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Almanaque Cuyabá

Almanaque Cuyabá

O Almanaque Cuyabá é um verdadeiro armazém da memória cuiabana, capaz de promover uma viagem pela história em temas como música, artes, literatura, dramaturgia, fatos inusitados e curiosidades de Mato Grosso. Marcam presença as personalidades que moldaram a cara da cultura local.

Memória UrbanaRuas e Becos

Beco Sujo ou Beco do Cotovelo

by Almanaque Cuyabá 15 de julho de 2021
written by Almanaque Cuyabá

O Beco Sujo, também conhecido como Beco do Cotovelo, recebeu oficialmente a denominação de Rua Tufic Affi, por decisão da Câmara Municipal de Cuiabá. Contudo, o novo nome não se popularizou, e a via continua a ser chamada por suas antigas designações, carregadas de história e simbolismo. Este beco singular inspirou o renomado poeta corumbaense Lobivar de Matos, que nele encontrou cenário e emoção para compor seu célebre poema Beco Sujo. Em um dos versos mais marcantes, Lobivar descreve: “O vento está soprando o único lampião que ainda continua aceso”, capturando a atmosfera melancólica e quase fantasmagórica do lugar.

Carregando o peso das tradições e das memórias da cidade, o Beco Sujo permanece um marco cultural e poético em Cuiabá, uma testemunha silenciosa das transformações urbanas.

Photographia é um projeto cultural de pesquisa da central de documentação de dados do Almanaque Cuyabá. A iniciativa visa resgatar imagens históricas da cidade homônima.
As ilustrações selecionadas nesta Categoria são, em sua grande maioria, de domínio público; outras, creditadas à fotógrafos, editores, colecionadores, instituições e a plataformas digitais congêneres.

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Memória UrbanaRuas e Becos

Beco da Lama: histórias e memórias de um símbolo cuiabano

by Almanaque Cuyabá 15 de julho de 2021
written by Almanaque Cuyabá

Localizado no histórico bairro do Porto, o antigo Beco da Lama, hoje oficialmente chamado de Rua Comandante Soído, carrega em seu nome uma narrativa enraizada no cotidiano de Cuiabá. A origem do nome remonta ao período em que, durante a estação chuvosa, o trajeto do beco se transformava em um verdadeiro lamaçal, dificultando a circulação e marcando o imaginário local.

Outra explicação para a denominação refere-se à presença de numerosos bordéis de baixo meretrício que ali prosperaram, tornando-se um ponto de encontro para viajantes, seringueiros, garimpeiros e trabalhadores eventuais, que buscavam entretenimento e descanso em meio às suas jornadas.

O Beco da Lama tornou-se um símbolo carregado de significados, refletindo as adversidades naturais e os encontros que moldaram a cultura de Cuiabá, preservando as memórias de um passado que ainda enriquece o presente

Photographia é um projeto cultural de pesquisa da central de documentação de dados do Almanaque Cuyabá. A iniciativa visa resgatar imagens históricas da cidade homônima.
As ilustrações selecionadas nesta Categoria são, em sua grande maioria, de domínio público; outras, creditadas à fotógrafos, editores, colecionadores, instituições e a plataformas digitais congêneres.

(texto adaptado/Cuiabá da tchapa e da cruz/Tenuta, José Augusto).

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MusicalidadeToda Palavra

Vera Capilé: Voz do Centro-Oeste e da Amazônia

by Almanaque Cuyabá 14 de julho de 2021
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Vera Capilé, natural de Dourados (MS), cresceu em uma família de músicos da velha guarda, influenciada pela cultura musical das fronteiras do Paraguai e pela rica tradição do rasqueado, siriri, viola de cocho e ganzá. Aos 5 anos, começou sua trajetória musical, iniciando no piano, e aos 11 anos aprendeu a tocar acordeom com Dunga Rodrigues.

Após uma pausa na carreira devido ao casamento, retornou aos 45 anos, formando uma banda e lutando pela união dos artistas do Centro-Oeste e da Amazônia com a rede “Nós do Mato”. Em 2004, foi selecionada para o Projeto Pixinguinha, realizando shows em várias regiões do Brasil. No ano seguinte, participou do Ano do Brasil na França e apresentou-se com orquestras renomadas. Cidadã cuiabana, Vera é reconhecida por sua contribuição à cultura e à música, além de desenvolver crônicas sobre preservação ambiental.

Compositora e parceira do músico Abel Santos, Vera Capilé celebra a cultura dos Cerrados, Pantanal e Amazônia, unindo influências regionais e universais em seu canto, que inclui desde compositores locais até clássicos como Villa Lobos.

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Em CenaToda Palavra

Liu Arruda: O Falar Cuiabano como inspiração

by Almanaque Cuyabá 14 de julho de 2021
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Cuiabá, *30/5/1957 – +24/10/1999

O intérprete de personagens como Comadre Nhara, Juca, Gladstone, Ramona, entre tantos outros, nasceu em 30 de maio de 1957, em Cuiabá. Criado na Rua 24 de Outubro, Elonil de Arruda era o caçula em uma família de 10 irmãos. A paixão pelo teatro começou cedo, ainda na adolescência, quando entrou para um grupo de apresentação do Sesi, denominado “Pequenos Gigantes”.

