Justiça Restaurativa nos seus propósitos de trazer harmonização e paz. Então, a gente traz essa visão holística da sustentabilidade e depois fecha a oficina trazendo os pontos em comum da sustentabilidade e da Justiça Restaurativa”, explicou Vera Lícia.
 
“Justiça Restaurativa e a Política Judiciária na Primeira Infância” – Ministrada pelo juiz do Tribunal de Justiça da Paraíba, Hugo Zaher, essa oficina tratou sobre os pontos de convergência entre a Política Judiciária da Primeira Infância, estabelecida pela Resolução nº 470/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com a Justiça Restaurativa.
 
“A partir dessa política, se busca garantir, no âmbito do Poder Judiciário, uma atenção diferenciada, uma proteção integral para a criança na primeira infância. E dentre os eixos de trabalho previstos na própria Resolução, encontra-se a Justiça Restaurativa como uma forma de fomentar a cultura de paz para o desenvolvimento integral de crianças nessa faixa etária. Então a ideia foi expor um pouco desses detalhes e também buscar extrair encaminhamentos para o Poder Judiciário de Mato Grosso, sobretudo com propostas de ações para que sejam desenvolvidas o âmbito do Judiciário mato-grossense, voltados à Justiça Restaurativa para garantia dos direitos fundamentais da criança na primeira infância”, afirmou o magistrado.
 
Esta última oficina ocorreu de forma on-line e pode ser conferida, na íntegra, na transmissão do evento, no canal TJMT Eventos no Youtube. Clique aqui para conferir. 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Círculo de paz com 17 pessoas, em uma sala de aula. A peça de centro é um tecido redondo azul e estampado, um vasinho com flores amarelas, uma girafa de pelúcia e alguns papéis. Foto 2: Daniela Fusaro sentada em um círculo de paz. Ela é uma mulher de pele clara, olhos castanhos claros, cabelos lisos, castanhos com corte chanel, usando blazer marrom, echarpe vermelha e óculos de grau. Foto 3: Foto que mostra, do lado esquerdo, três pessoas de costas, sentadas em um círculo de paz. A mulher do meio está falando. Do lado direito da foto está o juiz Decildo Lopes, oficineiro, sentado e olhando para a interlocutora. Ele é um homem pardo, de olhos e cabelos castanhos, usando camisa e gravata rosa clara, terno azul marinho. Foto 4: Juiz Leonísio Salles em pé e gesticulando, falando aos participantes, que estão sentados. Ele é um homem branco, de olhos claros, cabelos castanhos claros, usando calça jeans, camiseta verde com a logomarca do projeto Círculos Coloridos da Saúde. Atrás dele, há uma lousa branca. Foto 5: Rapper Chiquinho Divilas. Ele é um homem pardo, de olhos castanhos escuros, usando camiseta branca, corrente prateada, brinco de brilhante e boné azul marinho. Foto 6: Foto mostra três mulheres sentadas em um círculo de paz. A do meio é a facilitadora Hellen Faria, uma mulher de pele clara, olhos castanhos, cabelos longos, ondulados, castanhos e soltos, usando calça e blusa regata pretos e óculos de grau. Sobre as pernas dela, há cordões coloridos e ela está gesticulando com as demais pessoas olhando para ela. Foto 7: Print de tela da oficina virtual proferida pelo juiz Hugo Zaher, que aparece no quadro principal da videoconferência. Ele é um homem branco, de barba e cabelos grisalhos, usando camisa branca, gravata vermelha, paletó azul marinho e óculos de grau.
 
Celly Silva/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Em uma semana, forças de segurança de MT apreendem R$ 14 milhões em drogas e fazem prisões em três estados

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
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O trabalho de repressão das forças de segurança de Mato Grosso ao crime organizado resultou na apreensão de R$ 14 milhões em drogas na última semana do mês de junho. As operações também envolveram prisões em outros três estados.

“Esse resultado do trabalho dos policiais mato-grossenses vem comprovar, mais uma vez, que o enfrentamento é forte não somente nas ruas, na presença ostensiva como forma de intimidar as práticas criminosas, mas na produção de provas com investigações que garantem mandados de prisões e condenações”, destaca o secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, coronel PM César Roveri.