Nos anos 1970 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde cursou a Faculdade de Comunicação Social na Universidade Gama Filho. Posteriormente fez sucesso como garoto propaganda do antigo supermercado Trento Junior. Liu também participou das novelas O Campeão, da TV Bandeirantes e A Lenda, da extinta TV Manchete. Também fez uma breve participação na novela da TV Globo, Suave Veneno.

Em mais de 25 anos de carreira, sua galeria tem quase 40 personagens e centenas de apresentações teatrais. Seu humor era reconhecido pela valorização do linguajar cuiabano. Além de ter participado em novelas, manteve colunas em jornais e lançou o CD, “Ocê qué vê, escuta”, com catorze faixas, sete músicas e sete piadas. Liu Arruda faleceu no dia 24 de outubro de 1999, com 42 anos.

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EDIÇÃO#51

by Almanaque Cuyabá 14 de julho de 2021
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ACERVO
O tema de capa da quinquagésima-primeira edição do Almanaque Cuyabá é um acervo e comemora mais um aniversário de Cuiabá. Propositadamente, o Almanaque, que se tornou verdadeiro armazém da memória, promove surpreendente passeio pela história. A pedido de leitores, anunciamos os principais registros aqui jâ publicados,
que, por sua vez, ‘pularam’ das prateleiras direto para as páginas desta edição. Ilustramos ainda fatos inusitados e acontecimentos marcantes ocorridos na terra de Pascoal Moreira Cabral, conforme anuncia o breve conteúdo abaixo:

SUMÁRIO DA EDIÇÃO

– Carta ao Leitor
– Eu, o leitor
– Dia da Mentira
– Início das artes plástica em Cuiabá
– Chico da Viação, um motorista cuiabano exemplar
– Igreja Matriz: tempo, tempo, tempo…
– Alvará manda Rolim criar capital
– Varíola vitimou metade da população cuiabana em 1876, por Suelme Fernandes
– Irmão de Tiradentes forjou causa de sua vinda a Cuiabá e se tornou presidiário
– Primeiras fábricas cuiabanas de sabão, vela de sebo e do tradicional cigarro de palha
– Construtor e primeiro ´padre da Igreja Matriz
– ESPECIAL: A CONQUISTA DA TERRA, por Elizabeth Madureira Siqueira
– Em Juízo: Pérolas do Judiciário
– Cacimba do Soldado
– Carta da Capitania
– Os ‘açougueiros de ponta de rua’ mais conhecidos em Cuiabá
– Primeiro representante do Fusca em Cuiabá era italiano
– Cerveja Rosa foi a pioneira em Cuiabá
– Como a cinematografia chegou a Cuiabá e onde foi a primeira exibição
– Tirinhas do mês
– Origem da Expressão
– Teste seu conhecimento
– Jogo dos Erros
– Horóscopo
– Em se plantando, tudo dá!
– Obras de autores mato-grossenses

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EDIÇAO#50

by Almanaque Cuyabá 14 de julho de 2021
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SOLO SAGRADO E CHÃO QUENTE!

O tema de capa da quinquagésima edição do Almanaque Cuyabá abre as portas para a Arquitetura Cuiabana, pois a cidade é um núcleo bandeirista, contradição na arquitetura de terra crua, embora muitas destas construções tenham ruído. A edição ilustra ainda fatos inusitados e aconteci marcantes ocorridos na terra de Pascoal Moreira Cabral, conforme anuncia o breve conteúdo abaixo:

SUMÁRIO DA EDIÇÃO

– Carta ao Leitor
– Eu, o leitor
– Primeiro administrador dos Correios em Cuiabá
– Na estrutura suntuosa erguida na atual Avenida Tenente-coronel Duarte, conhecido como Palácio das Águias, eram patrocinados encontros de celebridades, festas e eventos políticos.
– No ritmo da primeira escola de samba de Cuiabá
– Este é Digoreste: Mestre Inácio, autor de centenas de composições entre valsas, maxixes, chorinhos, marchas e rasqueados
– 7 x 0 em Cuiabá resultou em passada de mão e chute em ‘traseiro’, com Nelson Severino
ESPECIAL: Arquitetura Cuiabana – Cuiabá é um núcleo urbano de origem bandeirista, e como tal suas construções tradicionais são, o que se convencionou chamar, de arquitetura de terra crua
– Estrangeiro assume província e cria revolta de pernambucanos
– Surge a primeira gramática brasileira
– Primeira tropa militar que chegou a Cuiabá
– Como foi que a Baía virou Rio de Janeiro
– Guilhotinada por querer ser homem de Estado
– Manoel de Barrois restaura ‘virgindade das palavras’ (Almanaque Brasil)
– Pílulas Literárias: Aclyse de Mattos, autor de “Motosblim: A Incrível Enfermaria de Bicicletas”, ilustrado por Marcelo Velasco e publicado pela Entrelinhas Editora
– Decifre o Anagrama
– Origem da Expressão
– Teste seu conhecimento
– Jogo dos Erros
– Horóscopo
– Em se plantando, tudo dá!
– Obras de autores mato-grossenses

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EDIÇÃO#49

by Almanaque Cuyabá 14 de julho de 2021
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LENDÁRIA!