Exemplo do trabalho de repressão contínua é a Operação Maximus, realizada no dia 25 de junho para cumprimento de 39 ordens judiciais contra uma associação criminosa de tráfico de drogas. Além de Mato Grosso, o enfrentamento gerou prisões em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

“Somente nessa operação, atuaram policiais civis de cinco delegacias, em cinco cidades mato-grossenses, e nossa parceria com outras forças policiais possibilitou prisões de integrantes de facções”, observa o secretário.

Roveri lembra que Mato Grosso também atua em apoio a outros estados, como foi o caso da Operação Escudo Virtual, da Polícia Civil do Ceará. No dia 26 de junho, equipes da PJC mato-grossense cumpriram sete ordens judiciais contra um grupo criminoso voltado para realização de golpes e fraudes financeiras. Essa ação foi deflagrada pela polícia cearense na cidade de Jucás, a 400km da capital Fortaleza.

Drogas

O prejuízo estimado ao crime organizado, de R$ 14 milhões, com a retirada de drogas de circulação, tem como base apreensões decorrentes de operações das Polícias Militar, Civil e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

Na quinta-feira (27), a PJC apreendeu 122 quilos de cloridrato de cocaína, avaliados em mais de R$ 10 milhões, durante os trabalhos da Operação Carga Pesada, deflagrada em Barra do Garças para cumprimento de mandados para apreensão de veículos.

No mesmo dia, a Polícia Civil também desmontou um laboratório do tráfico de drogas instalado em uma residência no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá, em mais uma fase da Operação Zona Quente, da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

Além da apreensão de grande quantidade de entorpecente, entre maconha, skunk (supermaconha) e haxixe, a ação resultou na prisão em flagrante de dois homens, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

No município de Sapezal (480 km de Cuiabá), no dia 24, a Polícia Militar, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal, também já havia apreendido 129 tabletes de pasta base e cocaína, avaliados em R$ 2,8 milhões. As apreensões também foram realizadas em outros municípios do Estado, como Cuiabá e Rosário Oeste.

Já no dia 25, o Gefron apreendeu 91,8 kg de drogas, avaliados em R$ 600 mil, em Cáceres (220 km de Cuiabá).

“As forças de segurança de Mato Grosso já demonstraram que o Estado tem tolerância zero ao crime organizado e seguem empenhadas na repressão aos crimes”, ressalta o secretário de Segurança.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público busca aproximação com a comunidade em palestras

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
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“Um dos objetivos da Promotoria Cível de Juara (a 709km de Cuiabá) é justamente aproximar o Ministério Público da comunidade, e nada melhor do que fazer isso visitando as escolas, promovendo uma abordagem junto a pais e alunos sobre temas importantes”, afirmou a promotora de Justiça substituta Roberta Camara Gomes Vieira de Sousa. Ela esteve em duas escolas municipais na semana passada, participando de ações voltadas à comunidade juarense. 

Na quinta-feira (27) pela manhã, a promotora de Justiça falou sobre “Combate ao Trabalho Infantil” para cerca de 200 alunos do 3º ao 9º ano da Escola Municipal Daury Riva. E na sexta-feira (28), no período noturno, participou de uma roda de conversa com aproximadamente 30 pais e responsáveis que integram o Projeto Família Nota 10, na Escola Municipal Costa e Silva. Roberta Camara destacou a importância de uma família participativa no processo de educação dos filhos. 

“Toda oportunidade que tenho de conversar com algum representante, servidor do município, alguém que esteja relacionado a questões de saúde, educação, cidadania, me coloco à disposição para poder participar dos eventos. A ideia é fazer com que as pessoas se sintam confortáveis e à vontade diante do promotor de Justiça e perceba o Ministério Público como um aliado, como um parceiro na defesa dos direitos da população”, contou a integrante do MPMT.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Diversos contextos de aplicação dos Círculos de Construção de Paz são apresentados em Seminário

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
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Experiências exitosas de implementação da Justiça Restaurativa sob diversos cenários foram compartilhadas no quarto painel do Seminário “Justiça Restaurativa em Ação: Transformando Sistemas e Unindo Regiões”, realizado na manhã desta terça-feira (2 de julho), no Espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em Cuiabá. Quatro palestras compuseram essa programação.
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, entusiasta da pauta, e que inclusive instituiu como lema da sua gestão a frase “Semear a Paz e Fortalecer a Justiça”, prestigiou as palestras da manhã. “Estou bastante impactada positivamente. Às vezes, a gente não tem a exata dimensão até onde estamos chegando com a Justiça Restaurativa. São práticas já concretas, que enchem nosso coração de esperança. Essas sementes que já conseguimos espalhar têm potencial para germinar frutos independentemente do Poder Judiciário”, afirmou. “Acredito na força do bem, do diálogo e do aprendizado para sermos mais eficientes na nossa comunicação e em nossos relacionamentos. A prova fica muito evidente nesses painéis. Esse aprendizado está sendo concretizado e aproveitado por muitos”, acrescentou.
 
O quarto painel, que compôs o eixo “Contexto da Justiça Restaurativa – Diversos”, foi presidido pela coordenadora da Justiça Restaurativa no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Sinop, juíza Debora Roberta Pain Caldas. “Com isso, mostramos que a Justiça Restaurativa tem espaço em diversas áreas e ambientes e pode ser aplicada a jovens, adultos, idosos, enfim, pessoas que precisam de uma palavra ou um olhar. Nós podemos, então, abarcar dentro das técnicas da Justiça Restaurativa aplicando a principal das suas ferramentas que são os Círculos de Construção de Paz”, asseverou.
 
Círculos Coloridos na Saúde – Na primeira palestra, o projeto “Círculos Coloridos na Saúde” foi apresentado pelo coordenador do Cejusc de Chapada dos Guimarães, juiz Leonísio Salles de Abreu Júnior. O magistrado explicou como surgiu e como funciona essa iniciativa voltada aos profissionais que atuam na saúde municipal entre enfermeiros, médicos, cuidadores, terapeutas e estudantes, e usuários, com foco nas campanhas desenvolvidas na área médica para prevenção e enfrentamento de assuntos ligados à qualidade de vida e à promoção da saúde, como janeiro branco, fevereiro roxo, março verde, entre outros. “É muito bacana ao perceber que as pessoas que participam do Círculo relatam a sensação de pertencimento”, ressaltou.
 
As contribuições dessa atividade na melhoria da ambiência nas entidades médico-hospitalares, promovendo atendimentos mais empáticos e humanizados, também foram abordadas pelo magistrado. “É a prática de um exercício de empatia e resiliência. Um verdadeiro convite de transformação das relações humanas”, enalteceu. “Enfrentando essas temáticas diversas através da Justiça Restaurativa, hoje, se eu for decidir sobre uma situação de saúde, como Alzheimer ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), tenho uma cognição, uma empatia, muito maior. Essa vivência está me tornando um julgador melhor”, assegurou.
 
É Lei – Na sequência, a promotora de Justiça, Januária Dorilêo Baracat, expôs as “Experiências Práticas no Município de Várzea Grande”. Apesar da implementação dos Círculos de Construção de Paz ser recente, há um ano, sendo fomentada e apoiada pelo Judiciário mato-grossense, a palestrante, que é primeira-dama da cidade, evidenciou por meio de casos reais os resultados obtidos através da aplicação da Justiça Restaurativa junto aos servidores municipais da Saúde, Educação e Assistência Social, e do Fórum de Várzea Grande, além das unidades e comunidade escolar, assim como aos demais munícipes, especialmente àqueles em situação de vulnerabilidade e/ou com direitos violados. “Os servidores das escolas que participaram do Círculo estão muito motivados por constatarem os resultados práticos nas escolas, que refletem na redução dos casos de bullying, conflitos e agressões entre alunos”, revelou.
 
O município já realizou 180 Círculos de Construção de Paz, formou 105 facilitadores de Círculos de Construção de Paz nas Escolas e já sensibilizou mais de 3,9 mil pessoas no município. Tamanho o impacto positivo provocado por essa prática que, em 2024, a Lei Municipal n° 5236/2024 foi publicada, instituindo o “Programa Municipal de Práticas de Construção de Paz nas Escolas”. “Temos certeza que, com essa política pública, o município de Várzea Grande caminha para uma sociedade mais pacífica empática, com respeito e escuta entre as pessoas”, afirmou.
 