A quadragésima-nona edição do Almanaque Cuyabá anuncia os Mitos Cuiabanos. Como diz o dito popular “Quem conta um conto, aumenta um ponto!”. Fantásticas e/ou fictícias, as lendas combinam fatos que são meramente produto da imaginação. Ou não? A edição ilustra ainda fatos inusitados e acontecimentos marcantes ocorridos na terra de Pascoal Moreira Cabral, conforme anuncia o breve conteúdo abaixo:

 

SUMÁRIO DA EDIÇÃO

– Carta ao Leitor
– Eu, o leitor
– Vôte, quente demásh! Origem da expressão cuiabana segundo José Augusto Tenuta
– Residência que abrigou coronéis, rádio e até boate em Cuiabá
– Magessi alienou o casarão. Será o Benedito?
ESPECIAL: Mitos Cuiabanos – De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação humana. Como diz o dito popular “Quem conta um conto, aumenta um ponto!”. Descubra, nesta edição, um pouco das surpreendentes histórias que são de arrepiar, contadas por escritores mato-grossenses.
– Governador que jogou no Campo d’Ourique deu nome a rua
– Prelazia cuiabana e seus dirigentes
– Primeira tropa militar que chegou a Cuiabá
– Coisas de Futebol: A história de “Xinxarrinha”, um torcedor mixtense, merece ser relembrada
– Centenário terreno do Mercado Municipal tem história
– Ponto de encontro: uma casa comercial agitada pra época
– Pujança das mulheres cuiabanas: Federação Mattogrossense pelo Progresso Feminino, sob Nailza da Costa Barbosa Gomes
– Baú da Imagem: Um cantinho da cidade cravado na memória
– Fatídico acidente deu origem à Pedra 21
– O ‘cuiabanês’ na política, por Wilson Carlos Fuá
– Decifre o Anagrama
– Origem da Expressão
– Teste seu conhecimento
– Jogo dos Erros
– Horóscopo
– Em se plantando, tudo dá!
– Obras de autores mato-grossenses

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EDIÇÃO#48

by Almanaque Cuyabá 14 de julho de 2021
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MISCELÂNEA

Fatos renovados, compilação de peças literárias de autores mato-grossenses e vários quizzes, entre outras coletâneas fazem parte da Miscelânea – Textos Escritos, tema da quadragésima-oitava edição do Almanaque Cuyabá, além de fatos inusitados e aconteci marcantes ocorridos na terra de Pascoal Moreira Cabral, conforme anuncia o breve conteúdo abaixo:

SUMÁRIO DA EDIÇÃO

– Carta ao Leitor
– Eu, o leitor
– ‘’Se você não vai amor, eu vou, vou a Sayonara, seja como for…!’’
– A escuridão tomava conta das ruas de Cuiabá desde a sua fundação. Era um breu total. A iluminação pública, até meados do século XIX, era feita com azeite extraído dos cardumes de lambaris, retirado na piracema, fenômeno aqui também conhecido como lufada
– Linha de bondes puxados por burros, construída em trilhos de ferro ligando os dois extremos: Porto (Cais) ao Largo da Mandioca (atual Praça da Mandioca)
– A partir da travessa Senador Metelo, denominada de Beco do São Gonçalo, a segunda casa era um galpão de zinco, que foi Garagem Dorsa, da firma Dorsa & Irmãos, primeira importadora de automóveis de Cuiabá
– A notícia a morte do então presidente Getúlio Vargas chegou logo cedo a Cuiabá
– Cuiabá recebe em 1970 serviços de radiotelefonia
– Antonieta Ries Coelho, a mulher que inaugurou a TV em Campo Grande e em Cuiabá
– A vitalidade de um dos mais antigos alfaiates que Cuiabá conheceu
– Letra de poema é oficializada, e por decreto se torna Hino de Mato Grosso
– Boa! Joaquim Osório ganhou cinco contos de réis pela letra do Hino Nacional
– Companhia Zarzuelas, pioneirismo da dramaturgia em Cuiabá
– Campanha Pró Leitura da Terra, valorizando autores mato-grossenses: Almanaque Recomenda ‘Atlas Geográfico de Mato Grosso’, de Leodete Miranda
– Tipos Populares: “General Saco” – as medalhinhas e símbolos de patente que exibia do lado esquerdo do peito como se fosse um militar graduado.
– Senador foi agredido na Rua do Oratório e agressor, ‘linchado’
– Jogador do Flamengo conheceu futura esposa em Cuiabá
– Decifre o Anagrama
– Origem da Expressão
– Teste seu conhecimento
– Jogo dos Erros
– Horóscopo
– Em se plantando, tudo dá!
– Obras de autores mato-grossenses

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