Cenário endossado pela secretária Municipal de Assistência Social, Ana Cristina Vieira. “Na assistência social, os Círculos de Construção de Paz se transformaram em ambientes acolhedores quando os participantes puderam aprimorar sua capacidade de escuta, a compreensão mútua e estabelecer conexão e, sobretudo, muita sensibilidade. Estamos possibilitando que as pessoas, antes invisibilizadas, passaram a ter a sensação de pertencimento”.
 
Mudança de comportamento é inovação – Falando em inovações, o procurador do Município de Caxias do Sul (RS), Espedito de Lima Abrahão Júnior, somou ao seminário ao tratar sobre como a inovação na prática jurídica pode contribuir para a restauração de relações sociais e a resolução de conflitos de forma eficaz e humana junto aos servidores municipais da segunda maior cidade do Rio Grande do Sul.
 
Na palestra “Inovar para Restaurar: Casos Práticos na Atuação de um Procurador de Município”, ele apresentou os dilemas e desafios enfrentados ao adotar a Justiça Restaurativa assim como a inovação trazida com a instituição do chamado “Termo de Composição Restaurativa”. “Tivemos casos desafiadores envolvendo processos administrativos disciplinares e buscamos soluções inovadoras para casos complexos. Percebemos, assim, que as consequências de enfrentar esses desafios nos trouxeram melhorias significativas para gestão pública de Caxias do Sul”. Segundo ele, a Justiça Restaurativa, que trabalha com a valorização do ser humano, é fundamental.
 
NugJur – A atuação do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) também foi apresentada pela assessora de relações institucionais da unidade, Katiane Boschetti da Silveira. A servidora destacou o impacto positivo do “Programa Servidor(es) da Paz” na promoção de um ambiente institucional harmonioso dentro do do TJMT por meio da resolução pacífica de conflitos. “Buscamos a humanização como base do trabalho no Tribunal e com o Tribunal. Só pessoas cuidam de pessoas Quando conhecemos o outro, a gente conecta a nossa humanidade”, pontuou. Desde sua implementação, o NugJur já realizou 10 cursos, que formaram 210 facilitadores. Além disso, 239 Círculos da Construção da Paz foram feitos com mais de 2,1 mil pessoas sensibilizadas.
 
A unidade segue em planejamento para realizar Círculos de Construção de Paz temáticos, além de capacitação continuada por meio de cursos de formação, workshops e seminários. “Estamos ainda desenvolvendo com os municípios um plano individualizado de implementação da Justiça Restaurativa como política pública de pacificação social. A gente percebe a diversidade de cada município e precisamos respeitar cada uma dessas histórias e peculiaridades. Baseado nos princípios do respeito, da essência comunitária e do apoderamento de cada ente, o Tribunal de Justiça está contribuindo nessa construção junto aos Executivos e Legislativos municipais”.
 
Atualmente, 25 leis municipais com essa temática já foram publicadas em Mato Grosso e 25 Termos de Cooperação foram assinados. Segundo a assessora, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso deve ser o próximo órgão a adotar os Círculos de Construção da Paz.
 
Público – O seminário contou com a participação de inúmeros magistrados, em especial de juízes e juízas coordenadores dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), responsáveis pela expansão da política de pacificação social e implementação da Justiça Restaurativa no interior do Estado, gestores municipais, membros do Ministério Público, da Defensoria Pública, representantes das secretarias municipais de educação e assistência social parceiras do Poder Judiciário, servidores das comarcas e membros de instituições parceiras. Além de palestras, o seminário contou com diversas oficinas com atividades práticas e troca de experiências ligadas à adoção da Justiça Restaurativa no Estado e em todo país.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Foto 1: diversos participantes do seminário sentados e atentos à apresentação entados, participantes do seminário aplaudem uma apresentação.  Foto 2:  juíza Debora Roberta Pain Caldas sorri enquanto segura um microfone. Sentada em uma cadeira, ela tem cabelos longos e veste um blazer branco e calças escuras. Foto 3: em pé no palco, o juiz Leonísio Salles de Abreu Júnior discursa no palco durante o seminário, com uma apresentação projetada ao fundo. A plateia, atenta, assiste às palestras, enquanto outros palestrantes aguardam suas falas sentados ao lado. Foto 4:  procurador de Caxias do Sul, Espedito de Lima Abrahão Júnior, segura um microfone, tem cabelos escuros curtos e usa terno e gravata no azul escuro e camisa lilás. Foto 5: cinco pessoas sentadas no palco, ouvindo a fala da assessora de relações institucionais da unidade, Katiane Boschetti da Silveira, mulher vestindo terno laranja e camisa branca.
 
Talita Ormond/ Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
[email protected]
 
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TESTE ANCORA

Ribeirinho Cidadão: Justiça Estadual leva cidadania à população de Salto do Céu

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá
A segunda etapa da 17ª edição do projeto Ribeirinho Cidadão inícia atendimento no município de Salto do Céu, localizado a 350 km de Cuiabá, no oeste do estado. Durante todo o dia, os moradores da cidade e de localidades vizinhas puderam contar, pela primeira vez, com atendimentos médicos, odontológicos, orientações jurídicas e muitos outros serviços ofertados pelos parceiros que compõem o projeto relizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso em parceria com a Defensoria Pública Estadual. Os atendimentos serão realizados até o dia 3, às 17h, na Escola Estadual Francisco Villanova, as ações seguem até o dia 9 de julho e devem atender outras duas cidades: o distrito de Lucialva, em Jauru e Porto Esperidião.
 
Salto do Céu integra a região conhecida como Rota das Águas, um conjunto de municípios que se destacam pelo potencial turístico e belezas naturais. Desta vez, a segunda fase do projeto aproveitou as peculiaridades do local e foi denominada de “Expedição Rota das Águas”. O juiz coordenador da Justiça Comunitária, José Antônio Bezerra Filho, comemorou o início dos trabalhos e destacou o pioneirismo do Judiciário em propor uma nova rota de atendimentos à Defensoria Pública.
 
“Assim que levamos a proposta de novos locais de atendimento às instituições realizadoras, fomos prontamente acolhidos tanto pela presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, quanto pela defensora pública-geral de Mato Grosso, Maria Luziane Ribeiro de Castro. A partir desse olhar sensível e humanizado conseguiremos, nos próximos dias, levar atendimento de qualidade às cidades de Salto do Céu, Jauru e Porto Esperidião, além das cidades circunvizinhas como Lambari d’Oeste, Rio Branco e Curvelândia. Tudo isso dentro de uma logística de deslocamento, trabalho e ações voltadas para mostrar um judiciário mais fraterno, humano e social”, destacou o magistrado.
 
De acordo com o Censo de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população residente no município é de 3.679 pessoas. Segundo Mauto Teixeira Espíndola, prefeito do município, muitos serviços essenciais de cidadania como os que são ofertados pelo INSS (acesso a direitos previdenciários como aposentadoria e pensão), Politec (emissão de carteira de identidade), Receita Federal e solução de conflitos judiciais são defictários na cidade, fazendo com que a população busque atendimento para resolução de suas demandas.
 
“Para nós, de Salto do Céu, é uma alegria imensa recebê-los aqui para ajudar a resolver alguns problemas sociais do município. Nós temos alguns gargalos aqui na nossa região e a presença do Tribunal de Justiça e de todos os parceiros é fundamental para dar mais qualidade de vida e garantia de direitos aos cidadãos”, pontuou o prefeito.
 
A juíza da comarca de Rio Branco, que é responsável por todos os processos oriundos do município de Salto do Céu, Luciana Sittinieri Leon, elogiou a organização do evento que conseguiu reunir em um único local vários serviços essenciais à população.
 
“Sem dúvida, é uma honra receber este projeto aqui na região da Rota das Águas. A gente consegue sentir essa proximidade com a população de uma forma muito organizada e eficiente. O modo como a equipe conduz o mutirão realmente impressiona, desde a quantidade de serviços ofertados até o espaço adequado para que as crianças possam brincar enquanto os seus pais são atendidos. Tudo foi pensado para otimizar os serviços e também a experiência de quem necessita de atendimento”, disse a magistrada.
 
Ribeirinho Cidadão – A Expedição Rota das Águas segue até o dia 09 de julho e deve atender nos dias 02 e 03 de julho o município de Salto do Céu, nos dias 05 e 06 de julho o distrito de Lucialva, em Jauru, e nos dias 08 e 09 de julho a cidade de Porto Esperidião.
 
São parceiros desta ação a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (SETASC), Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer (SECEL), Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES), Proteção e Defesa Civil – Mato Grosso, Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação – (SECITEC), Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP-MT); Perícia Oficial e Identificação Técnica (POLITEC), Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), Exército Brasileiro, Grupo Especial de Fronteira (GEFRON), Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Receita Federal, Marinha do Brasil, Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), Juizado Volante Ambiental (JUVAM) e os cartórios locais das cidades de Salto do Céu, Jauru e Porto Esperidião.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem. Foto 1: imagem mostra o juiz José Antônio Bezerra Filho, prefeito Mauto Espíndola, primeira-dama do município e diretor da unidade escolar no corredor do colégio. Eles estão passando em frente às salas e vistoriando os trabalhos. Ao lado direito estão 3 oficiais fardados com farda militar verde. Foto 02: Pessoas nos corredores do colégio, eles estão olhando as salas para serem atendidos. Foto 03: profissional da Defesa Civil orienta senhoras idosas em fila na frente da unidade escolar.
 
Laura Meireles/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

2 de julho de 2024 0 comments
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TESTE ANCORA

Em uma semana, forças de segurança de MT apreendem R$ 14 milhões em droga e fazem prisões em três estados

by Almanaque Cuyabá 2 de julho de 2024
written by Almanaque Cuyabá
O trabalho de repressão das forças de segurança de Mato Grosso ao crime organizado resultou na apreensão de R$ 14 milhões em drogas na última semana do mês de junho. As operações também envolveram prisões em outros três estados.

“Esse resultado do trabalho dos policiais mato-grossenses vem comprovar, mais uma vez, que o enfrentamento é forte não somente nas ruas, na presença ostensiva como forma de intimidar as práticas criminosas, mas na produção de provas com investigações que garantem mandados de prisões e condenações”, destaca o secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, coronel PM César Roveri.

Exemplo do trabalho de repressão contínua é a Operação Maximus, realizada no dia 25 de junho para cumprimento de 39 ordens judiciais contra uma associação criminosa de tráfico de drogas. Além de Mato Grosso, o enfrentamento gerou prisões em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

“Somente nessa operação, atuaram policiais civis de cinco delegacias, em cinco cidades mato-grossenses, e nossa parceria com outras forças policiais possibilitou prisões de integrantes de facções”, observa o secretário.

Roveri lembra que Mato Grosso também atua em apoio a outros estados, como foi o caso da Operação Escudo Virtual, da Polícia Civil do Ceará. No dia 26 de junho, equipes da PJC mato-grossense cumpriram sete ordens judiciais contra um grupo criminoso voltado para realização de golpes e fraudes financeiras. Essa ação foi deflagrada pela polícia cearense na cidade de Jucás, a 400km da capital Fortaleza.

Drogas

O prejuízo estimado ao crime organizado, de R$ 14 milhões, com a retirada de drogas de circulação, tem como base apreensões decorrentes de operações das Polícias Militar, Civil e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

Na quinta-feira (27), a PJC apreendeu 122 quilos de cloridrato de cocaína, avaliados em mais de R$ 10 milhões, durante os trabalhos da Operação Carga Pesada, deflagrada em Barra do Garças para cumprimento de mandados para apreensão de veículos.

No mesmo dia, a Polícia Civil também desmontou um laboratório do tráfico de drogas instalado em uma residência no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá, em mais uma fase da Operação Zona Quente, da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

Além da apreensão de grande quantidade de entorpecente, entre maconha, skunk (supermaconha) e haxixe, a ação resultou na prisão em flagrante de dois homens, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

No município de Sapezal (480 km de Cuiabá), no dia 24, a Polícia Militar, em ação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal, também já havia apreendido 129 tabletes de pasta base e cocaína, avaliados em R$ 2,8 milhões. As apreensões também foram realizadas em outros municípios do Estado, como Cuiabá e Rosário Oeste.

Já no dia 25, o Gefron apreendeu 91,8 kg de drogas, avaliados em R$ 600 mil, em Cáceres (220 km de Cuiabá).

“As forças de segurança de Mato Grosso já demonstraram que o Estado tem tolerância zero ao crime organizado e seguem empenhadas na repressão aos crimes”, ressalta o secretário de Segurança.

Fonte: Governo MT – MT

2 de julho de 2024 0 comments
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